O QUE ESTÁ ACONTECENDO, DE UMA PERSPECTIVA OCULTA, COM A CONSCIÊNCIA HUMANA?


Dia 13 de agosto, palestra online:

O QUE ESTÁ ACONTECENDO, DE UMA PERSPECTIVA OCULTA, COM A CONSCIÊNCIA HUMANA?

com Leonardo Maia – administrador da Bibliblioteca Virtual da Antroposofia


“A pior peste não é que mata os corpos, mas que desnuda as almas, e esse espetáculo costuma ser horroroso.”

Albert Camus


Dia 13 de agosto, palestra online:

O QUE ESTÁ ACONTECENDO, DE UMA PERSPECTIVA OCULTA, COM A CONSCIÊNCIA HUMANA?

com Leonardo Maia – Administrador da Biblioteca Virtual da Antroposofia

Temas abordados:

– Encarnação planetária atual: Terra – desenvolvimento do EU/ consciência de si mesmo;
– Desenvolvimento gradual do ser humano: biografia, reencarnação e carma;
– O homem primitivo, o homem mediano e o homem evoluído;
– O ego e o caminho para o altruísmo;
– Liberdade, desenvolvimento moral e o Amor Universal;
– A estruturação social;
– Síndrome do pensamento acelerado: excesso de informações, tecnologia e a compressão temporal;
– Mecanização e automatização do pensar;
– Isolamento anímico e as relações sociais superficiais;
– A formação de bolhas nas redes sociais, as fake news e a falsa propaganda;
– As egrégoras de medo e ódio e seus impactos no pensar e sentir humanos;
– Os dogmas morais e o fanatismo cego;
– O fanático X o desonesto intelectual;
– A consciência pontual e o pensar vivo (espiritual);

Palestra em formato de slides com comentários.
Linguagem simples e acessível.
Sem técnicas de convencimento ou doutrinação, buscando apenas coerência na linha de causalidade por reflexão.

“Não há religião superior à verdade.” – Helena Blavatsky

Data: 13 de agosto – quinta feira às 20h
Valor: R$ 60,00
Vagas limitadas!!!

Endereço do link: https://www.sympla.com.br/o-que-esta-acontecendo-de-uma-perspectiva-oculta-na-consciencia-humana__907091

IMPORTANTE: Devido a solicitações das Instituições, quero colocar que minhas opiniões não refletem necessariamente posições da Antroposofia, das instituições antroposóficas e da Sociedade Antroposófica no Brasil ou a Geral.


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INSPIRAÇÃO PARA NOSSOS FILHOS


INSPIRAÇÃO PARA NOSSOS FILHOS

Leonardo Maia


Ser pai ou mãe é ser guardião da infância de nossos filhos, e nos tornarmos fonte de inspiração de impulsos solares, é um sinal que fomos bem no desempenho destes papéis.


Uma das qualidades mais mágicas do ser humano é a capacidade inspirar o outro. Ocorre quando algum aspecto ou gesto do outro nos toca de uma forma mais profunda e desperta uma força que impulsiona nossa vontade para alguma direção específica.

Pode se perceber isso em figuras inspiradoras de religiões e doutrinas – como Buda e Jesus, pensadores e filósofos – como Aristóteles e o próprio Rudolf Steiner e também em figuras mais próximas, que se destacam em suas áreas de atuação.

Esse aspecto magnífico do ser humano de inspirar e ser inspirado deve ser levado em conta também no núcleo familiar.

Dentro do núcleo familiar, temos a oportunidade de nos tornamos fonte de inspiração para nossos filhos: inspirar amorosidade, altruísmo, correção, sinceridade, o cuidado com o outro, esforço, a alegria de viver, resiliência, a capacidade de ver a vida com bons olhos entre outras coisas.

Mas lembre-se que isso não brota de discursos intelectualizados ou uma exigência de postura, mas sim do bom exemplo. Através do discurso intelectualizado, pode se criar um ambiente de política social, onde podem sugir máscaras para o bom desenvolvimento da vida social familiar.

