REVERÊNCIA, RESPEITO E COGNIÇÃO


REVERÊNCIA, RESPEITO E COGNIÇÃO

Rudolf Steiner – GA 10 – Knowledge of the Higher Worlds

Fonte: The great Rudolf Steiner Quotes Site

Tradução Livre: Leonardo Maia


A alma necessita de veneração, homenagem, devoção como alimento, para torna-la saudável e forte, especialmente forte para a atividade cognitiva. Desrespeito, antipatia, subestimação do que merece reconhecimento, tudo isso exerce um efeito paralisante e fulminante na faculdade de cognição.


Não é fácil, a princípio, acreditar que sentimentos como reverência e respeito tenham algo a ver com a cognição. Isso se deve ao fato de que estamos inclinados a separar a cognição como uma faculdade em si – uma que não se relaciona com o que ocorre dentro na alma. Pensando assim, não consideramos que é a alma que exerce a faculdade da cognição; e os sentimentos são para a alma o que é alimento para o corpo.

Se dermos as pedras ao corpo no lugar do pão, sua atividade cessará. É o mesmo com a alma. Veneração, homenagem, devoção são como alimento, tornando-a saudável e forte, especialmente forte para a atividade cognitiva. Desrespeito, antipatia, subestimação do que merece reconhecimento, tudo isso exerce um efeito paralisante e fulminante nessa faculdade de cognição.

Para os espiritualmente experientes, esse fato é visível na aura. Uma alma que abriga sentimentos de reverência e devoção produz uma mudança em sua aura. Certas colorações espirituais, como podem ser chamadas, de tom vermelho-amarelado e vermelho-amarronzado, desaparecem e são substituídas por tons vermelho-azulados.

Assim, a faculdade cognitiva é amadurecida; recebe inteligência de fatos de ambiente do qual até então não tinha idéia. A reverência desperta na alma um poder simpático através do qual atraímos qualidades nos seres ao nosso redor, que de outra forma permaneceriam ocultos.

Rudolf Steiner – GA 10 – Knowledge of the Higher Worlds


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O que seu filho vê no celular?


O QUE SE FILHO VÊ NO CELULAR?

Fonte: Baú do Rock no Facebook


Esta é uma publicação de uma página que sigo chamada Baú do Rock. Tenho pesquisado bastante como funciona as redes sociais como Facebook, Instagram, Youtube e etc… e realmente tem que se tomar enorme cuidado com o que nossas crianças estão assistindo e o que lhes está influenciando, o impacto tende a ser altamente negativo, mesmo para aquele onde a família tem uma preocupação e atenção, imagine para aqueles que não tem uma atenção familiar desperta…


Futuquem o celular dos seus filhos!

Uma geração conectada e, muitas vezes, aprisionada em conteúdos de péssima qualidade. De um lado “Influencers” que fazem qualquer coisa por likes dominando todas as redes sociais (e são muitas, mais do que você pensa), muitos até ficando milionários, deixando principalmente os pequenos a mercê de músicas e vídeos de sexo explícito, apologia ao crime e ao uso de todo tipo de droga, estímulo ao suicídio, cyberbullying, consumismo exagerado, violência gratuita, entre outros absurdos que roubam a inocência dos pequenos muito antes da hora.

De outro cabecinhas ainda em formação sendo bombardeadas por uma pretensa informação, totalmente distorcida e sem supervisão de nenhum órgão regulador. No meio os pais, a maioria deles no estilo Cumpadi Uóshito “sabe de nada inocente”… Já parou pra ver o que seu filho faz na internet? Ou você dá privacidade pra ele?

