Solstício de inverno


SOLSTÍCIO DE INVERNO

Zulaine Germano


“O Solstício de inverno tinha um significado de interiorização, de reconhecimento. A vida física se recolhe no inverno. Vc vê que a natureza hiberna. É o momento mais propício para a espiritualidade.”


Hoje estava lembrando que logo teremos o Solstício de verão para nós e de inverno para hemisfério norte. Que para as antigas civilização bem antes dos cristianismo tinha um significado de interiorização, de reconhecimento.

A vida física se recolhe no inverno. Vc vê que a natureza hiberna. É o momento mais propício para a espiritualidade. Vários mestres tem associados seus nascimentos no solstício de inverrno.

Sabemos que essa duplicidade da natureza, são opostas. Quando uma sobe ou desce. Momento colheita, do recolhimento da vida, da maturidade da natureza, a natureza está interna. Solstício de inverno é o momento da subida para o alto da montanha.

Algumas tradições bem antigas diziam que nesse período as sombras estavam tentando tragar o sol. Mas não esse sol que vemos hoje, esse já foi vitorioso é o sol interno que estamos falando.

E no dia 25 de dezembro esse sol vitorioso sobre as sombras voltava a reinar. O sol significa espiritualidade.

Nosso solstício de inverno aqui no Brasil é São João.

São tantas coisas para pensar

Zulaine Germano


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A SUBJUGAÇÃO DOS INTERESSES HUMANOS AOS MECANISMOS ECONÔMICOS


A SUBJUGAÇÃO DOS INTERESSES HUMANOS AOS MECANISMOS ECONÔMICOS

Trecho da live “A inversão da Antroposofia como uma realidade

Fonte: Canal Antroposofia e Política no Youtube


Perspectivas de Steiner sobre a atuação de forças adversas na atualidade:

Nas ciências sociais – aceitação cega das estatísticas e a crença de que a satisfação das necessidades econômicas por si só garantirá o bem-estar humano.

Na economia – a subjugação de todos os interesses vivos e humanos ao mecanismo desumano e impessoal de busca de lucros, à “pessoa artificial” da corporação.

No vídeo, um trecho da live “A inversão da Antroposofia como uma realidade” sobre a questão.

Link para a live completa: 

https://www.youtube.com/watch?v=EckxCBW1eKY


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A TV E O DÉFICIT DE ATENÇÃO


A TV E O DÉFICIT DE ATENÇÃO

Eckhart Tolle- O Despertar de uma Nova Consciência

Fonte: “Eckhart Tolle em português” no Facebook


Evite assistir a programas e comerciais que o assaltam com uma sucessão rápida de imagens que mudam a cada dois ou três segundos ou menos. Assistir TV em excesso, e esses programas em particular, são os principais responsáveis pelo transtorno de deficiência de atenção, uma disfunção mental que agora afeta milhões de crianças em todo o mundo. Um curto período de atenção faz com que todas as suas percepções e relacionamentos sejam engolidos e insatisfatórios . O que quer que você faça, qualquer ação que execute nesse estado, carece de qualidade, porque a qualidade requer atenção .

Eckhart Tolle


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O EVENTO CENTRAL DA EVOLUÇÃO DO SER HUMANO NA TERRA


O EVENTO CENTRAL DA EVOLUÇÃO DO SER HUMANO NA TERRA

Trecho da live “A inversão da Antroposofia como uma realidade

Fonte: Canal Antroposofia e Política no Youtube


Pergunta realizada na live com o tema “A inversão da Antroposofia como uma realidade” do canal “Antroposofia e Política”:

“O QUE É O TURNING POINT?” (O evento central da evolução do ser humano na Terra segundo a Antroposofia)

Link para a live completa: 

https://www.youtube.com/watch?v=EckxCBW1eKY


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Liberdade de escolha entre o bem e o mal


LIBERDADE DE ESCOLHA ENTRE O BEM E O MAL

Rudolf Steiner – GA 104 – The Apocalypse of John: Lecture XII

Fonte: The great Rudolf Steiner Quotes Site


A própria possibilidade de escolha entre o bem e o mal em liberdade é, por si só, um ato de amor.


