O PENSAMENTO AUTÔMATO E AS BOLHAS IDEOLÓGICAS

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O PENSAMENTO AUTÔMATO E AS BOLHAS IDEOLÓGICAS

Leonardo Maia


“Somente se você aplicar uma reflexão profunda e madura sobre as correntes arimânicas, você será capaz de apreender a gravidade da situação presente.“

Rudolf Steiner


Absorver informações sem condições de ponderação consciente, devido ao seu volume e velocidade – muita informação e atualização velocíssima que chegam ao indivíduo em tempo real devido às novas tecnologias geram a percepção de que a realidade é a própria informação, seja ela verdadeira, falsa ou distorcida. Absorve-se inconscientemente, automaticamente.

Aliado a este processo, temos as correntes ideológicas e doutrinárias que, com a ajuda tecnológica dos algoritmos das redes sociais, criam bolhas de informação que aprisionam os indivíduos em padrões de pensamento restritos. Gerando indivíduos inconscientes, autômatos (que respondem automaticamente aos estímulos coordenados) e com um pensar padronizado – um não pensar, apenas a absorção e replicação das informações disponibilizadas, sejam elas verdadeiras, falsas ou distorcidas…

As redes sociais são as ferramentas que fomentam tais bolhas ideológicas através do algoritmo que “decide” quais informações o usuário vai receber. A possibilidade de ser um processo premeditado para manipulação de grupos e da mente coletiva é grande pela simples indisponiblização de opções como a de ver todas as publicações, ou filtrá-las por data ou relevância – procedimento muito simples ocultado em tais redes.

Todo este processo tem relação direta com a atual polarização e com o impulso da crescente indiferença ao outro ser humano, principalmente aquele que não me traz benefícios diretos ou indiretos, relativização do mal e inflamação de raiva e ódio acarretados por reação autômata, principalmente por impulsos contrapostos (adversos/contrários), sejam ideológicos ou sociais (todos os tipos de relacionamentos sociais).

Todo este processo pode gerar um Impulso de moralidade imposta, contrária ao desenvolvimento da moralidade livre, nem mesmo pela imoralidade individual, mas pela sua amoralidade e inconsciência e também através da marginalização e intolerância com quem está fora do meu espectro ideológico estimulando nas pessoas a utilização de máscaras sociais para aceitação.

Leonardo Maia

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A HIERARQUIA DE DISCORDÂNCIA DE PAUL GRAHAM E A ALMA DA CONSCIÊNCIA

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A HIERARQUIA DE DISCORDÂNCIA DE PAUL GRAHAM E A ALMA DA CONSCIÊNCIA

Leonardo Maia


“O objetivo do argumento, ou da discussão, não deve ser vitória, mas progresso.“

Joseph Joubert


Aqui vai uma pequena ponte entre a perspectiva de desenvolvimento da consciência humana em direção à Alma da Consciência segundo a Antroposofia e a Hierarquia de Discordância de Paul Graham:

HIERARQUIA DE DISCORDÂNCIA DE PAUL GRAHAM

NÍVEL 1 – DESRESPEITO E XINGAMENTO: puro xingamento e nada mais. Usa a grosseria para se posicionar contra sem elaborar.

NÍVEL 2 – AD HOMINEM: ao invés de discordar do ponto principal prefere atacar o autor. (Burro! Machista! Homofóbico! Ignorante! e etc…)

NÍVEL 3 – ESCRITA / RESPOSTA AO TOM: critica o estilo da escrita sem justificar e sem analisar o ponto central. Ataca a forma do discurso e não o seu conteúdo.

NÍVEL 4 – DO CONTRA: se coloca contrário mas sem justificativas e/ou raciocínio. Consiste na mera afirmação de uma ideia contrária à do texto original. (“Isto é muito ruim.”)

NÍVEL 5 – CONTRA-ARGUMENTAÇÃO: contradiz o que foi dito com justificativas e raciocínio. É uma forma de discordância superior às anteriores, e com maior potencial para afetar positivamente a discussão em alguns casos. Consiste em uma forma mais sofisticada de contradição, onde além de confrontar o conteúdo da proposição original, também são apresentados argumentos sólidos e logicamente sustentáveis como embasamento.

NÍVEL 6 – REFUTAÇÃO DE TRECHO: É um nível onde há contribuição real ao debate, e consiste em uma evolução do contra-argumento. Mas agora, atacando um ponto relevante da ideia original e que de fato tenha sido defendido pelo autor.

NÍVEL 7 – REFUTAÇÃO DO PONTO CENTRAL: Esse é o nível máximo de discordância, onde a refutação tem como alvo o ponto central da ideia defendida pelo autor original. Uma vez refutado o ponto central, toda a argumentação precisa ser abandonada ou revista, levando a discussão a níveis cada vez mais altos e gerando aprendizado.