Mas através do exemplo pode surgir aquela chama de veneração que reflete positivamente na formação da moralidade da criança.

Esse aspecto acaba nos forçando a estarmos cada vez mais atentos quanto a nossa forma de atuação e também que estejamos presentes na vida deles, pois precisamos que eles nos conheçam e nos percebam… requer intimidade, e também que nossa busca seja genuína.

Ser pai ou mãe é ser guardião da infância de nossos filhos, e nos tornarmos fonte de inspiração, de impulsos solares, é um sinal que fomos bem no desempenho destes papéis.

Leonardo Maia


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Apanhando para aprender


APANHANDO PARA APRENDER

Nelson Cadena

Fonte: IBahia Blogs


“Deve haver rigor, severidade. E vou dar um passo a mais, e talvez algumas mães fiquem com raiva de mim, desculpem: deve sentir dor.”

Milton Ribeiro – Pastor Evangélico e novo Ministro da Educação do Governo Bolsonaro


Mais uma vez, quero deixar claro a Biblioteca não apoia nenhum tipo de violência e agressões física ou morais na educação e continuo afirmando, que na minha opinião, essa agenda ideológica do governo Bolsonaro – algo como um “Militarismo neopentecostal liberal” vai contra os preceitos indicados pela Antroposofia e, na pasta da educação, desde seu início, contra os preceitos da Pedagogia Waldorf.

E, devido a solicitações das Instituições, quero colocar que minha opinião não reflete necessariamente posições da Antroposofia, das instituições antroposóficas e da Sociedade Antroposófica no Brasil ou a Geral.

Porém, se faz necessária a reflexão sincera e pensamento vivo para observação do caminho indicado pela Antroposofia: o posicionamento pessoal, escolhas de representação e sua coerência com o caminho interior – com o pensar, o sentir e a ação no mundo. Este é um aspecto essencial do caminho interior indicado por Steiner para professores e antropósofos em geral, que, na minha opinião, está sendo obscurecido hoje: “Vivo aquilo que acredito?”

“Apanhei e não morri… Não morreu, mas acha natural a violência e enxerga nela uma forma de educar.”

Leonardo Maia

Segue um texto no blog IBahia Blogs de Nelson Cadena chamado Apanhando para aprender:

APANHANDO PARA APRENDER

Os castigos corporais com palmatórias e outros instrumentos nas escolas baianas

No século XIX o aluno de mau comportamento, ou com dificuldade de aprendizagem, apanhava. Era um traço cultural arraigado na sociedade baiana, como em todo o país, admitido sem ressalvas pelos próprios pais de família. O jornal Correio Mercantil em edição de 20 de fevereiro de 1839 explicava que pais de família solicitavam aos professores “o toque de bolos” para seus filhos e recomendavam “o surre”. Outros, ao contrário, pediam menor rigor nos castigos. O castigo corporal aos alunos não era exclusividade das escolas, mas, pratica que vinha de casa. Uma caderneta com notas baixas resultava numa surra, as vezes com requintes de violência, uso de chicote de couro, inclusive. Uma Lei Imperial de 1827 proibiu os castigos corporais, mas não vingou na prática. Alguns pais de família consideraram a lei inapropriada e abusiva.

A chamada palmatória era o método mais usual de castigo para crianças. Consistia em bater na mão com uma regra de madeira de lei, longa e grossa ; deixava os dedos vermelhos e doloridos por um bom tempo. Os “educadores” recomendavam que deveria ser na palma da mão esquerda e não mais do que dois ou três batidas, porém, professores mais exaltados batiam nas duas mãos. Era a mais leve das punições. Outros castigos consistiam em bater com cipó grosso trançado, nas pernas ou nas costas, muito praticado na Bahia. A palmatória com férula era a mais dolorosa, usava um objeto circular (ou retangular) de madeira que o professor segurava através de uma haste.