A liberdade está inseparavelmente ligada à ideia do amor. Seria impossível para o homem desenvolver o amor ou a liberdade sem a possibilidade de navegar no abismo. Um homem incapaz, por sua livre decisão, de escolher o bem ou o mal, seria um ser que só seria conduzido por um fio condutor a um bem que deve ser alcançado por necessidade e que não teria poder para escolher o bem através de sua própria vontade totalmente purificada, pelo amor que brota da liberdade.

A possibilidade de liberdade não poderia ser dada sob nenhuma outra condição senão que o próprio homem tenha que fazer a escolha livre entre o bem e o mal.


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CRIANÇAS NO MUNDO DIGITAL


CRIANÇAS NO MUNDO DIGITAL

Instituto Alana


“O perigo de classificar as crianças como nativos digitais é supor que elas têm habilidades necessárias e o discernimento de fazer escolhas conscientes no ambiente digital. Elas não têm maturidade para frequentarem sozinhas o maior espaço público do planeta: a internet.”

Rodrigo Nejm, diretor de prevenção da Safernet Brasil


O próprio uso do termo “nativos digitais” é perigoso porque mascara uma ideia de que a tecnologia é nata às novas gerações. “Acabamos atribuindo uma série de habilidades e competências que não são automáticas para as gerações que nasceram em época de abundância de tecnologia. Eles sabem usar muitas vezes por tentativa e erro”, explica Rodrigo Nejm.

Essa e outras reflexões sobre a relação das crianças com o mundo digital foram debatidas no 5º Simposio – Crianças e Adolescentes na Internet, uma co-realização do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR – NIC.br, Safernet Brasil e o Instituto Alana.

Se você perdeu essa conversa, acesse aqui e veja a transmissão na íntegra: https://bit.ly/5simposio-nic

Fonte: Instituto Alana


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A DONZELA SEM MÃOS


A DONZELA SEM MÃOS

Análise do Conto dos Irmãos Grimm por Hellen Reis Mourão


Cada ciclo tem sua tarefa, uma morte simbólica e uma entrada em nossa floresta interior, nossa área selvagem e intocada. Respeitar os ciclos de nosso corpo e espírito nos ajuda resgatar nossas mãos, ou seja, nosso poder de criar e realizar algo em nossas vidas e no mundo.


Donzela sem mãos é um conto belíssimo que já foi amplamente estudado no livro Mulheres que correm com os Lobos, da autora Clarissa Pinkola Éstes, e no livro O Feminino nos contos de fadas, de Marie Louise Von Franz.

O conto dos irmãos Grimm, trata da história de uma jovem que teve suas mãos amputadas pelo seu pai – um moleiro – que tristemente fez um pacto com o diabo, em troca de riqueza.

Trata da jornada da mulher que não consegue assumir seus dons criativos.

O pai, um moleiro que perde sua fortuna, é aquela parte nossa que quer sair da dificuldade por artifícios do ego e sem ética. Ele entrega a filha ao diabo. Vemos isso coletivamente no avanço tecnológico que destrói a natureza indiscriminadamente. Pensamos “é apenas um pedaço de terra”, ou é só uma árvore”, mas se trata mais do que isso.

Cortar as mãos significa cortar relações. Mas ficar sem mãos também significa que a mulher ficou sem capacidade de atuar no mundo, de trabalhar e de colocar seus dons criativos no mundo.

Quantas mulheres não abdicaram de seus dons e fizeram um pacto infeliz com “o diabo” não respeitando seus processos da alma, seus relacionamentos se tornando impotentes e incapazes de se relacionar e realizar qualquer produção criativa.

Sem mãos, a jovem deixa a casa dos pais e segue em sua jornada redentora para viver na floresta e assim reencontrar a sua natureza perdida. Ela suporta o sofrimento e confia em algo maior que seu ego.

