CONSCIÊNCIA LIMÍTROFE


CONSCIÊNCIA LIMÍTROFE

Leonardo Maia


Grandes desafios de transformação anímica, muitas vezes, ocultam
aspectos da alma individual, para cura de processos cármicos
profundos.


Sobre a percepção da entidade humana fora da matéria, o nossa forte ligação com a matéria nos limita a um âmbito de referência mental vinculada com a sua manifestação física, inclusive temporal de sua última expressão percebida, ou seja, vinculamos aquela entidade a nossa última referência terrena.

Não entendeu? Por exemplo, pequena criança falece e temos uma
tendência a imaginá-la exatamente como fez a passagem no pós-vida. Inclusive em seu estado de consciência. Ou um idoso, já debilitado pela avançada idade física, imaginamos-o em estado de consciência similar e expressão física no plano superior.

Apesar de ser uma tendência natural, não podemos deixar nos
estagnarmos numa concepção estática da alma humana. A
possibilidade de estendermos o espectro da consciência de tal
entidade a inúmeras experiências físicas, elimina tal limitação dentro
de nós mesmos.

Grandes desafios de transformação anímica, muitas vezes, oculta
aspectos da alma individual, para cura de processos cármicos
profundos. Talvez não saibamos quem somos, nem sequer
imaginemos algo próximo da verdade, mas aqui estamos em busca e
em transformação e, por isso, podemos nos expressar com profunda
limitação em nossa atual experiência, como um mero espectro da
nossa realidade anímica… como, por exemplo, com alguma deficiência ou síndrome grave, ou contextos sociais extremamente limitadores e etc…

Você é e pode muito mais do que acredita ou concebe e, por mais
incrível que pareça, num âmbito superior, por uma escolha sua…

Sobre isso, Steiner disse:

“Devemos sempre ter em mente que não devemos imaginar os
homens que vivem no mundo espiritual como eles eram quando
viveram aqui. As ideias triviais que as pessoas detêm, como, por
exemplo, que aqueles que morrem como crianças continuam a viver
como crianças, são naturalmente incorretas. A imaginação pode criar imagens dos mortos como os vimos por aqui, mas essa não é a sua verdadeira forma; era antes a expressão deles. Uma criança pode morrer, mas a entidade humana encarnada na criança pode ser uma alma altamente evoluída, e continuar a sua vida após a morte como uma alma altamente evoluída.”

Leonardo Maia


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