O Barão de Macahubas, Dr. Abílio César Borges, educador baiano reconhecido como um dos luminares de seu século na sua área de atuação, escreveu em 1876 um texto intitulado “Vinte anos de propaganda contra o emprego da palmatoria e outros meios aviltantes no ensino da mocidade”. Defendia a extinção definitiva dos castigos corporais em sala de aula e destacava que “a férula, em vez de auxílio, é antes um obstáculo ao desenvolvimento”. Pregava no deserto e no seu colégio esta regra teve pelo menos uma exceção documentada. As palmatórias continuaram por mais sete, oito décadas, com menor incidência e violência no século XX. E sem a mesma complacência dos pais.

Um dos castigos mais chocantes era o da prisão no xadrez da escola, para os alunos internos. Equivalia a uma solitária. No século XX os castigos corporais já incluíam outros procedimentos: o bufete, que consistia num tapa na cara; o puxão de orelha com força capaz de provocar danos da cartilagem; a palmatoria com vara e o chamado belisco de freira, com a ponta dos dedos e unha crescida. Os colégios de religiosos implementavam o ajoelhamento. O aluno ajoelhava-se no milho, no sal grosso, no tijolo, por tempo suficiente até o joelho se ferir, as vezes sangrar.

Praticavam-se ainda os castigos considerados mais amenos, de efeito moral: subir num banco e ficar horas na mesma posição; ficar em pé num canto da sala, olhando a parede; usar orelhas de burro; ficar sem comer no recreio; escrever uma frase um milhar de vezes num caderno, “dever” para ser feito no colégio, ou, em casa. Reter o aluno por uma ou duas horas a mais na sala, era outra forma de punição. Os pais iam buscar no horário informado pela escola. Punição moral, não menos humilhante, era repetir perante os colegas frases em voz alta dando conta de sua burrice ou mau comportamento.

Por incrível que pareça muitas destas práticas permaneceram em alguns estabelecimentos, em especial nos internatos, até a década de 1960 e mais do que isso. As leis eram letra morta. De nada valeram as de 1827 que condenava os suplícios do corpo; a de 1854 (Couto Ferraz) que substituiu os castigos físicos pelos morais e outras tantas no século XX cujo efeito prático foi apenas intimatório, não coibia a ação de “educadores” que “educavam” do jeito que foram “educados”.

Nelson Cadena


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A ilusão de superioridade


A ILUSÃO DE SUPERIORIDADE

Marcos Acosta Soler

Tradução livre e nota: Leonardo Maia

 


A incapacidade de perceber a essência divina no outro reflete uma aspecto inferior da alma individual, escondida na ilusão de superioridade, seja étnico-racial, social ou intelectual.


Nota de Leonardo Maia: Acho muito válida a reflexão do Marcos Acosta Soler, principalmente pela questão do ódio que é uma força extremamente destruidora. A verdadeira transformação ainda precisa passar pelo âmbito da individualidade, pois se não a atingir, a liberdade segue limitada pelo dogma moral social e não pelo reconhecimento e sacramentação do outro a partir da minha própria consciência. Porém, é um passo muito grande, considerando a força inconsciente que ainda domina o coletivo e atinge muitas pessoas  que ainda estão na ilusão de superioridade, seja étnico-racial, social, intelectual/ideológica e até mesmo religiosa. Portanto a luta contra o racismo, tanto no âmbito pessoal quanto estrutural é essencial, pois temos muito a caminhar…

Segue o texto do Marcos Acosta Soler:

“Combater o racismo como se fosse o inimigo não faz sentido. Todo o excesso de força que vemos derramado contra os mais fracos é a força do ódio, do egoísmo e da vingança. O ódio é o poder falso, mas acima de tudo o ódio é a dor que todos carregamos dentro de si, mesmo que seja negada um milhão de vezes. O ódio está nas entranhas profundas da alma, invadindo o fígado até gerar a raiva que cospe o veneno violento, e essa raiva, como um fardo intransponível, deve ser desencorporada para se sentir aliviada. Essa desincorporação é expressa em agressividade, violência e repúdio. E fazemos isso desculpando-nos na diferença para justificar nossa força extrema e doentia.

