O INVÓLUCRO FÍSICO-TERRENO DA ALMA HUMANA

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O INVÓLUCRO FÍSICO-TERRENO DA ALMA HUMANA

Rudolf Steiner – Munich, 11 de janeiro de 1909

Tradução livre: Leonardo Maia


“Por causa da influência luciférica, os humanos foram encerrados no invólucro físico-terreno antes do que teria ocorrido se apenas as outras forças tivessem influenciado o ser humano: “Portal da Terra” foi fechado.”


Nem todos os sentidos têm o mesmo valor. Eles abriram o plano físico para nós, mas o sentido do tato não está limitado apenas a ele.

Ele nos mostra ou nos permite perceber não só a superfície (macia, dura, áspera, pontiaguda) mas também o calor. Os humanos originalmente eram um corpo de calor – um calor vivificado, o fogo permanecia neles. Nos primeiros tempos da Lemúria não havia superfícies: a alma do ser humano penetrava nas coisas. Por causa da influência luciférica, a alma humana foi fechada atrás das superfícies materiais. O “Portal da Terra” foi fechado.

O ser humano, ou melhor, a alma humana nos primórdios da Lemúria ainda via a luz astral, que estava por trás do calor ao senti-lo. O” Portal do Fogo’ estava aberto. Foi fechado quando o “Portal da Terra” foi formado.

Terra e fogo estão relacionados um ao outro, no sentido esotérico, como o ar e água. O poder da relação entre o ar e a água está relacionado às forças germinativas, sobre as quais os atlantes tinham domínio. Acessamos essas forças novamente por meio da relação que o fogo tem com o ar e a terra com a água: o primeiro com exercícios de respiração, o último por meio de certas meditações que têm efeito no cérebro terreno.

Por causa da influência luciférica, os humanos foram encerrados no invólucro físico-terreno antes do que teria ocorrido se apenas as outras forças tivessem influenciado o ser humano. O fogo (físico e mineral também) deveria ter sido tirado deles. Lúcifer o deu à humanidade. Os gregos e os antigos povos nórdicos compreenderam isso e o expressaram nos mitos de Prometeu e Loki. O ser humano aprenderá a dominar o fogo apenas em Vulcano e, assim, se tornará criativo.

Rudolf Steiner – Munich, 11 de janeiro de 1909

Tradução Livre: Leonardo Maia

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Titular: Leonardo André Fonseca Maia




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