Aqui, ao subirmos os níveis da Hierarquia de Discordância de Paul Graham, podemos perceber um caminho similar ao proposto pela Antroposofia em direção à Alma da Consciência – onde se faz clara a necessidade da superação dos aspectos inferiores da Alma Humana para uma busca autêntica e honesta em direção à Verdade.

Observe que quanto mais inferior o nível da Hierarquia, menos consciência existe em relação ao que está sendo discutido ou abordado, onde geralmente se refletem aspectos como pessoalidade, simpatia/antipatia, parcialidade, necessidade de auto-afirmação pessoal (egocentrismo), incapacidade de observar ou pensar (e compreender) o que está sendo abordado e etc…

Nos níveis inferiores, estou mergulhado na inconsciência em relação ao tema ou me recuso a aceitar a Verdade (por necessidade do ego inferior). Em ambos posso me tornar veículo de Forças Adversas, tanto na perspectiva de me tornar veículo inconsciente ou mesmo por conscientemente ignorar aspectos da realidade pela não aceitação da Verdade que confronta as minhas necessidades pessoais ou de auto-afirmação (certezas intransigentes e imperativas).

Leonardo Maia


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O CORPO ETÉRICO DE CRISTO

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O CORPO ETÉRICO DE CRISTO

Rudolf Steiner


Relativizar o mal é um ato anti-Crístico. 


“Quando sabemos que o corpo etérico de Cristo se desenvolve a partir de sentimentos humanos de compaixão e amor, a declaração bíblica: “O que você fez ao menor dos meus irmãos, você fez a mim” torna-se muito real, porque até o fim da fase terrestre de evolução, Cristo moldará seu corpo etérico  a partir da compaixão e do amor humanos.”

Rudolf Steiner (GA 143 – 18 de maio de 1912)


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OS SETE ARCANJOS

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OS SETE ARCANJOS

Giorgio Tarditi Spagnoli

Tradução livre: Leonardo Maia


Os Arcanjos, como espíritos, agem como um EU individual dentro da alma do povo. Eles dão a eles sua língua nativa, o caráter peculiar das pessoas e a missão dos povos no mundo.


Os Arcanjos são os Espíritos dos Povos que protegem e dão o espírito nacional aos vários povos da Terra. Eles eram a humanidade do Antigo Sol. Na nomenclatura indo-tibetana adotada pela teosofia, eles são conhecidos como Dhyani-Chohan. Eles também são chamados de Espíritos do Fogo porque se expressam no elemento ar penetrado pelo calor.

A parte mais inferior da constituição desses seres é o corpo astral, de modo que sua constituição oculta é:

1 – Espírito Vital
2 – Identidade Espiritual
3 – Eu
4 – Corpo Astral

O corpo astral é o último corpo identificado, enquanto o corpo etérico está localizado no espaço. É até possível visualizar graficamente seus corpos etéricos. Na verdade, observando um mapa onde a distribuição linguística das populações humanas está localizada, podemos ver a extensão dos corpos etéricos dos respectivos Espíritos do Povo. Esses corpos etéricos arcangélicos contatam/permeiam a Alma do Povo, ou seja, a união dos corpos astrais humanos compostos de todos os membros de um único povo.

Além disso, os corpos etéricos dos vários arcanjos também fazem contato com as forças do solo de cada nação, gerando a atmosfera etérica na qual vive o Genius Loci, o Espírito do Lugar. É importante notar que os corpos arcangélicos etéricos não coincidem necessariamente com as fronteiras políticas, mas com as fronteiras lingüísticas e, portanto, culturais: os Arcanjos são os inspiradores de todas as linguagens do mundo. A discrepância entre política, sociedade e linguagem está na raiz de muitas ações de rebelião que o Espírito do Povo emana à Alma do Povo para que os homens que fazem parte da Alma comum ganhem sua independência.

Porém, depois do Mistério do Gólgota, os mais evoluídos deles, os Sete Arcanjos, são desatados das pessoas que ajudaram no passado, comprometendo-se periodicamente como Espíritos das Eras ou Genes dos sete planetas sagrados. Eles, portanto, antecipam sua evolução em direção aos Principados (Archai ou Espíritos do Tempo), a hierarquia celestial superior a eles. Quando os arcanjos atuam como Espíritos das Épocas, eles presidem ciclicamente por períodos de cerca de 300-350 anos.

COMO ARCANJOS DAS ÉPOCAS

Esses três séculos são portais espirituais através dos quais os Sete Arcanjos enviam seus impulsos planetários, por sua vez, dentro de uma determinada época de cultura, para que a evolução dessa época possa ser realizada completamente. Nossa era atual é a quinta era pós-Atlântida e atualmente é caracterizada pela regência de Micael.

