Guerra de todos contra todos


GUERRA DE TODOS CONTRA TODOS

Leonardo Maia


Segundo a Antroposofia, o caminho regular da evolução humana é o do altruísmo, do amor e da liberdade. Portanto, qualquer corrente que não for permeada pelos Impulsos Solares e altruístas será de seres sub-humanos que podem gerar uma vertente atrasada da humanidade, os seres humanos retrógrados (ironicamente, estes são os que se acham superiores racialmente, ou por status social ou condição financeira, porém, o véu de Maya está rasgando, e se verão nus diante de suas próprias imagens morais.)


Observando os fatos atuais – as violentas manifestações nos Estados Unidos (que já se expandiu para vários países) e que teve como ignição o assassinato covarde de cunho racista do negro George Floyd por um policial branco e as manifestações pró-Bolsonaro e antifascistas que expuseram o clima de tensão entre os lados, percebemos duas correntes polares atuando, algo que me remete a algo que Rudolf Steiner chamou de “Guerra de todos contra todos”.

“É impossível conceber o que pode acontecer em tais circunstâncias se a humanidade não tiver, até então, alcançado o altruísmo. Somente a realização do altruísmo permitirá que a humanidade seja mantida longe da destruição. A queda de nossa época atual será causada pela falta de moralidade. A época lemuriana foi destruída pelo fogo, o atlante pela água; nossa época e sua civilização serão destruídas pela “guerra de todos contra todos”, pelo mal. Os seres humanos se destruirão em conflitos mútuos. E o terrível – mais desesperadamente trágico do que outras catástrofes – será que a culpa recairá sobre os próprios seres humanos.” – Rudolf Steiner (GA 93 – The Work of Secret Societies in the World – Berlim, 23 de dezembro de 1904)

A discórdia foi plantada e temos que ter extrema clareza ao lidar com os aspectos que se manifestam à luz de nossa própria consciência.

Para quem é honesto intelectualmente, sabemos que as elites políticas protegem grupos que os patrocinam, que a mídia manipula informações de acordo com o interesse de seus donos e patrocinadores, que a polícia é desumanizada e violenta contra as comunidades carentes ou contra quem vai contra os interesses da elite corporativa como prática institucional interna, seguindo e protegendo a agenda dos grupos dominantes.

O desenvolvimento moral, que deveria ser elevadíssimo nos cargos de representação do Estado – como política, segurança pública e etc, infelizmente é extremamente subdesenvolvido, independente do grau de inteligência intelectual. Existem também pessoas inteligentes, porém muitas com má índole e egoístas – sem sentido humanitário. Pouco ou nada lhes importa o outro, quanto mais aquele cidadão invisível que passa necessidade por conta de péssimas administrações. Muitos veneram o militarismo, a morte, a tortura, as armas, o dinheiro e o poder e para conseguir o que querem e vão alimentando a discórdia e a mentira, principalmente nas mentes mais passivas e nas pessoas com a corrente do coração subdesenvolvidas. Estas os defenderão com unhas e dentes, justificarão atrocidades e soprarão suas mentiras para os ventos.

Só que o que previu Rudolf Steiner, está acontecendo agora. Ele trouxe em pormenores, detalhes do processo no tempo, no âmbito material e espiritual, desde o aspecto psicológico, intelectual, até as atuações de entidades de outras Hierarquias.

Esta página, se você acompanha suas publicações, perceberá que tem uma direção de conduta pela auto-reflexão para que os indivíduos consigam uma integração mais verdadeira e um caminho de desenvolvimento comum, mais elevado. Disse Steiner:

“Quando nosso íntimo (consciência moral) nos leva a agir, devemos ponderar cuidadosamente sobre a melhor maneira de corresponder ao bem do todo, à felicidade duradoura do próximo, à essência eterna”

Valores como a Verdade, o Amor, a Fraternidade, a Tolerância, a Apreciação, a Cooperação e Serviço sejam incorporadas não como um sacrifício apenas, mas como atitude inerente da alma individual.

Permitir e contribuir para que a expressão individual seja capacidade de todos, enriquecendo e embelezando todos os âmbitos de manifestação, desde o pensar até o atuar.

E chegar até lá dependerá da atuação de todos, desde o mais simples de coração ao mais consciente dos homens. Tudo por Amor como atuação, não apenas por Sabedoria.

Segundo a Antroposofia, o caminho regular da evolução humana é o do altruísmo, do amor e da liberdade – não confundir com a manipulação de liberdade para agredir, mentir (é minha liberdade de expressão – vide fake news), de criar discórdia, de fazer o mal e ser intolerante. Portanto, qualquer corrente que não for permeada pelos Impulsos Solares e altruístas será de seres sub-humanos que podem gerar uma vertente atrasada da humanidade, os seres humanos retrógrados (ironicamente, estes são os que se acham superiores racialmente, ou por status social ou condição financeira, porém, o véu de Maya está rasgando, e se verão nus diante de suas próprias imagens morais.)