Todo aquele que se separa de mim, que é diferente de mim, pode ser usado para ser atacado e destruído; e se também parece mais fraco, torna-se um alvo mais fácil de destruir. O inimigo não é racismo, o inimigo somos nós mesmos. Hoje eles são pessoas de outra cor e amanhã serão aqueles que falam em outro idioma, aqueles que pensam diferente de mim ou aqueles que vêm de lugares remotos. As pessoas ainda não encontraram a fusão com a sabedoria unitária.

Se não entendermos que, diante da sabedoria unitária, não há um ponto de vista específico ou possíveis diferenças entre cada um de nós e os outros, a maturidade e a evolução de um indivíduo serão incompatíveis com a coexistência social. Quando internalizamos esse fato com a força do coração, o amor reinará na cabeça, e veremos que a verdadeira Luz é a Luz do amor.

A luta real, a única que faz sentido, não é a luta contra o outro, mas a luta contra suas próprias misérias, que agem como paredes de aço intransponíveis em direção à sua própria liberdade.”

Marcos Acosta Soler


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Reconhecer-se com liberdade


RECONHECER-SE COM LIBERDADE

Rudolf Steiner


Receba as crianças com reverência;
Eduque-as com amor;
Encaminhe-as com liberdade.

Rudolf Steiner


No meu pensar vivem pensamentos cósmicos,
Em meu sentir tecem potências cósmicas,
Em meu querer atuam seres do querer.

Eu quero reconhecer-me
Em pensamentos cósmicos,
Eu quero vivenciar-me
Em potências cósmicas,
Eu quero criar-me
Em seres do querer.

Assim eu não termino nos limites do cosmo
E nem nas amplidões do espaço,
Eu começo nos limites do cosmo
E nas amplidões do espaço
E termino finalmente em mim,
Reconhecendo-me em mim.

Rudolf Steiner – GA40


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A ESPIRAL DO AMOR UNIVERSAL


A ESPIRAL DO AMOR UNIVERSAL

Leonardo Maia


O Amor Universal é o Religare – a sacramentação de toda a Manifestação: a conexão com o divino em nós, seu reconhecimento no outro e em cada aspecto da vida.


O amor fraterno transcende cada aspecto do amor egoísta até culminar no verdadeiro Amor Universal, um amor verdadeiramente altruísta:

Do amor egoísta (a mim mesmo) para o amor exclusivo à pequena família/pequeno grupo, para o amor à tribo/nação, para o amor à toda comunidade humana e para o Amor Universal – à toda a Manifestação.

Cada pequeno passo é a ampliação da espiral de amor.

O Amor Universal é o Religare – a sacramentação de toda a Manifestação: a conexão com o divino em nós, seu reconhecimento no outro e em cada aspecto da vida.

Leonardo Maia


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O que acontece na infância, não fica na infância…


O QUE ACONTECE NA INFÂNCIA. NÃO FICA NA INFÂNCIA…

Carolina Vila Nova

Fonte: lounge.obviousmag.org


“Quer um filho saudável, feliz e bem sucedido? Proteja sua infância. Viva seus dias com ele e para ele. Ser criança é estar aberto para aprender com seus pais, absorvendo tudo, sem possibilidade de filtrar o que é bom e o que é ruim. Se na maioria das vezes, nem mesmo os pais percebem o quão falhos são, quem dirá as crianças? Não somos responsáveis por nossa infância e nem pelo que fizeram conosco. Mas somos sim, totalmente responsáveis pela infância de nossos filhos.”