A divisão dos períodos de regência é a seguinte:

Micael – Sol : de 550 a.C. a 200 a.C.
Orifiel – Saturno: de 200 a.C a 150 d.C.
Anael – Vênus: de 150 a 550 d.C.
Zacariel – Júpiter: de 550 a 800 d.C.
Rafael – Mercúrio: de 850 a 1190 d.C.
Samael – Marte: de 1190 a 1510 d.C.
Gabriel – Lua: de 1510 a 1879 d.C.
Micael – Sol: de 1879 a 2233 d.C
(…)

Vamos observá-los em ordem:

1 – GABRIEL (LUA)

Gabriel da Lua é um arcanjo com qualidades femininas distintas. Ele trouxe a anunciação a Maria e, portanto, preside os nascimentos. A Época de Gabriel atua principalmente no corpo físico e, portanto, prepara o caminho para o materialismo, portanto, para a descida mais profunda possível que corresponde à próxima ascensão;

2 – MICAEL (SOL)

Micael do Sol é o arcanjo que carrega a face do Cristo e inspira pensamentos espirituais que nos permitem superar o materialismo. O poder de vida do Segundo Logos, o Filho, passa por esta entidade. Ele é o mais evoluído dos Arcanjos e está associado ao esplendor das erupções solares. Ele carrega um impulso universal que torna possível superar a divisão das pessoas de acordo com o sangue, sexo e religião. Ele colabora com outra entidade espiritual muito elevada, a Divina Sofia, a Alma do Mundo, que preside a sabedoria presente na Natureza.

Ele é o presságio do cosmopolitismo. A realização de uma “Europa Unida”, como irmandade do Espírito do Povo Europeu, depende precisamente da ação deste Arcanjo. No entanto, seus impulsos foram capturados por seres decadentes, os espíritos arimânicos, de forma que apenas uma união econômica e não espiritual foi alcançada. Durante a Época de Micael, a ação é dirigida principalmente ao corpo etérico e, em particular, ao pensamento, à mente. O homem, por um ato de livre escolha, deve elevar seu pensamento a uma compreensão dos pensamentos cósmicos que Micael traz. Quando o homem carrega pensamentos cósmicos dentro de si, ele desata o pensamento do cérebro físico para o pensamento vivo do cérebro etérico;

3 – ORIFIEL (SATURNO)

Após a presente regência de Micael, retornaremos à uma era de Orifiel mais severa, conectada à vontade humana. Ele separa o diferente e cristaliza suas formas. Durante a Época de Orifiel a ação é dirigida principalmente ao corpo astral, para fortalecer a vontade, resistindo aos impulsos opostos de prazer e dor. Orifiel concretiza nossas imagens astrais para que sejam combatidas até as profundezas do sistema ósseo: todo o mal feito pelo homem na época anterior se acumula no plano astral. Orifiel o libera para que o homem possa conectar suas ações com suas consequências;

4 – ANAEL (VÊNUS)

Anael de Vênus mostra a beleza de cada dia e inspira amor até mesmo para os menores eventos da vida. O poder da consciência do “Primo Logos”, o Pai, passa por este ser sublime. Durante a Época de Anael, a ação é dirigida principalmente para a alma das sensações e a percepção da beleza do Cosmos. Anael inspira o Eu a reconhecer-se conscientemente no mundo, levando, em última instância, à devoção ao Pai que criou o mundo.

5 – ZACARIEL (JÚPITER)

Zacariel de Júpiter torna as pessoas cientes dos eventos e inspira paz e prosperidade entre as pessoas, incentivando a formação de comunidades. A ação da Época de Zacariel é dirigida principalmente à alma racional, para que cada homem possa se reconhecer em seu próximo. A sabedoria que guia o indivíduo singular é percebida como o vínculo que une os diferentes homens na Fraternidade do Espírito;

6 – RAFAEL (MERCÚRIO)

Rafael de Mercúrio é o arcanjo que une o que está dividido, restaura o equilíbrio entre todos os opostos e prepara para as próximas mudanças. A Época de Rafael atua principalmente na alma da Consciência;

7 – SAMAEL (MARTE)

Samael de Marte é o arcanjo do conflito e inspira oposição para superá-lo. O poder da forma do Terceiro Logos, o Espírito Santo, passa por este ser, cuja tarefa é canalizar a vida em formas vivas no plano material. A Época de Samael é dirigida principalmente para a fortificação do EU através do conflito.