Ficariam de cabelos em pé com os conteúdos que a molecadinha de 10 anos está assistindo, com os papos deles no WhatsApp, teriam embrulho no estômago com os vídeos de proibidão que eles assistem, com as “dancinhas de acasalamento” que eles aprendem, enquanto o Youtuber, o traficante, o aliciador de menores se regojizam com o novo super poder de influenciar milhares de cabecinhas de vento de uma só vez…

Lembrem-se: celular não é babá, é uma procuração em branco pra qualquer mané da rua entrar na cabeça do seu filho e fazer o estrago que quiser. Somos uma página de rock, com um conteúdo pra toda a família, nos orgulhamos disso. Preferimos parar de crescer do que nos vendermos pra esse novo modelo de “digital influencer”. Continuamos à moda antiga. Bota essa molecadinha pra brincar e fica de olho no celular. Desculpem pelo desabafo.

Baú do Rock – Página no Facebook


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Distraia com um instrumento e não com smartphones


DISTRAIA COM UM INSTRUMENTO E NÃO COM SMARTPHONES

Rimadores do vagão – Metrô RJ


Se a criança gosta muito de falar, dê um instrumento de sopro. Se não consegue ficar quieta, dê um instrumento de corda. Se ela tem muita energia, dê um instrumento de percussão. Não tente contê-las através de um smartphone.

Rimadores do vagão – Metrô RJ


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A VISÃO ANTROPOSÓFICA DO MUNDO É CIENTÍFICA

A VISÃO ANTROPOSÓFICA DO MUNDO É CIENTÍFICA

Rudolf Steiner

Fonte: Anthroposophical Inspirations no Facebook

Tradução Livre: Leonardo Maia


Aquilo que não percebemos, não necessariamente não existe…


O fato de que a Antroposofia expressa uma visão mundial do mundo diferente do da física, não significa que não deva, portanto, ser científica.

As descobertas antroposóficas só vêm de uma fonte diferente – de estar acordado em reinos espirituais. Da mesma forma que você tem que apalpar no escuro e sentir o seu caminho se não há luz em um quarto, você recebe uma impressão totalmente diferente uma vez que a sala está cheia de luz, o pesquisador espiritual também vê tudo sob um novo prisma quando os seus olhos espirituais são abertos. Essa pessoa não se tornou de repente menos científica só porque suas experiências foram enriquecidas por uma visão mais ampla. A lógica do antroposofista é tão válida quanto a lógica do físico. Só se encontra em outra região. É uma exibição notável de ignorância, se as pessoas rejeitam como não científico a nossa pesquisa, antes sequer tentar. Usamos os mesmos processos de pensamento em reinos espirituais, como os cientistas naturais usam no reino físico; portanto, o método de pesquisa antroposófica se harmoniza com o da ciência.

Rudolf Steiner – GA 52 – Spirituelle Seelenlehre und Weltbetrachtung – Berlin, 6 October 1904


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TIRE AS VENDAS DOS MEUS OLHOS

TIRE AS VENDAS DOS MEUS OLHOS

Rudolf Steiner

Fonte: Frases de Rudolf Steiner no Facebook


Tu, que iluminas o Universo,
ilumina também a mim e
tira a venda dos meus olhos
para que eu veja o Sol verdadeiro.
Está ainda coberto com um véu,
entretanto, em um mar de luz dourada
transluz minha alma.
Agora, concede-me vê-lo
na imagem da claridade
e da verdade pura.
Deixa que reconheça em Sua luz
quais são os meus deveres.
E logo, terminada a viagem,
permite-me chegar ao Lugar Sagrado.
E tu, consolo do Universo,
brinda-me a força
para alcançá-lo em realidade.
E tu, ó Amor Divino,
acolhe-me em teus desígnios
e mantém puro o eterno raio
da minha fiel vontade.