Afinal, porque tratamos de assuntos da nossa vida infantil em consultórios psicológicos e psiquiátricos, quando na verdade estamos buscando algo para a vida adulta? A felicidade no amor, paz na família, sucesso na vida profissional e tantos outros diferentes e desejados propósitos parecem estar todos conectados com um segredo lá atrás, na infância de cada um de nós…

Será mesmo?

Há tempos, sabemos da importância da infância para uma vida adulta feliz e saudável. Recentemente, li algo sobre o assunto, que citava o seguinte exemplo: se uma criança, que chora e pede para ser alimentada, é ignorada pela mãe no momento do choro, mas é atendida quando espera em silêncio, esta criança grava em seu subconsciente, que quando quer alguma coisa não deve pedir e nem chorar, mas esperar, pois alguém vai perceber sua necessidade apenas em seu silêncio. Achei o exemplo esplêndido, porque apesar de fazer muito sentido e parecer lógico, é algo tão cruel, que eu não havia pensado nisso. Esta criança se tornará um adulto que não luta pelo que quer, mas que espera silenciosamente. Percebi o quanto pequenas atitudes podem influenciar o comportamento de um individuo a sua vida inteira, sem que o mesmo nem se dê conta.

Certa vez, tive a seguinte experiência com vizinhos de apartamento: as paredes não eram maciças o bastante para abafar os sons mais altos. Todos os dias, a mãe das crianças parecia um anjo enquanto o marido estava em casa: falava baixinho e parecia a melhor mãe do mundo, além de esposa exemplar. Porém, assim que o marido saía de casa, a mulher começava a gritar freneticamente com as crianças. Por vezes, trancava-as no banheiro ou no quarto para limpar a casa. O caso era claro: o casamento não ia bem, a mulher estava sempre competindo com a ex-mulher do marido e tentava a todo custo manter a casa na mais perfeita ordem. Quando o homem chegava em casa, a mesma estava impecável e a mulher parecia ser tranquila.

Eu me pergunto: o que aquelas duas crianças vão levar para suas vidas adultas sobre essas experiências com sua mãe? Será que sempre verão no pai, o falso herói, que era capaz de transformar a mãe nervosa em uma pessoa calma e prestativa? Será que se darão conta algum dia, da oscilação terrível de humor a que eram submetidos diariamente, por conta da insegurança da mãe? De que forma esse tipo de experiência afeta a vida das pessoas quando já adultas? Será que todo estudo de psicologia e psicanálise nos permite mesmo olhar para trás e trabalhar o que nos foi feito quando ainda éramos tão vulneráveis e vazios de aprendizado?

Não conheço as respostas para essas questões, mas gosto das dúvidas que elas proporcionam. Conheço uma psicóloga que decidiu pausar sua vida profissional, quando se tornou mãe. Ela sabia da importância fundamental dos dias infantis de sua filha, para que a mesma pudesse se tornar uma adulta feliz e segura, sem traumas e com comportamentos oriundos de uma infância mal vivida. Certamente, muitas mães fariam o mesmo, se soubessem do grau tão elevado de importância da infância, na vida de um ser humano.

Quer um filho saudável, feliz e bem sucedido? Proteja sua infância. Viva seus dias com ele e para ele. O proteja de atitudes bobas como a da mãe que maltratava seus filhos, toda vez que o marido saía de casa.

Ser criança é estar aberto para aprender com seus pais, absorvendo tudo, sem possibilidade de filtrar o que é bom e o que é ruim. Se na maioria das vezes, nem mesmo os pais percebem o quão falhos são, quem dirá as crianças?

Não somos responsáveis por nossa infância e nem pelo que fizeram conosco. Sobre isso e para isso, utilizamos os recursos da psicologia. Mas somos sim, totalmente responsáveis pela infância de nossos filhos.

Que todo amor seja destinado aos nossos. E quando necessário, vale buscar ajuda profissional, já que o assunto é tão sério, delicado e difícil.

Porque o que acontece na infância, não fica na infância.

Mas fica… para a vida toda!


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Apanhei e não morri..