Os Arcanjos, como espíritos, agem como um EU individual dentro da alma do povo. Eles dão a eles sua língua nativa, o caráter peculiar das pessoas e a missão dos povos no mundo, ou seja, seu destino.

por Giorgio Tarditi Spagnoli

Tradução livre: Leonardo Maia

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A SEMENTE OCULTA DA POLARIZAÇÃO IDEOLÓGICA

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A SEMENTE OCULTA DA POLARIZAÇÃO IDEOLÓGICA

Leonardo Maia


O que podemos observar para buscar a compreensão do momento atual e, principalmente, a atual polarização ideológica?


Aqui vamos considerar “Sorath” e os ciclos de 666. Steiner afirma que as forças Luciféricas e Ahrimanicas trabalham juntas quando estamos sob os “portais” Sorath (na verdade, elas trabalham juntas o tempo todo, mas acredito que ele quis dizer que na direção dos impulsos Sorath – o opositor de Cristo, o Demônio Solar).

Steiner fala sobre os anos 666, 1332 e 1998, e poderíamos obter:

666 – O arabismo penetra no cristianismo para imprimir o selo do materialismo na cultura ocidental (vide Gondshapur)

1332 – Destruição da Ordem Templária (aqui tem pontos muito importantes, os tesouros da Ordem Templária, o Rei Felipe e as instituições bancárias, Lyon, Baconismo e “código binário” como eventos conetados)

1998 – ??? (poderia ser a semente da manifestação microcósmica da “Guerra de todos contra todos” no período atual?)

Aqui procuro algo muito relevante para o que estamos falando, e talvez seja sobre internet e bolhas sociais: “1997 – Nasceu o primeiro site de mídia social reconhecível, a SixDegrees.”

Isso é apenas minha especulação, mas tenho observado muito no Twitter, Facebook, Instagram e, claro, em grupos de whatsapp. A tendência dos pensamentos em bolha (pensamentos padronizados ou bolhas ideológicas), que, é claro, não é um pensamento livre, vem crescendo e ganhando força há algum tempo, e a manipulação do algoritmo das mídias sociais, tem produzido linhas específicas de pensamento alimentadas por “fake news” (veja que Ahriman também é chamado de “pai das mentiras” e é o estruturador da padronização).

Vale observar que as Fake News não são necessariamente mentiras apenas, mas também distorções da verdade, parcialidades nas interpretações ou mesmo, conveniência no que se considera para validar uma ideia ou uma “verdade” (uma pseudo-verdade no caso). Veja que muitos eventos, como a invasão na Casa Branca, negacionismo, teorias da conspiração* e etc, que estamos observando hoje, são fortalecidos por meio dessas redes sociais.

* Um pequeno paradoxo seria perceber que o que está sendo dito aqui também pode ser uma teoria da conspiração.

Onde Lúcifer entra? Uma série de sentimentos como patriotismo, nacionalismo, indignação, ódio e desconfiança são alimentados na Alma das Sensações através das ferramentas de Ahriman. O volume e a velocidade com que a informação é derramada na Alma do intelecto cria uma falsa realidade (uma dissolução / distorção da realidade). A velocidade e o volume são tão intensos que é impossível verificar e suprimir seu efeito na consciência ordinária e na Alma das Sensações – criando muitas vezes um efeito autômato na individualidade – o que podemos perceber no “reacionarismo”, como se nossa Alma das Sensações estivesse inflamada e reagisse a todo e qualquer impulso dentro do específico espectro super alimentado. Por outro lado, tal bombardeio de informações pode gerar um esfriamento da empatia, pois a indignação, ódio ou mesmo “culpa” de contextos os quais são “a causa de nosso sofrimento ou degradação” são direcionados a um foco polar, para o qual me torno indiferente ou mesmo intolerante.

Esse processo funciona em duas direções alimentando uma polarização que podemos observar em escala global.

“O desequilíbrio luciférico poderia desenvolver uma tendência especial para permitir que sua vida da alma consciente seja permeada pelo Ahrimânico também.”

Além disso, isso atua de várias maneiras na individualidade, que pode levar uma pessoa ao ateísmo ou ao fanatismo (não só no sentido religioso) e nossa Vontade não é forte o suficiente caminhar até a Alma Consciente em busca da Verdade por trás do que estamos lidando.

Além disso, o medo está cada vez mais forte (alguns podem dizer que, de uma forma oculta, COVID é uma materialização do medo).

Na minha opinião, o processo de bolha das mídias sociais é algo como uma propaganda nazista 2.0 alimentando o ódio entre grupos e pessoas, mesmo na mesma família, país, amigos próximos e irmãos. Pode ser uma “Teoria da Conspiração”, mas se você olhar com a mente aberta, verá que não é improvável.

Sorath procura a aniquilação do “EU”, Ahriman aprisiona o homem no mundo material e insere sua inteligência (procure por “Duplo Ahrimânico”) e Lúcifer quer enviar o homem a seu próprio espectro espiritual inconsciente.