Rudolf Steiner


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Por que não explicar tudo para a criança pequena

PORQUE NÃO EXPLICAR TUDO PARA A CRIANÇA PEQUENA

Pilar Tetilla Manzano Borba

Fonte:  www.pedagogiawaldorfjoinville.blogspot.com.br

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“As crianças aprendem pelo movimento e pela repetição. Se quiser que ela atenda uma ordem faça o que quer que ela faça: coma você com a boca fechada se quer que assim o aprenda; fale você mais baixo; feche a porta você sem bater; escove você os dentes com a torneira fechada; seja você carinhoso com ela, e assim por diante. Na infância as crianças aprendem pela IMITAÇÃO do que você faz e não pela palavra, pelo sermão. Mas, é óbvio que precisamos conversar com ela para que aprender a falar; mas devemos saber o que falar e o que não falar. Quando exigimos da criança que aprenda algo com a cabecinha, ou entenda as coisas como nós queremos que ela entenda, estamos fazendo com que ela use essas forças formativas que estão plasmando os órgãos para a compreensão e o entendimento e aí nós as desvitalizamos e promovemos uma má formação dos órgãos para o resto da sua vida. Promova-lhes as oportunidades. Quanto mais a criança descobrir por si através do movimento, do equilíbrio e dos seus órgãos dos sentidos, mais ela fará conexões nervosas e quanto mais sinapses ele tiver feito na infância por ela mesma mais espaço no cérebro ela terá para a aprendizagem posterior cognitiva.”

Pilar Tetilla Manzano Borba


O ser humano leva 21 anos para adquirir maior consciência das coisas. Esse tempo é o tempo que o sistema nervoso central leva para mielinizar todas suas células nervosas, isto é, deixa-las maduras. Essa bainha de mielina é a responsável pelas conexões nervosas (sinapses) entre os neurônios.

Nos primeiros anos de vida, até a troca dos dentes, por volta dos seis anos, a mielinização para a aprendizagem está sendo formada. A consciência da criança está ainda num estado de sono nesta etapa da infância,ou seja, ela não tem consciência das coisas como nós adultos já a temos. Por isso que a criança é criança e depende de nós para tudo. Ela não tem discernimento, crítica e julgamento ainda sobre as coisas da vida.

Ter consciência significa fazer as sinapses entre os neurônios. Nas sinapses há um dispêndio de energia muito grande. Por isso que quando prestamos atenção em algo ou quando usamos por demais nossos órgãos dos sentidos nos sentimos cansados. À noite necessitamos dormir para repor essa energia gasta durante o dia de vigília, de atenção a tudo.

Em antroposofia costumamos dizer que nos sete primeiros anos o corpo da vida ( vital, ou etérico) da criança está sendo plasmado, formado. Seus órgãos ao nascer não estavam de todo amadurecidos e para que esse amadurecimento ocorra é necessário ter energia, vitalidade. Lembre-se sempre que consciência é gasto de energia, é queima de substância cerebral.

O cérebro também é um órgão e ele é a base para o pensamento. Se a criança até três anos está formando cérebro para pensar como é que ela pode usá-lo pensando? Não se cozinha feijão numa panela que ainda está sendo feita! Como a criança ainda não tem a coordenação fina pronta porque lhe dar um lápis, uma agulha? Se ela ainda não se administra nos perigos porque lhe dar a tesoura, a faca?

Outros órgãos como o fígado, pulmões, coração, rins, estão amadurecendo também e quando exigimos da criança que aprenda algo com a cabecinha, ou entenda as coisas como nós queremos que ela entenda, estamos fazendo com que ela use essas forças formativas que estão plasmando os órgãos para a compreensão e o entendimento e aí nós as DESVITALIZAMOS e promovemos uma má formação dos órgãos PARA O RESTO DE SUAS VIDAS!

Já está provado pela ciência que o avanço da doença ALZHEIMER é também decorrente de uma exigência precoce do sistema neurosensorial na infância. Rudolf Steiner cita muitas vezes esse fator em seus livros. Por isso que a Pedagogia Waldorf, por estar baseada numa ciência antroposófica, preocupada em formar seres humanos saudáveis, verdadeiros e livres, é totalmente contra a alfabetização precoce. Essa pedagogia prima por excelência pela saúde física, emocional, mental e espiritual da criança e do adolescente principalmente no período de seu desenvolvimento.

