A escola do seu filho faz bem para ele?

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A escola do seu filho faz bem para ele?

Marcos Resende

Fonte: www.insistimento.com.br – clique e conheça

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“Nossas crianças aprendem a correr atrás de dinheiro como todas as outras porque são treinadas a acreditar que é no acúmulo de dinheiro que reside a segurança e a felicidade. Conseguiram traduzir poder como acúmulo de dinheiro. Poder é a capacidade de dominar a si mesmo, suas fraquezas e suas fortalezas para construir uma vida de valor na direção das suas próprias intenções. O que se faz na escola, é remover a capacidade dos nossos filhos de aprenderem mais sobre si mesmos para decorar as melhores respostas as mesmas perguntas, inibindo a construção de valor e incentivando a busca de valor em tudo o que está fora. Incentivam a competição, acabam com a criatividade, colocam as crianças sob pressão e isolam as crianças da realidade.”

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Para tornar a construção de fábricas ao redor do mundo possível, dois problemas precisaram ser resolvidos:

  • a necessidade de trabalhadores para produzir;
  • a necessidade de consumidores para suprir a super-produção.

A solução para resolver o problema da falta de trabalhadores foi a criação de escolas públicas e para resolver o problema da super-produção, fomentou-se o consumismo.

Nas escolas, aprendemos o mindset de fábrica: seja substituível, como uma peça de uma máquina e consuma tudo o que puder.

Nossas crianças aprendem a correr atrás de dinheiro como todas as outras porque são treinadas a acreditar que é no acúmulo de dinheiro que reside a segurança e a felicidade.

Conseguiram traduzir poder como acúmulo de dinheiro.

Poder é a capacidade de dominar a si mesmo, suas fraquezas e suas fortalezas para construir uma vida de valor na direção das suas próprias intenções.

O que se faz na escola, é remover a capacidade dos nossos filhos de aprenderem mais sobre si mesmos para decorar as melhores respostas as mesmas perguntas, inibindo a construção de valor e incentivando a busca de valor em tudo o que está fora.

4 provas concretas de que a escola está escravizando nossos filhos:

1 –  As escolas incentivam a competição

Nas escolas existem os “bons” alunos (os que se adaptam) e os “maus” alunos (os que não se adaptam).

As escolas tem esquecido de estimular a colaboração, evidenciando o potencial do trabalho de um grupo com diferentes qualidades e maturidade.

Assim, o bom aluno sai da escola satisfeito por estar seguindo o caminho “certo” mesmo sem certeza disto e o mau aluno sai da escola desmotivado a seguir o seu próprio caminho.

O vitorioso e o fracassado se enfrentam diversas vezes vida adiante jogando suas frustrações em cima do outro através de várias formas de ataque.

2 – As escolas acabam com a criatividade

Tudo que tem para se saber está em uma apostila e se uma pergunta vem sobre um “conteúdo” que ainda não está sendo “trabalhado”, ela é repreendida ou simplesmente recebe como resposta “ano que vem estudaremos isso”.

Afinal de contas, saber os pormenores da crise de 1929 faz muito mais sentido para a vida de uma criança que aprender como lidar com relacionamentos ou postura ética e moral.

A inspiração das crianças é aniquilada em troca da manutenção de um currículo escolar focado em remover qualquer estímulo a criatividade.

3 – As escolas colocam as crianças sob pressão

O seu filho é diferente do meu, tenha certeza disso.

Por mais que eles tenham a mesma idade, morem no mesmo bairro e sejam criados praticamente dentro da mesma cultura, eles são diferentes.

Entretanto a escola ignora isto e os enclausura no mesmo espaço, aprendendo as mesmas coisas e tendo que cumprir uma tabela semelhante para receber uma nota que os distinguirá.

Ambos tem que fazer isto e aquilo mesmo sem inspiração, sendo obrigados a se encaixar em uma caixa que talvez não naquele momento, eles desejem se encaixar.

4 – As escolas isolam as crianças da realidade

A escola por vezes ignora que “lá fora” as ideias não são todas iguais, as regras não se aplicam a todos da mesma forma e o conflito faz parte da nossa natureza.

Na escola deveríamos aprender a conflitar de forma pacífica, deveríamos aprender a lidar com ideias diferentes, deveríamos conversar sobre o que acontece “lá fora” e dentro de nós mesmos.

Política, dinheiro, empreendedorismo e investimentos são assuntos ignorados pela escola mesmo sendo eles os assuntos que mais influenciarão o futuro da criança.

Warren Buffett sobre a vida que você deveria ensinar ao seu filho:

  1. Perca dinheiro, mas não perca um pingo da sua reputação.
  2. A melhor maneira de se proteger das crises é aprender a gerar valor para o mundo com o que se tem.
  3. Faça aquilo pelo qual é apaixonado, pois se fizer isso você encontrará poucos concorrentes andando tão rápido como você.

Conheço empresários que preferem ficar com dinheiro no bolso do que pagar aqueles que devem.

Eles não valorizam o seu nome e mesmo assim desejam ser valorizados.

Conheço também pessoas que estão preocupadas em ganhar dinheiro, não em fazer dinheiro. Existe uma diferença crucial entre esses dois termos.

Ganhar dinheiro está mais para extrair algo do mundo sem agregar nada, enquanto fazer dinheiro está em construir algo para agregar valor ao mundo.

Quando Warren Buffett afirma que para superar uma crise é preciso gerar valor para o mundo com o que se tem, significa que mesmo em tempos de crise extrema como em uma guerra, temos que pensar sempre em resolver o problema dos outros, gerando valor paras as outras pessoas.

Isto definitivamente não se ensina na escola.

Por fim, faça aquilo pelo qual é apaixonado, não porque dá dinheiro ou porque todas as pessoas estão fazendo.

Uma moda passageira como dos sites de compra coletiva ou das food trucks pode lhe dar dinheiro durante um tempo, mas dificilmente te levarão a construir um legado que dure séculos.

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