Leonardo Maia

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TRIMEMBRAÇÃO SOCIAL – IGUALDADE, LIBERDADE E FRATERNIDADE

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TRIMEMBRAÇÃO SOCIAL – IGUALDADE, LIBERDADE E FRATERNIDADE


“O fato de uma pessoa isolada sentir-se como individualidade não exclui que ela também se sinta unida a toda a humanidade. Na evolução humana ninguém tem o direito de sentir-se como individualidade caso não se sinta, ao mesmo tempo, membro de toda a humanidade.”

Rudolf Steiner, GA 305


SISTEMA CULTURAL: LIBERDADE

Desenvolvimento individual através da saúde, artes, ciência, esporte, lazer, espiritualidade e educação. Sociedade civil.

SISTEMA POLÍTICO: IGUALDADE

Governança e cidadania para a igualdade, justiça, direitos e segurança através de leis, direitos humanos e regulamentação. Política/Estado.

SISTEMA ECONÔMICO: FRATERNIDADE

Bem estar econômico através produção útil, distribuição e consumo de bens e serviços para benefício mútuo/coletivo e associações. Negócios/Mercado.

“Steiner disse ainda que a grande meta da humanidade é o desenvolvimento da vida espiritual; os outros setores devem servir de base para que os indivíduos possam desenvolver a liberdade, a criatividade e o autodesenvolvimento espiritual.” – Sociedade Antroposófica no Brasil

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A VERDADE E A CONVENIÊNCIA

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A VERDADE E A CONVENIÊNCIA

Leonardo Maia


“Duas graças há no respirar
inspirar o ar
e dele se livrar.
Inspirar constrange,
expirar liberta.
Tão linda é feita da vida uma mescla.
Agradece a Deus quando ele te aperta,
e agradece de novo quando te liberta.”

Goethe


A situação de Manaus, onde as pessoas estão morrendo por falta de oxigênio, é uma situação terrível, principalmente se observarmos do sentido humanista.

Toda vida é sagrada, uma grande tristeza perceber que a indiferença e o ego nos torna capaz de relativizar o mal: justificar no outro, considerar apenas o conveniente na observação dos fatos ou, até mesmo, obscurecer a própria verdade apenas pela necessidade de autoafirmação ou afirmação da minha diretriz ideológica coletiva (inconsciente).

No caminho em direção à Alma da Consciência, as questões devem ser ponderadas de forma pontual e consciente, todos os aspectos devem ser considerados e observados imparcialmente.

A compra superfaturada de materiais como respiradores,
desvios e má utilização do orçamento para a saúde em inúmeros estados e na esfera federal não invalida que as festas, aglomerações e não cumprimento das indicações de distanciamento social ampliaram o contágio e aumentaram o número de casos (e de mortes) – independente da orientação ideológica.

Também não invalida o negacionismo do presidente e seu veemente estímulo contrário às precauções – dado o seu populismo e influência. A falta de conhecimento técnico do Ministro da Saúde (que inclusive não sabia o que era o SUS até pouco tempo atrás). O aparelhamento ideológico das instituições por parte do governo acima do critério técnico (vide o Ministro da Saúde, a Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, o Ministro das Relações Exteriores do Brasil entre outros).

As constantes ondas de desinformação e estímulo à quebra de protocolos disseminadas por representações desde o início da Pandemia, como, por exemplo, que era só uma gripezinha, que não teriam mais do que 800 mortos, que era um terrorismo da “extrema imprensa” para assustar as pessoas, que as mortes eram “inventadas” (até quem morre de acidente é notificado como COVID e etc…) e que era um plano chinês para dominar o mundo – alimentando uma enorme xenofobia contra chineses (além dos já descriminados cubanos e venezuelanos).

Mais recentemente e pontualmente em relação a Manaus: o estímulo de deputados da base do governo para pressionar o fim do lockdown na cidade antes do fim do ano, mesmo contra as indicações dos especialistas. Além da ação na justiça, em pleno pico de mortes e colapso do sistema de saúde, para realização do ENEM agora em janeiro.

Agora vamos a uma perspectiva da consciência humana:

O indivíduo mais primitivo, com o EU pouco desenvolvido, tende a seguir o pensamento coletivo com o qual se identifica dentro das perspectivas de satisfação de suas necessidades ou que ele acredita ser o caminho para tal. Este integrará de forma quase inconsciente suas ideias ou justificativas e diretrizes, independente se verdadeiras ou justificadas. Isso independe da polaridade. Por ter um EU pouco desenvolvido, tende a generalização por inconsciência. E, neste aspecto, pode se tornar veículo da atuação do mal de forma inconsciente.