Por isso, com relação ao contexto político que se manifesta hoje, coloco a posição da Página da Biblioteca contra quem incita o ódio, mentira, violência, discórdia, faz apologia a tortura, racismo, homofobia, desrespeita as mulheres, é contra a verdadeira educação, contra o meio ambiente, contra a arte e a cultura, à liberdade religiosa e de expressão, não sacramenta a relação humana com todos os seres humanos dignificando cada um deles.

Atenciosamente e sem medo,

Leonardo Maia


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A VELHA POLÍTICA MORREU?


A VELHA POLÍTICA MORREU?

Leonardo Maia


A velha política morreu para os indivíduos que possuem consciência pontual e um desenvolvimento moral baseado nas forças Solares (Impulsos Crísticos).


Morreu? Perguntariam muitos…
A resposta está atrelada a alguns contextos do desenvolvimento oculto (nem tão oculto assim para os estudiosos) da consciência humana.

Sim, a velha política morreu para os indivíduos que possuem consciência pontual e um desenvolvimento moral baseado nas forças Solares (Impulsos Crísticos).

Consciência pontual é tratar de cada aspecto com a devida atenção e importância, sem desconsiderar, ou invalidar, ou relativar para justificar nenhum ato que não siga em prol da missão de um governo que busca a dignificação de seus cidadãos.

Essa consciência pontual já está em desenvolvimento de uma grande camada da população (obviamente sob um prisma da individualidade) e muitos caminhando em direção onde a criatividade e emoção coesa se encontra com o pensar racional e científico, porém humanitário, aquecido pelo amor a si, ao próximo, ao mundo (natureza).

Segundo a Antroposofia, este é o caminho evolutivo do ser humano, portanto estes seriam os que estão seguindo o plano evolutivo das Hierarquias Espirituais.

Porém devemos falar de indivíduos ainda com o EU subdesenvolvido, que não conseguem contrapor os impulsos coletivos, os quais invocam emoções e instintos inferiores que emergem e suprimem suas próprias individualidade. Todos fazemos este caminho, ao longo de nossa jornada, porém, é de profunda importância o aspecto do desenvolvimento moral, incisivamente referenciado por Steiner.

O EU pode se desenvolver, porém os impulsos morais não estarem alicerçados em valores altruístas e humanitários pode gerar indivíduos de caráter inferior. Ele se encontra ciente do mal e por indiferença ao próximo, não se importa, desde de que alcance seus objetivos. Estes são aqueles que lutam pelo poder e por seus egos essencialmente. Podem disfarçar, dissimular e inúmeras outras ações para conseguir o que quer.

O desenvolvimento do EU – a consciência pontual é contraponto à generalização e relativização. Portanto, ao manipular ou relativar qualquer aspecto ou fato no tempo sem a justa análise e perspectiva gera uma deformação do espectro da realidade, da verdade em si. Gerando uma perspectiva distorcida da verdade – aspecto de Lúcifer. Se o desenvolvimento moral não é forte o bastante para superar as exigências inferiores do ego em detrimento ao caminho Solar (Crístico), a tendência, mesmo que por medo ou incapacidade, é que o a percepção se torne cada vez mais distorcida, ou, na pior das hipóteses, acontece a subjugação das forças solares. As forças do coração, do altruísmo e sentimento humanitário são subjugados, ou seja, mesmo ciente, o indivíduo escolhe o caminho do egoísmo.

Pode-se falar também do grupo influenciados pelo padronizado gerado pela passividade do pensamento e da Vontade, caraterística Ahrimânica que também subjuga o EU e incapazes de uma perspectiva pessoal da realidade – uma robotização. Ele reverberará os pensamentos e impulsos inconscientemente.

Concluindo, na minha opinião, principalmente pela corrente regular da evolução da consciência humana, a velha política já morreu, pois estes que possuem consciência pontual e um desenvolvimento moral baseado nas forças Solares (Impulsos Crísticos) não acatarão qualquer ação incorreta ou que não reflita o impulso mais elevado de um governo. Qualquer grupo que assumir e não estiver imbuído de um impulso real e também pontual de seu papel, apenas lutará para se manter, independente de lado, principalmente pelo advento das redes sociais que facilitam o acesso à informação quase que em tempo real (apesar de também terem a força de manipular o pensamento daqueles com o Eu subdesenvolvido).