Na floresta sente fome e encontra um jardim, que pertence a um rei. Lá é ajudada por um anjo para chegar ao jardim e comer uma pêra. O rei percebe que uma de suas peras sumiu e descobre a donzela, se apaixonando pela moça e a pedindo em casamento.

O jardim com o roubo fruto proibido lembra a temática judaico-cristã. Mas aqui não é considerado pecado. Aqui no conto simboliza o ultrapassar a inconsciência natural do paraíso. Isso significa que agora a jovem conhece o bem e o mal e a realidade da vida, que consiste de bons e maus momentos.

Ao casar com o rei, ela ganha mãos de prata. O que ainda é uma solução temporária, pois com as mãos de prata ela ainda não tem a mesma mobilidade do que com as naturais, ou seja, ela ainda continua passiva.

A prata na alquimia está associada a Lua, ao feminino e a maternidade.

Isso significa que, apesar de estar em um caminho de redenção, ela ainda não tem um instinto materno saudável. É artificial.

A jovem fica grávida, e o rei resolve ir para a guerra e a deixa com a sua mãe. Ao nascer o bebê a mãe do rei envia cartas ao filho, no entanto, as cartas são trocadas pelo diabo que manda matar a moça e o filho.

Mais uma vez a jovem é colocada em contato com o mal, pois seu conflito não estava ainda resolvido. Sua feminilidade precisava ser aprofundada.

A mãe do Rei percebe algo de errado e manda matar uma corça pedindo para que a jovem fosse embora para a floresta.
Ela novamente se encontra na floresta, abandonada e traída. Não se trata de uma repetição do drama, mas um aprofundamento da iniciação da jovem para sua entrada na floresta da sua psique através do rito da resistência e assim fortalecer sua personalidade enquanto mulher, através desse encontro com a Mãe Natureza.

Ela passa então, 7 anos com seu filho na floresta, auxiliada por uma espécie de anjo cuidador. Nesse tempo suas mãos crescem e seu marido passa a procurá-la durante todo esse tempo.

Aqui o processo de iniciação da donzela se aprofunda. Ela agora vai sair de seu estado de inconsciência total do inicio do conto. A floresta é símbolo de algo intocado, da Mãe Natureza. Nesse prazo de 7 anos, ela resgata seu instinto materno, longe da civilização que lhe dita regras de comportamento enquanto mãe.

Ela vai ser a mãe ursa e desenvolver sua natureza selvagem. Esse é um problema inclusive crônico em nossa sociedade ocidental: a perda de contato com a natureza afeta mais intensamente as mulheres, que desconectadas de seu próprio corpo e seus ciclos acabam se desligando do instinto materno e desconhecendo os ciclos de seus bebês.

Ela fica na floresta por 7 anos. O sete é o número de dias de cada fase da lua e é também o número de outras expressões do tempo sagrado: os sete dias da criação, os sete dias da semana.

O conto Donzela sem Mãos traz a mulher o aprendizado da natureza mais profunda do feminino que se divide em ciclos relacionados as mudanças do corpo.

Portanto, compreendermos esses ciclos e os pactos infelizes que fazemos em nossa inconsciência nos auxilia em nosso crescimento psíquico. Cada ciclo tem sua tarefa, uma morte simbólica e uma entrada em nossa floresta interior, nossa área selvagem e intocada. Respeitar os ciclos de nosso corpo e espírito nos ajuda resgatar nossas mãos, ou seja, nosso poder de criar e realizar algo em nossas vidas e no mundo.

Texto: Hellen Reis Mourão


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RACISMO E A EVOLUÇÃO DA CONSCIÊNCIA HUMANA

“Reflexões à luz da Antroposofia”

com Leonardo Maia – Administrador da Biblioteca Virtual da Antroposofia

A verdadeira superação do racismo só acontece na consciência humana. Como percorrer este caminho numa sociedade com racismo estrutural e desigualdade social?

