RENÚNCIA

Senda do Conhecimento

10 – RENÚNCIA


A renúncia dos frutos da ação para sua própria personalidade, renúncia de toda vontade própria; essas são as leis severas que ele deve prescrever para si mesmo. Então ele trilha o caminho do mundo espiritual, todo o seu ser deve ser penetrado por essas leis. Ele se torna livre de toda compulsão do mundo dos sentidos; seu Eu espiritual ergue-se do invólucro sensorial. Ele, assim, faz um progresso real no caminho para o espiritual e assim se espiritualiza. Não se pode dizer:

“De que me servem as resoluções de seguir puramente as leis da verdade, quando talvez esteja enganado sobre o que é verdade?”

O importante é o esforço e o espírito com que se luta. Mesmo quando o buscador está enganado, ele possui, em sua própria busca pela verdade, uma força que o afasta do caminho errado. Se ele se enganar, essa força o agarra e o guia para o caminho certo.

A própria objeção, “Mas posso estar enganado”, é em si mesma descrença prejudicial. Mostra que o homem não tem confiança no poder da verdade. O importante é que ele não deve presumir decidir sobre seus objetivos de acordo com seus próprios pontos de vista egoístas, mas que deve entregar-se abnegadamente à orientação do próprio espírito.

Não é a vontade egoísta do homem que pode prescrever a verdade. Ao contrário, o que é verdadeiro deve se tornar senhor no homem, deve permear todo o seu ser, fazer dele uma imagem das leis eternas do mundo espiritual. Ele deve preencher-se com essas leis eternas para deixá-las fluir para a vida.

Rudolf Steiner

 – TIRE OUTRA CARTA DO ORÁCULO –


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