O indivíduo mediano, mesmo tendo consciência de aspectos inconsistentes, tende a abarcar aquilo que reafirma suas ideias e ideais além de relativizar, negar e até obscurecer aquilo que o contrapõe ou ao grupo/linha ideológica na qual se apoia. Neste caso, a força do EGO que reforça o aspecto de individuação, pode gerar um egoísmo que pode induzir a pessoa, de forma consciente, a relativizar o mal: eu considero de forma conveniente os fatos (parcialidade e pessoalidade – vide a Senda do Conhecimento). Tende a autocompassividade e à critica voraz ao que lhe contrapõe. Também independe de polaridade ideológica.

O indivíduo mais evoluído considera de forma mais impessoal e pontual cada aspecto, sempre em busca da Verdade e com um propósito integrado a uma perspectiva moral superior, altruísta e humanitária. Nesse caso, suas considerações transcendem a pessoalidade e interesse exclusivamente egoísta e de autoafirmação. Esse é o indivíduo que tende a busca da superação da polarização, pois a Verdade é comum a todos e ao bem comum: minhas ações são boas para mim, para o próximo e para o mundo?

Todos nós estamos caminhando e temos um prisma de evolução pessoal, estamos mais evoluídos em alguns aspectos e o mais primitivos em outros.

Sobre a Antroposofia, devemos observar a “Manifestação” ou a realidade viva com uma perspectiva superior, imparcial, mas jamais definir o que pode ou não ser observado “à luz da Antroposofia”. Reafirmando, a Antroposofia não é um “conveniência”, pois os aspectos desconsiderados podem se voltar para o inconsciente, e o inconsciente é onde o mal pode atuar ou, no caso da conveniência consciente, se torna uma relativização do mal.

Por isso, espero que busquemos a verdade para além de nossas ideologias e simpatias, com humildade, consciência e alicerçados com a força moral do Amor incondicional que é o único caminho de superação do atual processo em que vivemos.

Leonardo Maia

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FALTA DE AMOR COMO NEGAÇÃO DO ESPÍRITO

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FALTA DE AMOR COMO NEGAÇÃO DO ESPÍRITO

Leonardo Maia em trecho de Rudolf Steiner


Aqui pontua-se uma questão importantíssima da atual Época: a indiferença com o sofrimento alheio ou a nossa “desumanização”.


“Para os seres humanos, o amor é o mais importante fruto da experiência no mundo dos sentidos. Uma vez que realmente entendamos a natureza do amor, ou compaixão, descobriremos que o amor é o impulso espiritual que expressa sua verdade no mundo dos sentidos ….. Podemos até mesmo acreditar que, no amor, o mundo espiritual desperta no mundo fisico. Quanto mais verdadeiramente uma alma habita os mundos espirituais, mais ela experimenta a falta de amor e a falta de compaixão como uma negação do próprio espírito.” – Rudolf Steiner

Este é um dos principais perigos ao qual estamos expostos na “4ª Encarnação Planetária”, que, no silenciar das estrelas, no silenciar do Espírito, ao mergulharmos na escuridão da matéria, não sejamos capazes de nossa reconexão autoconsciente com o Mundo Espiritual e que não consigamos perceber o Amor impessoal – aquele que se eleva acima do espectro de interesse e identificação do ego.

O Amor Espiritual abarca toda a Humanidade, sacramenta toda a “Manifestação” e reconhece a essência divina em cada um. O nascimento da “empatia superior” na Alma humana, onde coloco meu ser à serviço da humanidade que será uma das características da Humanidade Superior da 5ª Encarnação Planetária (Júpiter). Hoje, percebemos uma indiferença ao próximo, ódio e desarmonia crescentes – estes que não despertarem, farão parte da “Humanidade inferior”.

“Ser social é fazer da aflição de nossos amigos seres humanos o motivo para nossas ações. No futuro ninguém desfrutará em paz a felicidade se os outros em seu redor estão infelizes. Os indivíduos pioneiros da Sexta Época Cultural experimentarão a aflição dos outros como suas próprias aflições.” – Rudolf Steiner

por Leonardo Maia

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DIA DE REIS – EPIFANIA: OS MAGOS, OS PASTORES E OS IMBECIS MORAIS


Dia de Reis – Epifania:

OS MAGOS, OS PASTORES E OS IMBECIS MORAIS

Texto: Jeremy Smith
Fonte: anthropopper.com
Tradução livre: Leonardo Maia


Houveram indivíduos que alcançaram o auge do aprendizado, como os três Magos do Oriente, nos quais a antiga faculdade de olhar para o como e porque dos acontecimentos cósmicos foi preservada: revelação através do conhecimento científico cheio de coração. O que aconteceu com a sabedoria possuída pelos Magos?