– Violência institucional e individual
– Como separar o racismo estrutural do individual e qual a influência de um sobre o outro?
– O intrincado caminho do capital: o labirinto inconsciente
– Meritocracia?
– O desenvolvimento moral do ser humano e seu caminho gradual em direção ao Homem Ideal – o símbolo de Irmandade Universal
– Ferramentas do Espírito: reencarnação e carma
– Influências de Lúcifer e Ahriman como dissolução e cristalização
– O dragão da polarização: a atuação oculta no embate e intolerância inconscientes
– Fraternidade Universal: um caminho de evolução para a próxima etapa planetária (Júpiter)

Data: 26 de novembro, quinta feira às 20:00

CONTRIBUIÇÃO – você decide o valor de contribuição de acordo com as suas condições:

Valor Social / Estudante / Professor: R$ 30,00
Valor intermediário: R$ 45,00
Valor Integral: R$ 60,00
Você decide o quanto contribui!!!

Inscrições: https://www.sympla.com.br/racismo-e-a-evolucao-da-consciencia-humana__1044043


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A ANTROPOSOFIA COMO CIÊNCIA INICIÁTICA


A ANTROPOSOFIA COMO CIÊNCIA INICIÁTICA

“E a importância da preservação de suas bases fundamentais”

Rudolf Steiner – Londres, 14 de abril de 1922


Antroposofia se propõe, segundo Rudolf Steiner, a apresentar suas bases fundamentais – que são as mesmas de qualquer outra ciência iniciática do passado – como modelo de ciência exata e conscienciosidade científica pois é o que ser humano da atualidade precisa para o desenvolvimento do que Rudolf Steiner chama de “clarividência exata”: o desenvolvimento das faculdades anímicas conscientes. A importância de se preservar tais bases se deve ao fato de que tal perspectiva ainda não foi alcançada.


A Antroposofia que apresentei vem para o nosso tempo das mesmas bases que qualquer outra ciência iniciática do passado.

Durante a sua evolução, a humanidade atravessou as mais variadas metamorfoses das suas disposições animais.

No âmbito da evolução da civilização humana, cada época apresenta uma atitude animica específica, e a ela deve adaptar-se também a ciência iniciática que tende a estudar o eterno do ser humano e do mundo.

Para o nosso tempo, é necessária uma ciência iniciática diferente da, por exemplo, válida para a idade média, para a antiguidade grega ou para épocas ainda mais remotas.

A Antroposofia pretende ser uma ciência iniciática adaptada às necessidades e aspirações da alma humana de hoje; no sentido do nosso tempo deve ter em conta a atual concepção científica, segundo a qual o homem já não consegue reconhecer nem a sua parte eterna, nem aquela Eterna do mundo.

Tem também de ter em conta que hoje, quando o homem regressa da ciência para si próprio e tenta aprofundar-se misticamente em si, nem mesmo nesta via consegue obter resultados satisfatórios.

A ciência não chega de fato até o eterno, e o aprofundar em si mesmo oferece talvez uma fé mística, mas não um conhecimento qual é necessário ao homem de hoje.

Quero apenas dizer que, com o espírito e a atitude animada do homem de hoje, a antroposofia tende a algo a que gostaria de chamar clarividência exata.

Precisamente porque tende a isso, ela encontra hoje muitos adversários. Também acontece com dificuldades, embora em substância, pois todas as forças anímicas do presente tendam a ela.

Porque é que está a ser mal interpretada?

Porque justamente, na sequência dos julgamentos, dos sentimentos ou de outros aspectos dos quais hoje se está consciente, ainda não se chega às aspirações inconscientes que, em última análise, já hoje existem em cada alma humana pensante.

Tais inconscientes aspirações, tais inconscientes exigem que hoje se tenda a um mais profundo saber e a um conhecimento superior do eterno, graças também a precisos exercícios, a um desenvolvimento especial da alma humana e das capacidades de conhecimento; exigem que esses exercícios e este desenvolvimento devem ser feitos da forma como hoje se está habituado a alcançar um conhecimento exato.