Leonardo Maia


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OS IMPULSOS DE INTOLERÂNCIA


OS IMPULSOS DE INTOLERÂNCIA

Leonardo Maia


Muitos de nós estamos ligados à uma versão televisiva contemporânea da mente coletiva (redes sociais) que está a pensar os nossos pensamentos e nos induz um estado passivo de grande susceptibilidade semelhante ao transe e à hipnose.


Segundo a Antroposofia, o objetivo da sexta época da humanidade será popularizar a verdade esotérica nos círculos mais amplos, para todos os lugares, diretamente para a vida, e aplicá-la na prática: uma forma superior de comunidade, fundada na liberdade de amor entre os irmãos, liberdade de pensamento e fraternidade. Qualquer tentativa de cercear a liberdade, padronizar o pensamento (vide militarismo) ou censurar o impulso artístico cultural e espiritual (ou apoio à tais movimentos) é um impulso na direção contrária ao desenvolvimento da futura civilização da humanidade, inclusive tentativas de impedir que tais temas sejam abordados sob quaisquer alegações.

Existem forças que nos impulsionam na direção contrária – chamadas Forças Adversas por Steiner – as quais podem ser perceptíveis atuando de forma explícita em inúmeros âmbitos e núcleos da vida contemporânea.

Inclusive vale mencionar que muitos de nós estamos ligados à uma versão televisiva contemporânea da mente coletiva (redes sociais) que está a pensar os nossos pensamentos e nos induz um estado passivo de grande susceptibilidade semelhante ao transe e à hipnose.

Isso é utilizado cada vez mais ao serviço da manipulação da opinião pública, principalmente através das fake news e direcionamento pessoal (cada um receberá o conteúdo de acordo com o seu perfil individual), e isso é utilizado por políticos, grupos econômicos e publicitários, que pagam milhões de dólares para nos apanhar nesse estado de inconsciência receptiva. Eles querem que os seus pensamentos se tornem os nossos pensamentos e, geralmente, são bem sucedidos. Isto cria impulsos como intolerância à diversidade, separatividade, ódio, desrespeito aos indivíduos e cerceamento da liberdade, fazendo-nos caminhar na direção oposta ao desenvolvimento do EU, em direção à Antiga Lua.

Alguns podem podem ver um paradoxo nessa questão: cerceamento da liberdade de pensamento x supressão destas forças da mente coletiva que induzem à intolerância e ao ódio. Porém seria algo equivalente ao paradoxo de ser intolerante ao intolerante.

Realmente, na minha opinião (repito, minha opinião), todo alimento ao ódio, intolerância, desrespeito e à mentira (vide fake news) devem ser combatidas. E, neste contexto, a liberdade de pensamento é ilusória, pois os pensamentos são absorvidos inconscientemente de fontes manipuladoras, gerando uma gama de sentimentos baixos e o EU do indivíduo, que se torna uma espécie de fanático Luciférico, sem argumentações plausíveis e com uma fúria nas palavras, apenas repetindo e defendendo o pensamento que absorveu em tais redes.

Segue um trecho de leitura de Rudolf Steiner:

“A partir dos séculos XIV, XV e XVI, a ciência e a consciência materialista apoderaram-se do ser humano. Isso se tornará gradualmente mais difundido e até o final da quinta época seu desenvolvimento estará completo.

Na sexta época, no entanto, é o EU espiritual que deve ser desenvolvido dentro das almas dos homens, assim como agora a Alma da Consciência está sendo desenvolvida.

A natureza do EU espiritual é que ele deve pressupor a existência nas almas humanas das três características: vida social na qual a fraternidade prevalece, liberdade de pensamento e pneumatologia (na filosofia seria a parte da metafísica que trata da alma). Essas três características são essenciais em uma comunidade de seres humanos dentro da qual o EU espiritual deve se desenvolver à medida que a Alma da Consciência se desenvolve nas almas da quinta época.

Nós devemos nos tornar conscientes de uma forma superior de comunidade, fundada na liberdade de amor entre os irmãos e liberdade de pensamento.”

Leonardo Maia


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ARTE COMO EXPRESSÃO DA ALMA


ARTE COMO EXPRESSÃO DA ALMA

Leonardo Maia


A arte é veículo de expressão da alma. A arte é a expressão daquilo que vive na alma e, na Era da Consciência, onde o Microcosmo se separa do Macrocosmo, suprimir a expressão artística é a supressão da alma individual.


Dois aspectos bem relevantes são: a capacidade de perceber e a capacidade de expressar.

Consigo perceber a realidade? Consigo expressar o que percebo? O quão profunda é a minha capacidade de percepção? Tenho a capacidade de expressar essa percepção?

A arte é uma grande ferramenta de expressão, que fortalece a Vontade (EU) e traz ao mundo expressões profundas das percepções da alma individual.