APANHEI E NÃO MORRI…

Fonte: Página Winnicott no Facebook


Apanhei e não morri…
Não morreu, mas acha natural a violência e enxerga nela uma forma de educar.


Não morreu,
mas enfrenta problemas no relacionamento com os pais!
Não consegue dizer “eu te amo” olhando nos olhos,
E essa frieza dói tanto que respinga na relação com seus filhos!

Não morreu,
mas precisa curar sua infância na terapia
E sente que seria mais amoroso se tivesse recebido amor em vez de tapas

Não morreu,
mas se tornou uma pessoa violenta e explosiva com seu companheiro e filhos.

Não morreu,
mas acha natural a violência e enxerga nela uma forma de educar.

Não morreu,
Mas até hoje não sabe o que fazer com sentimentos como a raiva ou a tristeza.

Não morreu,
Mas é inseguro, não acredita em si mesmo e não consegue se aceitar do jeito que é.

Toda criança merece uma infância que não precise ser curada mais tarde.

Não basta não morrer.

Ninguém veio ao mundo só para ser um sobrevivente.
Uma criança que apanha não deixa de amar aos pais, deixa de amar a si mesma.

FONTE: Página Winnicott no Facebook


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6 PRINCÍPIOS WALDORF QUE PODEM SER ADOTADOS POR QUALQUER FAMÍLIA


6 PRINCÍPIOS WALDORF QUE PODEM SER ADOTADOS POR QUALQUER FAMÍLIA

Fonte: Escola La Casa del Sol


As crianças não se desenvolvem da mesma maneira, nem se desenvolvem na mesma proporção. A educação Waldorf nos ensina a estar atentos às necessidades de cada criança e a parar de esperar que nossos filhos sejam o que não são.


A Pedagogia Waldorf é um sistema de educação alternativo que se concentra no desenvolvimento integral de uma criança. As escolas Waldorf integram conteúdo artístico, prático e intelectual em seu currículo e se concentram em habilidades sociais e valores espirituais.

A educação de Waldorf começou, inspirada na filosofia de Rudolf Steiner, em 1919, quando foi aberta, a primeira escola na Alemanha. Steiner acreditava que as crianças aprendiam melhor quando eram encorajadas a usar sua imaginação. Ele argumentou que a educação tinha que levar em conta os aspectos físicos, comportamentais, emocionais, cognitivos, sociais e espirituais de cada criança.

Muitos benefícios foram associados a uma educação Waldorf. O livro Educação Alternativa para o século XXI fornece evidências de que as escolas Waldorf permitem o desenvolvimento integral das crianças.

Aqui estão 6 princípios da pedagogia Waldorf que acreditamos que todas as famílias deveriam adotar:

1. A INFÂNCIA NÃO DEVE SER TOMADA COMO CARREIRA

As crianças não se desenvolvem da mesma maneira, nem se desenvolvem na mesma proporção. A educação Waldorf nos ensina a estar atentos às necessidades de cada criança e a parar de esperar que nossos filhos sejam o que não são.

2. TORNE-SE UM NARRADOR

Dizem que Einstein disse uma vez: “Se você quer que seus filhos sejam inteligentes, leia contos de fadas. Se você quer ser mais inteligente, leia mais contos de fadas”. A educação Waldorf compartilha esse ponto de vista. A educação Waldorf enfatiza a importância de contar/narrar histórias ao invés de ler (mecanicamente) histórias. A narração de histórias desenvolve a imaginação de uma criança.

3. CONECTE-SE COM A NATUREZA TODOS OS DIAS

As crianças prosperam na atividade física. Brincar fora (jardim, praça ou na natureza) também estimula sua criatividade. Conectar-se a natureza significa ensinar nossos filhos a estar mais atentos ao mundo que os rodeia. Significa ensiná-los a tomar tempo para cheirar as flores e observar as coisas diferentes e as pessoas em seu ambiente. A natureza também tem um efeito calmante sobre as crianças.

