O SEGUNDO ANJO DO ADVENTO – O ANJO VERMELHO


SEGUNDO DOMINGO DE ADVENTO – O ANJO VERMELHO


O Amor verdadeiramente puro transcende as palavras, e reverbera do coração individual para toda a humanidade.


Domingo, 8 de dezembro, segundo Domigo de Advento

Segundo domingo – O anjo Vermelho

Neste dia, um segundo anjo desce do céu; vai vestido com uma grande capa vermelha e leva na mão esquerda uma grande cesta, toda de ouro. A cesta está vazia e ele anseia enchê-la para depois levá-la cheia diante do trono de Deus, mas o que tem de colocar nela?

A cesta é muito fina e delicada, pois é feita com raios de sol; por isso não tem de se encher com coisas duras e pesadas. O anjo passa sobre toda a terra e, muito discretamente, procura em todas as casas. O que procura? Olha no coração de todos os homens, para ver se encontra aí um pouco de amor verdadeiramente puro.

E esse amor o guarda debaixo da sua capa e… Leva-o para o céu. E lá, aqueles que habitam o céu, os anjos e também os homens que morreram na terra, tomam esse amor e fazem dele a luz para as estrelas.

Extraído do livro de Georg Dreissig “O Caminho do Advento.”

Atenção às forças adversas

Durante o segundo advento, as potências sedutoras se aproximam principalmente do corpo etérico do homem para incentivar a um uso imoderado e egoísta dos desejos, a uma experimentação gananciosa das forças vitais.

O egoísmo ainda não superado, o amor egoísta que se aninha nas profundezas escondidas do nosso caráter, parece-se com uma massa de ervas daninhas que se expande rapidez.

As forças adversas se aproximam e tentam transformar a nossa língua em um ferrão venenoso. Podemos nos opor esta pressão das forças adversas no nosso corpo etérico apenas nos desenvolvendo conscientemente com inteligência e atenção todas as forças de nossas virtudes.

São os sete planetas do nosso sistema solar apoiam-se em harmonia e medida. Na verdade, só no perfeito equilíbrio entre a inteligência e a moderação, a palavra humana pode progressivamente aproximar-se do seu grande arquétipo universal.

T. Bellucci


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