A arte é a expressão daquilo que vive na alma humana e, na Era da Consciência, onde o Microcosmo se separa do Macrocosmo, suprimir a expressão artística é a supressão da própria alma individual.

O fim da consciência imaginativa-romântica é a morte da alma individual, caminho contrário ao destino da humanidade e a vitória das forças Ahrimânicas sobre o EU.


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COMUNICADO


COMUNICADO

Leonardo Maia


“A Antroposofia é fruto de observações permeadas por um pensamento consciente, e é transmitida sob forma de conceitos, dirigida à busca por compreensão de fatos, fenômenos e idéias que caracteriza o ser humano contemporâneo.”

Professor Valdemar Setzer


Tenho recebido, novamente, ataques pessoais e à página por textos que envolvem o contexto atual, analisados de uma perspectiva antroposófica.

Longe de minha pessoa querer ser dono da verdade, porém sempre trago tais questões para reflexão. A Antroposofia é o conhecimento da natureza do ser humano e do universo e de suas relações, que são vivas e em constante transformação.

“A Antroposofia é fruto de observações permeadas por um pensamento consciente, e é transmitida sob forma de conceitos, dirigida à busca por compreensão de fatos, fenômenos e idéias que caracteriza o ser humano contemporâneo.” – Professor Valdemar Setzer

Temos pessoas que querem ditar o que pode ou não ser abarcado pelo pensamento individual ou mesmo reprimindo-o, sem contraponto argumentativo, apenas pelo incômodo pessoal que tais reflexões podem trazer ou mesmo pela exposição de suas incoerências de atuação com a própria Antroposofia.

“Veremos aparecer, vindo da América, uma espécie de proibição de pensar, não direta mas indireta, que terá como objetivo reprimir qualquer pensamento individual. Vamos assistir a uma nova forma de opressão generalizada do pensamento.” – Rudolf Steiner

Para aqueles que não querem discutir ou debater, apenas reprimir o meu pensamento individual sobre a natureza e a realidade viva do mundo através do prisma da Antroposofia sob qualquer justificativa, aconselho a buscar os conteúdos diretamente dos livros e conferências de Steiner nos links:

Editora Antroposófica: https://www.antroposofica.com.br/home.asp

Rudolf Steiner Archive (inglês/alemão): https://www.rsarchive.org/

Assim podem buscar os conteúdos que mais lhe agradam e satisfazem suas necessidades. Steiner pontuou inúmeras vezes sobre a conceituação estática da Antroposofia e degradação da linguagem. A Antroposofia como Ciência Espiritual está viva e é capaz de observar os fenômenos naturais, sociais e humanos no aqui e no agora, porém é da liberdade individual seguir sua conceituação estática como doutrina, desde que não seja imposta ao outro, que é livre para escolher e pensar por si.

Eu, através do meu impulso da Biblioteca Virtual da Antroposofia, continuarei trazendo reflexões e questionamentos relacionados ao ser humano e suas relações sob o prisma do que eu compreendo como Antroposofia.

“Cada um deve estabelecer suas próprias regras de conduta consciente, de acordo com o conhecimento e não a partir de impulsos inconscientes ou seguindo tradições cegamente.”

Mais uma vez reitero que a Biblioteca Virtual da Antroposofia é uma iniciativa pessoal, de minha total responsabilidade e sem vínculo com nenhuma instituição.

Atenciosamente,

Leonardo Maia

“Que o meu pensar seja claro, verdadeiro, sem julgamento, ponderado. Que meu sentir seja aquecido, amoroso, com compaixão pelo outro, trazendo a verdade do amor latente em si. Que minha ação seja fiel a uma causa, apaziguadora. Que eu possua a virtude de fazer o bem. Que eu possa ajudar ao outro ser humano e acompanhá-lo. Que eu desenvolva o sentido humanitário e colocar a minha força à disposição da humanidade. Que eu Ilumine com sabedoria os lados negativos ou sombras. Que eu possa ajudar o outro a encontrar suas metas e realizá-las. Que eu acompanhe o destino do outro, ajude-o a encontrar os lados positivos da vida para aproveitar, para um todo maior, as qualidades positivas de cada um.”


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NAZISMO, COMUNISMO E A ANTROPOSOFIA


NAZISMO, COMUNISMO E A ANTROPOSOFIA

Leonardo Maia


“Não foi imposto ditatorialmente aos alemães apoiarem o nazismo, foi por fanatismo luciférico, ou seja, um aspecto de inconsciência alimentada pela propaganda que alicerçou o ódio aos judeus e minorias, culminando no Holocausto.”


Não foi imposto ditatorialmente aos alemães apoiarem o nazismo, foi por fanatismo luciférico, ou seja, um aspecto da inconsciência. a Extrema militarização do Estado, extremismo nacionalista e propaganda contra os judeus e outras minorias foi o que culminou no Holocausto com o apoio popular.