Epifania vem de uma palavra grega que significa “manifestação” ou “visão de Deus” e na tradição cristã refere-se à visita ao menino Jesus recém-nascido no estábulo de Belém pelos Três Reis Magos; ou em outras palavras, a revelação de Deus Filho como ser humano aos Três Reis ou Magos. A Epifania às vezes é chamada de Festival dos Três Reis por esse motivo, e Rudolf Steiner tinha algumas coisas interessantes a dizer sobre isso. Ele disse que em nosso tempo presente menos importância é atribuída à Epifania do que ao próprio festival de Natal, mas no futuro, a Epifania assumirá um significado cada vez maior à medida que começarmos a entender seu simbolismo.

As peças de Natal do Oberufer contam-nos duas proclamações do nascimento de Jesus: a peça dos pastores mostra-nos que uma proclamação é feita aos pastores nos campos, enquanto a peça dos Reis Magos nos mostra a proclamação feita aos três Reis Magos do Oriente, que seguem uma estrela que os conduz ao menino Jesus. Esta é a Natividade, conforme relatado no Evangelho Segundo São Mateus.

Portanto, as peças estão nos mostrando duas maneiras pelas quais o conhecimento superior chegou a indivíduos excepcionais em épocas anteriores. Indivíduos como os simples pastores do campo que, com sua grande pureza e bondade de coração, ainda possuíam certo poder de clarividência que os dominava como um sonho.

E a Peça dos Três Reis nos mostra que houve indivíduos que alcançaram o auge do aprendizado, como os três Magos do Oriente, nos quais a antiga faculdade de olhar para o como e porque dos acontecimentos cósmicos foi preservada.

As peças, portanto, apontam o caminho para duas formas de conhecimento definidas, mas bastante distintas:

Aos Pastores – revelação através dos últimos ecos da velha clarividência instintiva

Para os Magos – revelação através do conhecimento científico cheio de coração

Já que estamos contemplando o Festival da Epifania dos Três Reis, vamos dar uma olhada mais de perto no conhecimento que os três Reis Magos possuem. Está claramente indicado na Peça dos Três Reis que esses Magos (outra palavra para mestres espirituais ou iniciados), foram capazes de ler os segredos dos movimentos das estrelas. Este antigo conhecimento dos segredos das estrelas também continha os segredos dos acontecimentos no mundo dos seres humanos.

Steiner fez a pergunta: “O que aconteceu com a sabedoria possuída pelos Magos?” E sua resposta foi que se tornou a astronomia matemática de hoje. Ao contrário dos astrônomos de hoje, os Magos foram capazes de olhar para o mundo das estrelas, não apenas com seus olhos, mas também com sua visão interior e seu conhecimento esotérico e, assim, eles foram capazes de ver os segredos do universo e da humanidade. De uma forma que dificilmente podemos entender hoje, os Magos também podiam perceber as estrelas falando com eles. No entanto, em nossa era da alma da consciência, a matemática de hoje se tornou pura abstração, diz Steiner, mas ele também diz que as mesmas forças que são desdobradas no pensamento matemático podem novamente ser preenchidas com vida, enriquecidas e intensificadas na percepção imaginativa. Então, de nossas próprias forças internas, podemos mais uma vez contemplar os céus por meio da percepção interna, da visão interna, como os Magos discerniram os segredos do menino Jesus.

Talvez tenham sido pensamentos como esses que levaram Steiner a dar o seguinte verso meditativo no Natal de 1923:

As estrelas uma vez falaram com o homem.
É destino do mundo que elas estejam em silêncio agora.
Estar ciente desse silêncio
Pode se tornar dor para o Homem Terrestre.

Mas no silêncio cada vez mais profundo
Lá cresce e amadurece
O que o homem fala às estrelas.

Estar ciente dessa fala
Pode se tornar força para o Homem Espiritual.

Em nossa era atual da alma da consciência, o verso parece sugerir, a necessidade reconhecer que o mundo espiritual se retirou de nós para avançar o próximo passo de nossa própria jornada evolutiva. Não estamos sozinhos, entretanto; a ajuda está ao nosso redor. Devemos encontrar coragem e imaginação para falar às estrelas e restabelecer nossos vínculos com o mundo espiritual; mas desta vez em plena consciência.

Voltando-se para os próprios Magos, um deles é retratado como um mouro, um africano; o segundo como branco, europeu; e o terceiro como um asiático da Índia. E sobre isso Steiner diz algo que acho muito comovente (e que desmente aqueles que o acusam de racismo):

“O que nunca deve ser esquecido é que as proclamações aos Pastores e aos Reis continham uma mensagem para toda a humanidade – pois a terra é comum a todos. Na medida em que a revelação aos pastores veio da terra, foi uma revelação que não pode ser diferenciada de acordo com a nacionalidade. E na medida em que os Magos receberam a proclamação do sol e dos céus, esta também foi uma revelação destinada a toda a humanidade. Pois quando o sol brilha no território de um povo, ele brilha no território de outro. Os céus são comuns a todos; a terra é comum a todos. O impulso do “universal humano” é, na verdade, estimulado pelo Cristianismo. Esse é o aspecto do Natal revelado pela dupla proclamação ”.

