NUTRIÇÃO CÓSMICA E BIODINÂMICA

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NUTRIÇÃO CÓSMICA E BIODINÂMICA

Stewart Kahn Lundy

Tradução livre: Leonardo Maia


“Esta é a lei que os opostos se atraem no mundo físico (enquanto no espiritual, semelhante atrai semelhante). Precisamos da velha luz solar caotizada (húmus), feita de cadáveres de inúmeras plantas, para alimentar raízes e folhas boas.”


Há uma passagem difícil, entre muitas, no Curso de Agricultura de Rudolf Steiner. Esta seção se refere à nutrição cósmica.

Steiner diz que a raiz é cósmica em suas atividades, mas terrestre em sua substância. Da mesma forma que algo adstringente absorve água precisamente por ser o oposto (seco), a raiz cósmica anseia por substância caótica. A raiz absorve húmus e sais minerais do solo e os converte diretamente em sua substancialidade física, mas o faz por meio da energia cósmica que a planta recebe de cima por meio da luz e da atmosfera quente.

Por outro lado, a flor é um processo terreno, mas tem substancialidade cósmica: é o processo semelhante ao anseio do limo, estendido até o topo da planta, mas é composto da luz solar atual.

O funcionamento do bom húmus (a luz solar do passado) alimenta mais a raiz, e então as folhas são alimentadas metade por essa velha luz do sol e metade pela nova fotossíntese. Quando alcançamos a flor, estamos testemunhando apenas a luz do sol atual.

Assim, a atividade da flor é claramente um processo reprodutivo terreno, mas sua coloração – seu tom – é a sugestão sutil de qual substância cósmica é mais proeminente. Inversamente, todas as raízes são cósmicas, visto que desejam húmus caótico, mas o grau em que se ramificam indica o “matiz” de um processo terrestre faminto que cresce além de si mesmo. A cenoura é menos tingida por esse processo terroso ramificado e seccionado, mas você verá cenoura bifurcada quando o solo for pobre em húmus ou muito compactado – quando o elemento de terra bruta (não preparada) predomina.

Esta mesma atividade é espelhada em nossos corpos: o cérebro é materialidade depositada diretamente do “húmus” de nossa digestão, enquanto nosso sistema muscular usa forças cósmicas de nossa comida e, por sua vez, é formado de substância “respirada” através das peles sutis de nossos órgãos da nossa atmosfera interna (e até mesmo externa).

Esta é a lei que os opostos se atraem no mundo físico (enquanto no espiritual, semelhante atrai semelhante). Precisamos da velha luz solar caotizada (húmus), feita de cadáveres de inúmeras plantas, para alimentar raízes e folhas boas.

Stewart Kahn Lundy

Tradução livre: Leonardo Maia

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Titular: Leonardo André Fonseca Maia




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