A inconsciência coletiva atinge o indivíduo e não uma “imposição ditatorial” contra a vontade (EU), que pode estar presente em outros tipos de ditadura: eu não quero e não aceito, porém sou obrigado por força e violência.

A característica de militarização é necessária para a imposição das diretrizes de suas agendas e supressão dos opositores, suas ideias e ideais.

A propaganda nazista serviu para alicerçar as ideias nazistas nas consciências dos alemães, neste caso, uma sub-consciência e gerar o ódio que autenticou o Holocausto.

Perceba que o tal processo é muito similar ao que está acontecendo hoje no Brasil. É alimentado um fanatismo por uma propaganda de que tudo que vai contra as diretrizes ideológicas do governo é “comunista” e temos que eliminar, sendo que em 99% dos casos não tem nenhuma relação com o comunismo e apoio à qualquer tipo de ditadura, aliás o oposto. Porém já temos inúmeros fanáticos, com esta perspectiva alicerçada em suas consciências, querendo a eliminação e odiando tais “comunistas”, como os nazistas odiaram os judeus, também por “livre escolha”, não obrigados explicitamente.

Interessante notar que a grande maioria destes “comunistas contemporâneos” são contra o militarismo – peça chave para imposição de uma ditadura, lutam pelos direitos humanos e pela liberdade ideológica, de expressão e religiosa: apoiam o livre-pensar e buscam justiça social – ponto chave da Trimembração Social trazida por Steiner.

Esta distorção da percepção e da verdade através de fake news (propaganda nazista 2.0) na tentativa de imposição de um pensamento específico doutrinário são correntes contrárias à Era da Consciência, o caminho indicado pela Antroposofia para atual época – fortalecimento do EU e da liberdade do pensamento consciente individual.

Leonardo Maia


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O BEM E O MAL


The Advent of Ahriman – parte 7:

O BEM E O MAL

Robert S. Mason

Tradução Livre: Leonardo Maia

Fonte: http://www.anthroposophie.net/Ahriman/ahriman_old.htm


“Todo mal atua em uma esfera da inconsciência, sempre em algum nível. “


Para resumir esta descrição da tríade de correntes espirituais: os conflitos da vida humana e espiritual não derivam de uma guerra simples, bilateral, entre o bem e o mal. Foi uma das grandes idéias de Steiner renovar o ensino antigo da “Média de Ouro”, que é o caminho intermediário entre extremos opostos.

Lúcifer é muito quente, muito volúvel, muito instável; ele inspira o fanatismo humano, o falso misticismo, o sangue quente e a tendência de fugir da realidade terrena em busca de prazeres alucinatórios.

Ahriman é muito frio, muito duro, muito rígido; ele tenta tornar as pessoas secas, prosaicas, filistinas, materialistas em pensamentos e ações – e endurece o que seria saudável em movimento, pensamentos, sentimentos e até seus corpos.

Cristo, como um exemplar dos deuses regulares, representa o caminho do meio entre o excesso e o muito pouco, mantendo os opostos em equilíbrio – e levando a humanidade a encontrar o caminho do meio saudável.

Observando dessa perspectiva, Lúcifer e Ahriman não são puramente maus; ambos trazem para a evolução humana e terrena as forças necessárias para um desenvolvimento bom e saudável e para o cumprimento dos planos divinos. O mal resulta somente quando os eventos desequilibram e correm para extremos. No entanto, nem Lúcifer e Ahriman simplesmente se opõem; de certo modo, eles trabalham juntos em oposição à intenção dos deuses em evoluir; ambos trabalham para impedir que a humanidade e a Terra progridam juntas para o Novo Júpiter (próxima encarnação planetária).

Lúcifer afasta os espíritos humanos da personificação terrena em direção ao seu próprio “planeta” psíquico-espiritual de luz; Ahriman empurra o espírito humano individual para fora do organismo humano e para longe da terra, de modo que apenas um organismo humano endurecido, mecanizado e fantasmagórico, desprovido de individualidade livre e vivendo uma espécie animalesca instintiva, mas inteligente, permaneça na vida endurecida “escória cósmica” da Terra (cercada por forças da Velha Lua – encarnação planetária anterior à atual).

A tarefa legítima da humanidade para o presente é levar uma vida de alternância saudável e progressiva entre a terrena e a cósmica (vida, morte e renascimento), de modo a levar a Terra ao Novo Júpiter.

O profundo mistério do mal é que, em um sentido superior, a longo prazo, serve ao bem. Para não implicar que seríamos justificados em fazer o mal com a racionalização de que o bem resultaria.

