CHRISTIAN ROSENKREUTZ

ORÁCULO DA SENDA DO CONHECIMENTO – clique aqui


CHRISTIAN ROSENKREUTZ

Rudolf Steiner – Berlin, 27 de maio de 1909

Tradução livre: Leonardo Maia


“A infância dos grandes Iniciados pouco difere da vida de outras crianças; talvez haja apenas alguns aspectos que indicam o tipo de espírito que vive em uma criança. Elas devem aprender e enriquecer seus conhecimentos como os outros e só assim conquistar o que eram em encarnações anteriores.”


Com o passar do tempo, antes que Cristo viesse à Terra e se tornasse um ser humano, uma escuridão tão grande havia entrado que até mesmo os Mestres na vida física não tinham mais aquele conhecimento brilhante dos mundos supersensíveis que possuíam antes. Apenas muito gradualmente ocorreu uma iluminação após Cristo manifestar-se em carne. Esta é a razão pela qual, entre os contemporâneos iniciados de Cristo Jesus, por exemplo nos Evangelhos, não foi encontrado conhecimento do significado do Evento do Gólgota.

Mesmo um grande Iniciado, que em sua encarnação egípcia quase nada se ocultava das verdades espirituais que haviam sido reveladas aos humanos, não conseguia se lembrar disso claramente.

O conhecimento é sempre primeiro revelado à humanidade a partir de cima, de seres superiores, através de seus grandes Iniciados e também através de seus alunos, que então devem transmitir essas revelações como ensinamentos. Chegar ao conhecimento sem absorver que o que já foi revelado como um ensinamento é totalmente impossível para qualquer pessoa. Por esta razão, nas escolas esotéricas, os alunos aprendem constantemente o que pode se transformar em conhecimento. Por isso os ensinamentos da Teosofia (Antroposofia) podem ser dados publicamente, a fim de dar o conhecimento da verdade para os que anseiam vir a Cristo.

A infância dos grandes Iniciados pouco difere da vida de outras crianças; talvez haja apenas alguns aspectos que indicam o tipo de espírito que vive em uma criança. Elas devem aprender e enriquecer seus conhecimentos como os outros e só assim conquistar o que eram em encarnações anteriores.

Este também foi o caso com Christian Rosenkreutz. Talvez tenha sido necessário como um milagre para ele não ter reconhecido logo de início o significado do Evento do Gólgota. Isso porque o ‘Eu’ de Jesus de Nazaré foi colocado nele, como o corpo etérico de Santo Agostinho e o corpo astral do venerável Francisco de Assis. Mas, por ser o “Eu”, ele primeiro teve que abrir caminho até o conhecimento a fim de trazê-lo para o seu pleno efeito. Com isso, ele tinha uma missão elevada e importante.

O único nome verdadeiro de Cristo é ‘Eu sou”. Quem não sabe ou não entende isso e o chama de outra forma, não sabe nada sobre Ele. “Eu sou” é o Seu único nome.

Rudolf Steiner – Berlin, 27 de maio de 1909

Tradução livre: Leonardo Maia

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Titular: Leonardo André Fonseca Maia




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