FAKE NEWS E REDES SOCIAIS: A NOVA PROPAGANDA NAZISTA


FAKE NEWS E REDES SOCIAIS: A NOVA PROPAGANDA NAZISTA

Leonardo Maia


“Educação não é decorar que Hitler matou 6 milhões de judeus. Educação é entender como milhões de alemães comuns foram convencidos de que era necessário. Educação é aprender a identificar os sinais de uma história se repetindo.”


Não foi imposto ditatorialmente aos alemães apoiarem o nazismo, foi por fanatismo luciférico, ou seja, um aspecto de inconsciência. A extrema militarização do Estado, extremismo nacionalista e propaganda contra os judeus e outras minorias foi o que culminou no Holocausto com o apoio popular.

A passividade do pensar, do sentir e do querer com pouco estímulo no âmbito do propósito e busca essencial do ser humano (autodesenvolvimento) gera um distanciamento do EU e enfraquece a vontade, que acaba sendo direcionada externamente e instintivamente, seja por instintos inferiores, desejos ou impulsos astrais coletivos (egrégoras*), ou seja, subjugada.

* EGRÉGORA: força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas. As egrégoras são como um filho coletivo, produzido pela interação das diferentes pessoas envolvidas. As pessoas envolvidas podem se tornar seus servos, já que são induzidos a pensar e agir sempre na direção dos vetores que a caracterizam, como um vício, caso a Vontade (EU) não tenha forças suficientes para sobrepor sua influência.

A TV e as mídias sociais são grandes formadoras de egrégoras que influenciam fortemente grupos de pessoas a pensar e agir na direção dos vetores que a caracterizam. A grande questão é que a passividade mental imposta pela estrutura social contemporânea nos torna vítimas de pensamentos que produzem sentimentos induzidos por manipulações e mentiras (fake news / propaganda) com objetivos específicos. A Vontade de uma grande camada da população se tornou tão enfraquecida que não consegue sobrepor tal influência.

Tal influência pode reverberar em sentimentos e impulsos autômatos que eclodem diante da manifestação de tais pensamentos. Podem se tornar tão intensos que o indivíduo é incapaz de estar em si, ter coerência intelectual ou controle emocional, gerando reações inflamadas sem justificativa ou sensatez.

Esta influência tende a atingir pessoas com a individualidade mais enfraquecida, que agem como fanáticos pensando e agindo na direção e vetor da egrégora, inconscientemente.

Este fanatismo pode levá-los a uma crença cega, que irá defender com unhas e dentes, mesmo diante de quaisquer inconsistências ou inverdades comprovadas. Podendo, inclusive, levá-los a atos de violência, inclusive a tentativa de eliminar aquilo ou aqueles que confrontam suas ideias – que não são suas vardadeiramente (como aconteceu no Holocausto).

Porém pessoas mais individualizadas, com uma Vontade (EU) mais forte, também podem sucumbir. Neste caso justificam suas posições com desonestidade intelectual, falsas analogias, argumentação conveniente – focal ou genérica, conforme lhes reafirma ou expõe suas incoerências, ou mesmo ataque ao interlocutor. Por não estarem completamente inconscientes, esse aspecto revela uma conexão com uma moralidade inferior, pois têm consciência das inconsistências ideol[ogicas que estão abraçando, porém estão defendendo o próprio ego ou seus interesses pessoais, diretos ou indiretos, podendo inclusive relativizar o mal.

Por isso as “FAKE NEWS” têm efeitos malignos diretos no âmbito da consciência individual e coletiva, inclusive no caminho evolutivo da Humanidade. Tanto no subjugar da consciência individual no fanático, quanto na imoralidade abraçada pelos mais individualizados. Devido a incapacidade/desinteresse na verificação das informações ou falta de tempo/senso crítico para tal, geram egrégoras que fomentam grupos gigantescos devido ao grande alcance das redes sociais atuais, gerando ondas de sentimentos como indignação, medo, intolerância e ódio alimentadas por falsas notícias e eventos.

Este processo das Fake News atuais das redes sociais é similar à Propaganda Nazista*, que alimentou o ódio aos judeus na Alemanha e culminou no Holocausto. A intolerância ao judeu chegou ao extremo do desejo e apoio à sua eliminação. As Fake News são a Propaganda Nazista 2.0* e os “Comunistas” são os novos judeus.

* Propaganda nazista é o termo que descreve a poderosa propaganda psicológica na Alemanha Nazista, uitas das quais centradas em declarar que os judeus e outras minorias eram a fonte dos problemas econômicos da Alemanha.

A propaganda nazista serviu para alicerçar as ideias nazistas nas consciências dos alemães, neste caso, uma sub-consciência e gerar o ódio que autenticou o Holocausto.

Hoje é alimentado nas redes sociais – principalmente nas bolhas de extrema direita – um fanatismo por uma propaganda de que tudo que vai contra as diretrizes ideológicas do governo é “comunista” e vais destruir os valores Cristãos e e degradar a família, tomar as propriedades, bens e nossa liberdade (ou que esses são os objetivos de seus adversários políticos). Acontece que em 99% dos casos não tem nenhuma relação com o Comunismo ou apoio à qualquer tipo de ditadura. Porém já temos inúmeros fanáticos com essa perspectiva alicerçada em suas consciências, querendo a eliminação e odiando tais “comunistas”.

É interessante notar que a grande maioria destes “comunistas contemporâneos” são totalmente contra o militarismo (ao contrário do atual governo) – peça chave para imposição de qualquer ditadura. Também lutam pelos direitos humanos e pela liberdade ideológica, de expressão e religiosa: apoiam o livre-pensar e buscam justiça social – também na direção oposta do atual governo). Entre eles estariam professores, ativistas sociais e ambientais, estudantes, artistas e apoiadores de movimentos anti-racistas, em defesa de minorias e etc… porém, basta qualquer questionamento, discordância ou o ato de expor incoerências do governo que absorve o adjetivo “comunista” e todas as pré-cpncepções pejorativas agregadas subconscientemente ao termo – mesmo que falsas.

Aqui voltamos para o fanático, que realmente acreditará que o “comunista” representa todos aqueles aspectos demoníacos e para o “desonesto intelectual”, que sabe que não é real, porém se utiliza da generalização ou senso comum para justificar sua posição e agregar falsas verdades ao ponto focal, neste caso, o indivíduo taxado de “comunista”.

Leonardo Maia


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Datas: 2 a 5 de agosto
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Valor total: R$ 200,00 (todos os encontros)
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Titular: Leonardo André Fonseca Maia




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