Conhece a ti mesmo

CONHECE A TI MESMO

Carlos Adrian Villegas

Fonte: Palabra de Rudolf Steiner no Facebook – clique e conheça

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“Uma das tantas contribuições de Steiner Rudolf à humanidade é o chamado Micaélico de estar conscientes de nossa alma e espírito. Tudo que trouxe ao mundo foi produto de meditações internas, como produto de um ligeiro puxão interno que tende a libertar o nosso ser de nosso corpo físico. Mas não trouxe suas contribuições apenas como uma fonte de informação, mas muito além disso, como um trabalho artístico. Através do mesmo processo de auto-observação sutil, pode-se notar que a nossa cultura oferece um grande número de estímulos que atraem o nosso ser interno para uma ligação mais forte com o nosso corpo físico, para satisfazer os nossos sentidos e aos nossos instintos naturais. Tornando-nos reativos ao mundo exterior e domesticados pelas formas de consumo, criando um distanciamento do nosso mundo interno.”

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Uma das tantas contribuições de Steiner Rudolf à humanidade é o chamado Micaélico de estar conscientes de nossa alma e espírito.

Compreender requer uma sutil auto-observação. Pode-se então sentir em toda a obra de Rudolf Steiner, seja em filosofia, teologia, artística; em edifícios, esculturas, pinturas, conferências sobre história, ciência, medicina, agricultura, educação; em poucas palavras, que tudo trouxe ao mundo foi produto de meditações internas, como produto de um ligeiro puxão interno que tende a libertar o nosso ser de nosso corpo físico. Este efeito é particularmente pronunciado quando se observa uma boa atuação de euritmia clássica. Esta característica é típica do trabalho de um Grande Iniciado.

Algumas pessoas não estão cientes deste sentimento, mas sim sentem um medo interno, devido a sua ligação e apego com o corpo físico, o único que lhes faz sentir seguros na vida. Quando estas pessoas encontram a antroposofía, dirão com toda classe de justificativas inteligentes de por que não foi feita para elas.

Através do mesmo processo de auto-observação sutil, pode se notar que a nossa cultura oferece um grande número de estímulos que atraem o nosso ser interno para uma ligação mais forte com o nosso corpo físico, para satisfazer os nossos sentidos e aos nossos instintos naturais. Tornando-nos reativos ao mundo exterior e domesticados pelas formas de consumo.

A primeira classe de sentimento, de libertação da nossa consciência, ainda que sutilmente, de nosso corpo físico, é uma ajuda para a consciência da realidade do mundo espiritual.

Nossa civilização oferece estímulos para certos sentimentos. Atrai a mente sem proteção na direção de ilusões, que tanta gente gosta.

A nossa cultura é cheia de produtos que produzem sentimentos de classe instintiva, por exemplo as prateleiras dos supermercados estão cheias de produtos artificiais que não alimentam, realmente, mas satisfazem o nosso gosto, etc… Os sentimentos da verdadeira ciência espiritual são o início da compreensão de si mesmo e do mundo. É notável que estes sentimentos não estão apenas relacionados com as formas de arte antroposóficas, mas com tudo o que Rudolf Steiner produziu. Pode-se dizer que tudo o que produziu não estava pensado apenas como uma fonte de informação, mas que, além disso, como um trabalho artístico.

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