Hoje, com essa mania de escolarização precoce, as crianças de um modo geral estão muito doentes: depressão, dores de barriga, dores de cabeça, pedra nos rins, pneumonia, cansadas, entediadas, tristes apáticas… O que estamos fazendo com nossas crianças?

As crianças aprendem pelo movimento e pela repetição. Se quiser que ela atenda uma ordem faça o que quer que ela faça: coma você com a boca fechada se quer que assim o aprenda; fale você mais baixo; feche a porta você sem bater; escove você os dentes com a torneira fechada; seja você carinhoso com ela, e assim por diante. Na infância as crianças aprendem pela IMITAÇÃO do que você faz e não pela palavra, pelo sermão. Mas, é óbvio que precisamos conversar com ela para que aprender a falar; mas devemos saber o que falar e o que não falar.

Deixe que a criança descubra o mundo por si mesma, vivenciando-o; experimentando-o; incorporando-o e, sobretudo, aprendendo ao vivo e não através da mídia. Promova-lhes as oportunidades. Quanto mais a criança descobrir por si através do movimento, do equilíbrio e dos seus órgãos dos sentidos, mais ela fará conexões nervosas e quanto mais sinapses ele tiver feito na infância por ela mesma mais espaço no cérebro ela terá para a aprendizagem posterior cognitiva.

Conheça a Pedagogia Waldorf – clique aqui


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A carga da Consciência Coletiva

A CARGA DA CONSCIÊNCIA COLETIVA

Carl Gustav Jung

Fonte: Carl Jung Sincero no Facebook – clique e conheça

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“Quanto maior for a carga da Consciência Coletiva, tanto mais o EU perde sua consciência prática. É, por assim dizer, sugado pelas opiniões e tendências da consciência coletiva, e o resultado disto é o homem massificado, a eterna vítima de qualquer “ismo”.”

Carl Gustav Jung

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Esforço e Resiliência

ESFORÇO E RESILIÊNCIA

Por IAB – Instituto Alfa e Beto – clique e conheça

Post original: Sucesso não é mérito da inteligência, mas do esforço

chegar

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“Crianças que são elogiadas por seu talento inato, por exemplo, desenvolvem uma crença implícita de que a inteligência nasceu com elas, e acabam pensando que o esforço para aprender algo novo é menos importante do que ser inteligente para aprender aquilo. O problema está em que essa crença também faz com que elas vejam desafios, erros, e até mesmo a necessidade de exercer um esforço, como ameaças ao seu ego – e não como oportunidades para melhorar. Isso faz com que percam a confiança e a motivação quando o trabalho não é mais fácil para elas. A capacidade de se esforçar diante de um problema é chamada de resiliência e deve ser incentivado em casa e na escola.”

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Estamos acostumamos a pensar que possuir inteligência “superior” ou algum tipo de habilidade (ou dom), juntamente com um senso de confiança, é a receita para o sucesso na vida, tanto escolar quanto profissional. No entanto, a investigação científica produzida nos últimos 35 anos mostra que uma ênfase exagerada na inteligência ou no talento pode, na realidade, deixar as pessoas vulneráveis ao fracasso, com medo de desafios e desmotivadas a aprender.

Um artigo divulgado* este ano pela revista Scientific America, uma das principais publicações científicas do mundo, mostra que incentivar os avanços no processo de desenvolvimento, em vez da inteligência ou talento, produz grandes empreendedores na escola e na vida. A autora do artigo é Carol S. Dweck, que atualmente é professora psicologia da Universidade Stanford, nos Estados Unidos. Ela garante: não adianta incentivar seu filho ou seu aluno dizendo que ele é inteligente.

Para ela, e para outros pesquisadores que acompanharam seus estudos ao longo de três décadas, pais e professores podem garantir o crescimento cognitivo das crianças elogiando-as por sua persistência ou estratégias para resolução de problemas (em vez de ressaltar sua inteligência). Segundo ela, ao contar histórias de sucesso que enfatizam o trabalho duro e amor pelo aprendizado, ensinamos às crianças que o cérebro é semelhante a uma máquina, que precisa ser constantemente atualizada para ter um bom funcionamento (confira abaixo uma lista de estratégias para incentivar as crianças).