“… deve ser necessário que as ofensas venham; mas ai daquele homem por quem a ofensa vier!” [Mateus 18; VII]

A verdadeira imagem das obras do mal pode ser ainda mais complexa do que a descrita acima. Steiner fez algumas declarações que podem ser interpretadas como indicativas de uma terceira corrente de espíritos de oposição: os “Asuras” (um termo oriental emprestado), que são Arcanjos atrasados que trabalham para destruir o “Eu” humano, o próprio Ego. Os Asuras podem ser agentes do anticristo real, o Demônio do Sol, conhecido pelo ocultismo como “Sorat” (ou “Sorath”). Em algumas passagens, Steiner identifica a Besta Apocalíptica 666 como Sorat, não diferenciando claramente os princípios ahrimanic e soratic.

Embora pareça verdade que a interpretação numerológica da ortografia hebraica de “Sorat” fornece o número 666, ainda a posição de Sorat em relação a Lúcifer e Ahriman não é totalmente clara (para este escritor). Uma possível solução para essa pergunta pode seguir-se das imagens do Apocalipse: Michael expulsa o dragão do céu; imediatamente depois surgem as duas “bestas” – a primeira do mar (Lúcifer) e a segunda da terra (Ahriman).

Assim, Lúcifer e Ahriman aparecem na terra como dois seres ou princípios, mas eles são descendentes do único espírito de oposição – o Dragão – no céu. Se identificarmos o Dragão, o Anticristo, como Sorat, podemos imaginar Lúcifer e Ahriman como as mãos esquerda e direita de Sorat.

Cristo se esforça para manter Lúcifer e Ahriman em equilíbrio para que eles sirvam ao bem, enquanto Sorat se esforça para mantê-los fora de equilíbrio, para que trabalhem pela destruição. Enquanto Lúcifer procura atrair o “eu” humano, o Ego para seu próprio “planeta” (na verdade “esfera” espiritual), e Ahriman procura endurecer a terra e o organismo humano para que nenhum Ego possa viver em um humano na terra, Sorat – através dos Asuras – procura destruir o próprio ego, juntamente com a terra.

Sorat usa Lúcifer e Ahriman como espíritos de sedução para mascarar sua verdadeira intenção de pura destruição. E Sorat se manifesta na evocação social como pura destruição, especialmente nas guerras e assassinatos em massa do nosso século.

Robert S. Mason

Atenção: Texto publicado em 1997 (3º ano do governo de 8 anos de Fernando Henrique Cardoso) em cima das colocações de Rudolf Steiner, falecido em 1925.

NOTA DE LEONARDO MAIA:

Pontos importantes a serem considerados:

Acredito ser importante transcender a concepção personificada de cada uma das entidades, principalmente por suas perspectivas hierárquicas, que transcendem a esfera humana, permeando-a. Apesar as suas personificações contribuírem para a concepção de suas naturezas e atuação na Hierarquia humana, se ater exclusivamente ao símbolo personificado, limita-se a compreensão mais profunda da atuação dessas “forças”.

Sorath – a antípoda de Cristo, eleva-se acima das Hierarquias de Ahriman e Lúcifer tal qual Cristo, por isso ambos atuam em tais “forças” – Cristo equilibrando e Sorath desequilibrando. O equilíbrio gera o fortalecimento do EU, no caminho em direção à décima Hierarquia: o ser da Liberdade e ao Amor. O desequilíbrio, anula o EU, numa perspectiva retrógrada do desenvolvimento de evolução, na perspectiva Luciférica ou Ahrimânica – gerando a alienação ou fanatismo em Lúcifer ou a robotização e mecanização, seres automatizados sem liberdade vivendo instintivamente numa consciência animalesca em Ahriman.

Outro ponto crucial é o papel da consciência desperta pontual, que vem da própria individualidade, que seria o próprio impulso Crístico de equilíbrio consciente em relação às perspectivas e impulsos que se apresentam ao indivíduo, fazem-do decidir de forma consciente e atuar através de seu próprio impulso (Vontade – EU) e não ser jogado pelas forças para lá e para cá, agindo através de impulsos instintivos ou tomando decisões pautadas em crenças cegas ou inconscientes.

Por isso a necessidade do fortalecimento do EU para que o “plano regular da evolução”, que seria outro aspecto a ser ponderado neste contexto, porém delicado – o que seria plano regular de evolução e que acarreta a saída de tal plano?

Por fim, acho essencial pontuar a colocação: “O profundo mistério do mal é que, em um sentido superior, a longo prazo, serve ao bem.” Este ponto traz o aspecto que o impulso inferior reverbera na elevação da consciência em direção à Luz (sabedoria). Porém a atuação consciente atua na esfera superior e não na inferior. Portanto não se tornarás veículo do Mal… pois a dor forçará a consciência novamente para a esfera superior: “Mas ai daquele homem por quem a ofensa vier!”. Todo mal atua em uma esfera da inconsciência, sempre em algum nível.