Mas há outro rei na peça dos Reis – Rei Herodes. Ao contrário dos três Reis Magos, que trabalham por amor, ou mais precisamente, que aplicam a inteligência de seus corações ao conhecimento das estrelas, Herodes trabalha a partir do oposto do amor.

Qual é o oposto de amor? Não ódio. Não, o verdadeiro oposto do amor é o medo. Herodes está com medo. Ele tem medo de perder seu trono para este rei recém-nascido, que ele supõe que será um governante temporal, em vez de espiritual. E por medo de Herodes e sua ignorância das leis espirituais, ele está disposto a cometer a atrocidade mais terrível imaginável: o massacre em massa de todos os meninos em seu reino com menos de dois anos de idade.

Na verdade, quase se sente pena de Herodes, que em seu medo e ignorância está preparando um carma verdadeiramente terrível para suas vidas futuras. Na peça, Maria aparece a Herodes em uma visão e tenta alertá-lo sobre o que ele está fazendo a si mesmo:

“Grande Rei, para misericórdia corrigir sua mente
Para que a dor não venha repentinamente atrás;
Se tanto sangue inocente você derramou
O que o clama, Rei, na sua própria cabeça?”

Mas Herodes não está propenso a ser dissuadido de seu terrível crime e ordena a seus servos que matem todas as crianças, “para fazer jorrar o sangue das crianças”.

E, neste ponto, não posso deixar de me perguntar o que mudou nos últimos 2.000 anos? Ainda hoje temos governantes que estão agindo por medo e ignorância, ao invés de uma sabedoria plena de coração.

Por que isso, eu me pergunto? Por que é que tantos políticos e líderes hoje ainda carecem “da luz que aquece os corações dos simples pastores, a luz que ilumina as cabeças sábias dos reis?” Por que tantos deles, para usar um termo do século 19 que merece ser revivido, são tão imbecis morais?

Quaisquer que sejam as respostas a essas perguntas, cada um de nós pode ajudar a melhorar as coisas. Nenhum de nós é impotente – nossos pensamentos, nosso exemplo, nossas interações diárias com outras pessoas podem ajudar a criar um futuro melhor, mesmo que o número de pessoas que trabalham conscientemente para o bem pareça uma impossível dose homeopática diluída na grande massa da humanidade .

Jeremy Smith

Fonte: anthropopper.com

Tradução livre: Leonardo Maia


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DÉCIMA SEGUNDA NOITE SANTA – 5 de janeiro


As 12 Noites Santas

DÉCIMA SEGUNDA NOITE SANTA – 5 de janeiro

Texto: Edna Andrade
Narração: Mirna Grzich
Produção: Gabriel Lehto


Da Região de Áries, o Cristo, como uma luz brilhando no interior, como um Sol interno na alma livre e plenamente consciente, traz a você liberdade de ser você mesmo.


Um novo Sol e um novo dia, e a última noite desta Ascenção através das hierarquias espirituais. Alcançamos o último degrau desta escada, que nos transporta para as fronteiras do universo.

Este é o portal por onde o filho de Deus, o Eu cósmico, adentrou da esfera macrocósmica, da esfera de Brahman, Javé, de Alá, da esfera do divino, para a nossa existência. Através deste portal ressoa no nosso Cosmos, vindo das regiões macrocósmicas além do Zodíaco, a voz do Pai:

“Este é o meu filho muito amado, hoje eu o engendrei.”

Como um eco longínquo, é feito o Reconhecimento, a síntese de todo o caminho, unindo o Natal ao Batismo.

O Natal como o nascimento da criança natural e o Batismo como o posterior nascimento da criança divina, o Cristo, como uma luz brilhando no interior, como um Sol interno na alma livre e plenamente consciente.

A voz de Deus é a voz da consciência humana que eleva o Eu de uma condição terrena, inferior, a uma condição cósmica, superior, trazendo para o ser humano a possibilidade de se tornar o Ser da Liberdade e do Amor – o ápice da hierarquia espiritual.

Nesta noite, pense em uma Graça que você quer alcançar.

Da Região de Áries, o Cristo, o próprio Filho de Deus, traz a você liberdade de ser você mesmo!

Texto: Edna Andrade
Narração: Mirna Grzich
Produção: Gabriel Lehto


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