O perigo da desistência – As pesquisas de Carol Dweck começaram na década de 1960, quando ela se deparou com um estudo feito com roedores que mostrava que após muitas falhas os animais deixavam de tentar completar um percurso, ficando estáticos e sem esperança. Os pesquisadores concluíram que os animais aprendiam a não ter esperanças, mesmo quando tinham a possibilidade de agir – isso porque não receberam incentivo para superar os desafios.

Dweck ficou intrigada com a “desesperança aprendida” demonstrada pelos animais e decidiu investigar mais a fundo o tema.

Segundo ela, essa “desesperança” está ligada à crença das pessoas a respeito dos motivos que as levaram ao erro. Ao longo das décadas seguintes, ela observou como esse comportamento se dava com estudantes do ensino fundamental. Em um dos estudos, ela notou que a falta de esforço (e não de capacidade) fazia com que os alunos cometessem mais erros ao tentar solucionar problemas matemáticos. Separando as crianças em dois grupos, ela notou que o grupo que recebeu apenas elogios sobre o “quanto eram inteligentes” não conseguia encontrar saída para solucionar problemas mais complexos. Enquanto o grupo que recebeu elogios sobre o “quanto eram esforçados” conseguiu driblar as dificuldades e avançar.

Estudos subsequentes mostraram que isso acontece porque os alunos mais persistentes não ficavam pensando sobre sua própria falha. Eles focavam o trabalho em encontrar os erros cometidos ao longo do processo e em tentar corrigi-los para avançar. Essa capacidade de se esforçar diante de um problema é chamada de resiliência.

Como superar os desafios – Desenvolver a resiliência é um processo que começa no início da vida e deve ser incentivado em casa e na escola.

Crianças que são elogiadas por seu talento inato, por exemplo, desenvolvem uma crença implícita de que a inteligência nasceu com elas, e acabam pensando que o esforço para aprender algo novo é menos importante do que ser inteligente para aprender aquilo. O problema está em que essa crença também faz com que elas vejam desafios, erros, e até mesmo a necessidade de exercer um esforço, como ameaças ao seu ego – e não como oportunidades para melhorar. Isso faz com que percam a confiança e a motivação quando o trabalho não é mais fácil para elas.

A pesquisadora conclui que elogiando habilidades inatas das crianças, reforçamos essa mentalidade, impedindo que desenvolvam seu potencial, seja em alguma disciplina, seja nos esportes ou até em relacionamentos pessoais. As pesquisas concluem que incentivar o processo (que nada mais é do que a soma de esforço pessoal com estratégias eficazes), ajuda a direcioná-los para o sucesso na vida acadêmica e pessoal.

Para finalizar, reproduzimos abaixo uma lista de dicas simples indicadas pela pesquisadora americana para pais e professores mudarem suas estratégias diante das crianças. Confira:

– Em vez de dizer “como você é inteligente”, diga “você fez um bom trabalho” e explicite os fatores que fazem daquele um trabalho a ser elogiado;

– Em vez de apenas elogiar a nota alta obtida em uma prova, foque o elogio no processo, dizendo, por exemplo: “Você realmente estudou para seu teste. Você leu o material várias vezes e testou-se sobre ele. E realmente funcionou!”;

– Em vez de focar no resultado da resolução de um problema, aponte as estratégias usadas pela criança, dizendo, por exemplo: “Eu gosto do jeito que você tentou essa série de estratégias diferentes no problema até finalmente resolvê-lo”;

– Elogie o tempo de estudo, focando no quanto o tempo dedicado influenciou o resultado. Por exemplo: “Você ficou em sua mesa e manteve sua concentração, por isso conseguiu achar a solução. Isso é ótimo!”;

– Não aponte o erro como uma falha imutável. Pelo contrário, mostre que o erro é apenas um desafio a ser superado e ofereça ferramentas para que a criança possa superá-lo e seguir adiante.