Leonardo Maia

CONTINUA PARTE 8 em breve: “Quando e onde?”

Link para a parte 1:

ESPÍRITO E ALMA

Link para a parte 2:

Seres espirituais e evolução terrena

Link para a parte 3:

SERES ESPIRITUAIS: LÚCIFER E AHRIMAN

Link para a parte 4:

AHRIMAN NOS TEMPOS MODERNOS

Link para a parte 5:

A Degradação da Linguagem

Link para a parte 6:

Ahriman na cultura


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Os quatro elementos constituintes do ser humano


OS QUATRO ELEMENTOS CONSTITUINTES DO SER HUMANO


O homem é o que ele é através do corpo físico, do corpo etérico ou vital, do corpo astral (alma) e do Eu (espírito). Ele é uma imagem condensada do mundo ao seu redor: um microcosmo em permanente interação com o macrocosmo material e espiritual.


O homem é o que ele é através do corpo físico, do corpo etérico ou vital, do corpo astral (alma) e do Eu (espírito). Ele deve ser visto como homem sadio a partir desses membros; ele deve ser percebido, quando doente, no equilíbrio perturbado deles; para sua saúde devem ser encontrados medicamentos que restabeleçam o equilíbrio perturbado.

Elementos fundamentais para uma ampliação da arte de curar: uma das maneiras de apresentar o homem à luz da Antroposofia, é relacioná-lo com a natureza ao seu redor. Nessa abordagem, o homem é visto como um ser que compartilha semelhanças com os reinos mineral, vegetal e animal, mas que também se distingue deles pela presença da sua autoconsciência. Podemos dizer que o homem guarda em si todos esses reinos, sendo portador de quatro estruturas essenciais, de quatro elementos constituintes, também chamados de “corpos” no jargão médico-antroposófico.

CORPO FÍSICO:

É a estrutura sólida, material, palpável e mensurável, sujeita às leis da física e da química. É o corpo que compartilhamos com os minerais. É uma estrutura totalmente inerte e morta quando não permeada pelo segundo elemento (corpo etérico).

CORPO ETÉRICO OU VITAL:

São as forças responsáveis por todo o princípio da vida, seja nos vegetais, animais ou seres humanos. O corpo vital nos dá a possibilidade de desenvolvermos vida vegetativa: crescimento, regeneração e reprodução.

CORPO ASTRAL (CORPO ANÍMICO OU ALMA):

São as forças da consciência, presentes nos reinos animal e humano, e que formam o fundamento para uma vida sensitiva. Tem um papel de “organizador” dos processos vitais e, de maneira didática, podemos dizer que ele manifesta-se como sistema nervoso e vida psíquica.

ORGANIZAÇÃO DO EU (ESPÍRITO):

É o elemento característico do ser humano, que o distingue dos demais reinos e seres da natureza. É o responsável pela atuação saudável dos demais corpos e o aparecimento do andar ereto, da fala e do pensar. É a nossa individualidade, nossa entidade espiritual. Relaciona-se com os processos de calor no âmbito do organismo.

Uma analogia pode ser feita com os quatro elementos da medicina hipocrática e também da alquimia: terra (corpo físico), água (corpo etérico), ar (corpo astral) e fogo (Eu).


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VOCÊ É UMA BOA PESSOA?


VOCÊ É UMA BOA PESSOA?

Leonardo Maia


Você questiona a ética, a moralidade e o sentido humanitário ou apenas o lucro e impacto pontual na sua vida – seu bem estar e conquistas pessoais – na hora de tomar suas decisões?


Você se acha superior ao outro por raça, credo, condições financeiras ou sociais, cargos de emprego?

Você acha que o nível de escolaridade o torna melhor do que o outro ser humano, que o ignorante é um problema e que você deveria ser tratado melhor por isso?

Como você lida com seus erros? Tem a mesma compassividade com o erro do outro que tem quando o erro parte de si próprio? Desculpa e perdoa da mesma forma que quer ser desculpado ou perdoado?

Como você costuma lidar com uma pessoa que discorda com algo que você julga como verdade? Você pondera e analisa o outro ponto de vista com equilíbrio emocional ou fica apenas irritado, com raiva ou até mesmo beirando o ódio?

Você sente e expressa gratidão pelas pessoas que te servem? Mesmo que seja uma obrigação dela por vínculo empregatício, como um porteiro, garçom, atendente de mercado, motorista de ônibus, lixeiro e etc?

Você usa argumentos baseados na generalização para pejorar a ideologia de outra pessoa? Ou pontua e justifica aspecto por aspecto como correto ou errado a partir de seu próprio ponto de vista?