4. ESTIMULE SEUS FILHOS A BRINCAR

A educação Waldorf baseia-se no princípio de que os brinquedos mais simples incentivam a criatividade. Steiner enfatizou a necessidade de brinquedos mais naturais e argumentou que os brinquedos devem proporcionar às crianças experiências sensoriais. Ele acreditava que, quando os brinquedos são simples e abertos, eles incentivam a criatividade das crianças porque elas podem usar sua imaginação. A educação Waldorf favorece os brinquedos simples e ecológicos aos quais todos têm acesso.

5. ESTABELECER ROTINAS

Na educação Waldorf, dá-se grande importância ao ritmo. Existem muitos benefícios para o estabelecimento de rotinas, pois proporcionam às crianças uma sensação de segurança e aproximam-se de um plano mais terrestre.

6. CRIAR ESPAÇO PARA A ARTE

A arte é um aspecto importante na Pedagogia Waldorf. Criar espaço para a arte significa proporcionar aos nossos filhos momentos não estruturados em que eles podem praticar o jogo criativo. É nesses momentos que eles desenvolvem sua criatividade.

Fonte: Escola La Casa del Sol


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Os seis exercícios básicos de Rudolf Steiner


OS SEIS EXERCÍCIOS BÁSICOS DE RUDOLF STEINER

Resumo por Moacyr M. Morais e Jorge K. Hossomi

Fonte: O conhecimento dos mundos superiores – Rudolf Steiner


Os seis exercícios básicos de Rudolf Steiner:

1- Objetividade: controle do pensamento
2- Ações: Controle da Vontade
3- Equanimidade: Controle da expressão de sentimentos
4- Positividade: buscar a verdade, beleza e bondade
5- Mente Aberta: Receptividade a novas experiências
6- Harmonizar: exercitar todas as práticas


1 – Orientação para a direção do pensamento: relaxe, mergulhando em você mesmo, deixando sua mente completamente limpa. Concentre-se plenamente em uma imagem ou em um pensamento que não tem nada a ver com seus deveres diários. Por exemplo, imagine um triangulo equilátero. Então dissolva-o. Então reconstrua-o em sua mente. Então dissolva- o novamente. Elimine todos os pensamentos associativos que venham em sua mente. É importante realizar isto diariamente ainda que por alguns minutos. É o primeiro passo para se obter domínio dos próprios pensamentos. Uma imagem de uma árvore, de um ser humano, ou de um objeto inanimado como um botão, ou um lápis também podem ser utilizados. Sentenças, frases ou mesmo uma simples palavra também podem ser utilizados nesses exercícios.

2- Controlar os impulsos da vontade: a maior parte de nossas ações serve para um propósito. Esse exercício depende da escolha de algo que é inútil. Como ele não serve para nenhum propósito é um ato completamente livre. Escolha alguma ação que não seja necessária e faça todos os dias no mesmo horário. Por exemplo, você pode escolher sentar-se em uma cadeira todos os dias ás 8:00h. Em seguida, acrescente uma segunda ação, e mantenha o primeiro exercício. Esse exercício fortalecerá a vontade.

3- Serenidade na alegria e na tristeza: mantenha o auto controle na alegria e na tristeza. Não caia em extremos. Isto cria calma interior e fortalece a vida dos sentimentos. Esse exercício tem a ver com o treino dos sentimentos.*

4- Positividade no julgamento do mundo: desenvolva uma atitude positiva. Veja o belo, o precioso, a bondade em todas as experiências, em todos os seres vivos. Elimine a crítica. Isso desenvolve a apreciação pela vida.

5- Cultivar a abertura para todas as coisas: aprenda algo novo de cada coisa e de cada pessoa. Isso nos mantém flexíveis e despertos.

6- Repetir os cinco exercícios sistematicamente.

Resumo por Moacyr M. Morais e Jorge K. Hossomi

Fonte: O conhecimento dos mundos superiores – Rudolf Steiner


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