Tudo isso irá fazer com que a criança cresça e perceba que o sucesso não é uma questão de inteligência ou classe social, mas sim um mérito do esforço. E isso também vale para nós, adultos!

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Conhece a ti mesmo

CONHECE A TI MESMO

Carlos Adrian Villegas

Fonte: Palabra de Rudolf Steiner no Facebook – clique e conheça

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“Uma das tantas contribuições de Steiner Rudolf à humanidade é o chamado Micaélico de estar conscientes de nossa alma e espírito. Tudo que trouxe ao mundo foi produto de meditações internas, como produto de um ligeiro puxão interno que tende a libertar o nosso ser de nosso corpo físico. Mas não trouxe suas contribuições apenas como uma fonte de informação, mas muito além disso, como um trabalho artístico. Através do mesmo processo de auto-observação sutil, pode-se notar que a nossa cultura oferece um grande número de estímulos que atraem o nosso ser interno para uma ligação mais forte com o nosso corpo físico, para satisfazer os nossos sentidos e aos nossos instintos naturais. Tornando-nos reativos ao mundo exterior e domesticados pelas formas de consumo, criando um distanciamento do nosso mundo interno.”

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Uma das tantas contribuições de Steiner Rudolf à humanidade é o chamado Micaélico de estar conscientes de nossa alma e espírito.

Compreender requer uma sutil auto-observação. Pode-se então sentir em toda a obra de Rudolf Steiner, seja em filosofia, teologia, artística; em edifícios, esculturas, pinturas, conferências sobre história, ciência, medicina, agricultura, educação; em poucas palavras, que tudo trouxe ao mundo foi produto de meditações internas, como produto de um ligeiro puxão interno que tende a libertar o nosso ser de nosso corpo físico. Este efeito é particularmente pronunciado quando se observa uma boa atuação de euritmia clássica. Esta característica é típica do trabalho de um Grande Iniciado.

Algumas pessoas não estão cientes deste sentimento, mas sim sentem um medo interno, devido a sua ligação e apego com o corpo físico, o único que lhes faz sentir seguros na vida. Quando estas pessoas encontram a antroposofía, dirão com toda classe de justificativas inteligentes de por que não foi feita para elas.

Através do mesmo processo de auto-observação sutil, pode se notar que a nossa cultura oferece um grande número de estímulos que atraem o nosso ser interno para uma ligação mais forte com o nosso corpo físico, para satisfazer os nossos sentidos e aos nossos instintos naturais. Tornando-nos reativos ao mundo exterior e domesticados pelas formas de consumo.

A primeira classe de sentimento, de libertação da nossa consciência, ainda que sutilmente, de nosso corpo físico, é uma ajuda para a consciência da realidade do mundo espiritual.

Nossa civilização oferece estímulos para certos sentimentos. Atrai a mente sem proteção na direção de ilusões, que tanta gente gosta.

A nossa cultura é cheia de produtos que produzem sentimentos de classe instintiva, por exemplo as prateleiras dos supermercados estão cheias de produtos artificiais que não alimentam, realmente, mas satisfazem o nosso gosto, etc… Os sentimentos da verdadeira ciência espiritual são o início da compreensão de si mesmo e do mundo. É notável que estes sentimentos não estão apenas relacionados com as formas de arte antroposóficas, mas com tudo o que Rudolf Steiner produziu. Pode-se dizer que tudo o que produziu não estava pensado apenas como uma fonte de informação, mas que, além disso, como um trabalho artístico.

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O rei nos contos de fadas e a imagem do Self

O REI NOS CONTOS DE FADAS E A IMAGEM DO SELF

Hellen Reis Mourão

Fonte: www.cafecomjung.blogspot.com.br – clique e conheça

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“Nos contos de fadas o rei geralmente está velho, ou muito doente e precisa ser substituído. Ou seja, ele é incompleto. Associando-o a um símbolo do Self, como pode envelhecer e precisar ser renovado? Quando nos tornamos conscientes de algo, aquilo nos enche de vida e traz sentido a ela. No entanto quando algo fica consciente muito tempo e não nos renovamos, esse conteúdo se petrifica e a vida se torna enfadonha. Podemos então concluir que esse centro da psique não é estático e se renova constantemente e precisa ser compreendido e assimilado para que nossa vida coletiva e individual não se torne uma formula morta e sem sentido.”