Você exige uma postura, ação ou comportamento específico do outro em âmbitos que não lhe dizem respeito e não invadem seu âmbito individual?

Você questiona a ética, a moralidade e o sentido humanitário ou apenas o lucro e impacto pontual na sua vida – seu bem estar e conquistas pessoais – na hora de tomar suas decisões?

Você busca um mundo melhor para todos ou está apenas preocupado com os seus “eleitos” merecedores?

Leonardo Maia


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A ECLOSÃO DA PRISÃO DE AHRIMAN: O ROMPIMENTO DA BARREIRA DO INTELECTO


A ECLOSÃO DA PRISÃO DE AHRIMAN:
O ROMPIMENTO DA BARREIRA DO INTELECTO

Bernard Lievegoed – Zeist, outubro / novembro de 1992

Fonte: Anthroposophical Inspirations

Tradução livre: Leonardo Maia


“Minha estimativa é que o ápice desta batalha cairá entre os anos de 2020 e 2040. Então o abismo dos demônios se abrirá.”

Bernard Lievegoed

Torço para que muitos consigam relacionar o texto com o momento atual, principalmente da perspectiva de valores, das forças do EU, da liberdade do pensar e a degradação da cultura da perspectiva de Ahriman: opressão ao livre pensar, desvalorização e sufocamento da Arte, negação ao pensamento científico e a falsa espiritualidade (“fanatismo Luciférico”) como justificativa para todo tipo se sentimento baixo, opressão e violência contra os “incrédulos”, “hereges contemporâneos” ou mesmo os atuais “comunistas” – todo aquele que foge da linha ideológica ou mandamentos que delimitam a minha crença.


Eu tenho aqui o que eu acho que é um texto relevante para 2020 por Bernard Lievegoed:

“Minha expectativa pessoal é que Manu não nascerá em um país europeu, mas em algum outro lugar do mundo. Por que na Europa? Porque a maioria dos antropósofos vivem lá? Em pouco tempo, imagino, ele reunirá muitas pessoas ao seu redor profundamente inquieto com a cultura materialista predominante no mundo, ele colaborará com um grupo menor de pessoas que estão no corrente do reconhecimento do verdadeiro conhecimento (Erkenntnis), a fim de ajudar as pessoas do mundo a reconhecer as intenções de Ahriman. Isto não será possível sem as inspirações (insights) da ciência espiritual.

Ele enviará muitos grupos de pessoas ao mundo para acordá-lo de seu sono ahrimânico. Já estamos vendo o início disso: um profundo desconforto de um grande número de pessoas que nada têm a ver com a antroposofia e têm a sensação de que a cultura atual apela apenas para as forças de sua cabeça (intelecto). Ouvi jovens dizerem que nos tornamos máquinas de ditar, nossos cérebros foram transformados em memórias de computador e só podemos reproduzir o que nos foi dito…

Mas as pessoas também não têm coração? E sentimentos? Enviamos nossos jovens para um deserto. O truque de Ahriman é começar o mais cedo possível com o desenvolvimento do intelecto, de preferência já antes do quarto ano de vida. Isso causa duas coisas: a destruição interna de um número tremendo de pessoas e o crescimento de uma grande quantidade de ansiedade e mal-estar: inquietação e preocupações constantes.

Um dia esse desconforto romperá a barreira do intelecto e, com grande violência, buscará uma saída externa, uma compensação. Nesse momento, terá que haver grupos de pessoas que possam tomar todas essas almas perdidas sob suas asas, pessoas que possam mantê-las fora das garras de Lúcifer. Sim, é assim que acontecerá: uma vez que os laços opressivos de Ahriman sejam quebrados, as pessoas vão querer se jogar nos braços quentes de Lúcifer.

No movimento antroposófico, teremos que aprender a trabalhar juntos em grupos para lidar com esse futuro. Não importa que tipo de grupos: grupos de estudo, grupos de ajuda, grupos de trabalho, pequenas comunidades. . . Junte-se para administrar uma escola, um negócio ou uma fazenda de uma maneira profundamente humana. Temos que estar prontos para as coisas que estão vindo em nossa direção.

Minha estimativa é que o ápice desta batalha cairá entre os anos de 2020 e 2040. Então o abismo dos demônios se abrirá. O nacional-socialismo e o bolchevismo vão empalidecer em comparação com isso. Milhões de pessoas perecerão. Mas milhões também resistirão. E, como em todos os tempos anteriores, Manu estará lá para ajudar, pois, sem dúvida, esteve presente no grande conflito no México.

Muitos serão chamados, e muitos, por vontade própria, se juntarão ao lado de Manu.”

Bernard Lievegoed – Zeist, outubro / novembro de 1992


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