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Os contos de fadas são recheados de figuras da realeza como reis, rainhas, princesas e príncipes.

Os reis nos contos são geralmente anônimos mostrando que se trata de um material da psique suprapessoal.

Como se trata de uma figura de grande destaque na sociedade, sua figura pode ser associada à manifestação de Deus na Terra, ou seja, eles representam a imagem do Self, aquele centro regulador da psique que se torna uma representação da atitude coletiva nos contos de fadas.

Von Franz (2005) diz que o rei incorpora um princípio divino, do qual depende o bem-estar físico e psíquico de toda a nação. É o princípio divino na sua forma mais visível, é sua encarnação e sua moradia.

Dessa forma observando a figura do rei podemos tirar alguns aprendizados sobre o Self e como a consciência coletiva (e individual) funciona mediante esse centro regulador.

Associar o rei ao Self faz sentido, pois no nível individual é desse centro regulador que depende todo o bem estar psíquico do individuo.

Nos contos de fadas o rei geralmente está velho, ou muito doente e precisa ser substituído. Ou seja, ele é incompleto.

Ora mas como um símbolo do Self pode envelhecer e precisar ser renovado?

Se transportarmos isso para o estudo das religiões a tendência dos rituais ou dogmas religiosos a tornarem-se superados depois de um tempo, a perderem seu impacto emotivo original, tornando-se fórmulas mortas. Embora adquiram qualidades positivas da consciência, como a continuidade, eles perdem o contato com a corrente irracional da vida e tendem a tornar-se mecânicos (Von Franz, 2005).

Isso vale para doutrinas religiosas e sistemas políticos que com o tempo se tornam obsoletos. Mas também para tudo em nossa vida. Quando nos tornamos conscientes de algo aquilo nos enche de vida e traz sentido a ela, no entanto quando algo fica consciente muito tempo e não nos renovamos esse conteúdo se petrifica e a vida se torna enfadonha.

Podemos então concluir que esse centro da psique não é estático e se renova constantemente e precisa ser compreendido e assimilado para que nossa vida coletiva e individual não se torne uma formula morta e sem sentido.

Entretanto em alguns contos de fadas o rei se nega a ser substituídos. Por exemplo, no conto de fadas O velho Rinkrank, dos irmãos Grimm, o rei manda construir uma armadilha contra os pretendentes a mão de sua filha, tentando evitar que o futuro genro assuma seu lugar.

No nível pessoal é possível observar que o ego, centro da consciência, possui uma estrutura em se tornar unilateral. A consciência adora ter o poder e sair desse estado é muito difícil e doloroso, mesmo que isso cause uma neurose no individuo.

Por esse motivo muitas pessoas relutam em fazer psicoterapia, ou desistem no meio do caminho, pois o ego deve abrir mão do controle e deixar que novas possibilidades surjam.

Muitas preferem se manter na unilateralidade e na neurose. É uma zona de conforto! Realmente fazer analise é um ato heróico.

Em termos coletivos vemos o quão difícil é a aceitação de algo novo por parte da consciência coletiva. No mito de Cristo vemos que ele foi humilhado e morto por trazer uma nova concepção da divindade.

Mas se quisermos evoluir e não nos tornarmos doentes precisamos lembrar que aquilo que um dia foi um bom remédio e algo excelente acaba se tornando destrutivo com o tempo. Perseverar em um curso de ação é bom até um determinado momento, por isso precisamos desenvolver uma flexibilidade e aceitar que possivelmente, em algum momento teremos que rever esse curso de ação e buscar um novo.

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