A Antroposofia pretende apresentar-se aos homens de hoje de acordo com o modelo da ciência exata e com a conscienciosidade científica.

Ao mesmo tempo gostaria de ser um conhecimento para qualquer um, mesmo para a mais simples e ingênua alma humana, para que ninguém seja excluído do conhecimento do que é eterno, imperioso na interioridade humana.

Rudolf Steiner – Londres, 14 de abril de 1922


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RACISMO E A EVOLUÇÃO DA CONSCIÊNCIA HUMANA

“Reflexões à luz da Antroposofia”

com Leonardo Maia – Administrador da Biblioteca Virtual da Antroposofia

A verdadeira superação do racismo só acontece na consciência humana. Como percorrer este caminho numa sociedade com racismo estrutural e desigualdade social?

– Violência institucional e individual
– Como separar o racismo estrutural do individual e qual a influência de um sobre o outro?
– O intrincado caminho do capital: o labirinto inconsciente
– Meritocracia?
– O desenvolvimento moral do ser humano e seu caminho gradual em direção ao Homem Ideal – o símbolo de Irmandade Universal
– Ferramentas do Espírito: reencarnação e carma
– Influências de Lúcifer e Ahriman como dissolução e cristalização
– O dragão da polarização: a atuação oculta no embate e intolerância inconscientes
– Fraternidade Universal: um caminho de evolução para a próxima etapa planetária (Júpiter)

Data: 26 de novembro, quinta feira às 20:00

CONTRIBUIÇÃO – você decide o valor de contribuição de acordo com as suas condições:

Valor Social / Estudante / Professor: R$ 30,00
Valor intermediário: R$ 45,00
Valor Integral: R$ 60,00
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INCORPORAR EM NOSSO PENSAMENTO AQUILO QUE NÃO ESTÁ EM NÓS


INCORPORAR EM NOSSO PENSAMENTO AQUILO QUE NÃO ESTÁ EM NÓS

Rudolf Steiner – GA 197


A emoção ardente pode subugar a clareza do pensamento gerando ilusões.


Não teríamos que passar por toda a terrível campanha de falsidade que tem viajado pelo mundo nos últimos cinco anos (1915 a 1920) – como a consequência final de algo que há muito foi preparado – se as pessoas tivessem aprendido a focar na linguagem dos fatos para em certa medida, e não na linguagem das emoções – linguagem na qual os nacionalistas são os mais terríveis fomentadores de tais emoções. Por um lado, é absolutamente necessário hoje que aprendamos também a incorporar em nosso pensamento o que não está em nós. Por outro lado, há a aversão a essa veracidade, que busca sua orientação nos fatos. Somente aqueles que aderem estritamente ao mundo externo dos fatos podem ascender ao conhecimento dos mundos superiores.

Rudolf Steiner – GA 197

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“Reflexões à luz da Antroposofia”

com Leonardo Maia – Administrador da Biblioteca Virtual da Antroposofia

A verdadeira superação do racismo só acontece na consciência humana. Como percorrer este caminho numa sociedade com racismo estrutural e desigualdade social?

– Violência institucional e individual
– Como separar o racismo estrutural do individual e qual a influência de um sobre o outro?
– O intrincado caminho do capital: o labirinto inconsciente
– Meritocracia?
– O desenvolvimento moral do ser humano e seu caminho gradual em direção ao Homem Ideal – o símbolo de Irmandade Universal
– Ferramentas do Espírito: reencarnação e carma
– Influências de Lúcifer e Ahriman como dissolução e cristalização
– O dragão da polarização: a atuação oculta no embate e intolerância inconscientes
– Fraternidade Universal: um caminho de evolução para a próxima etapa planetária (Júpiter)

Data: 26 de novembro, quinta feira às 20:00

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O mundo em nós – A Quadrimembração


 

O MUNDO EM NÓS – A QUADRIMEMBRAÇÃO

Leonardo Maia


O ser humano, segundo a Antroposofia, possui uma natureza quádrupla, relacionada aos 4 elementos e aos 4 reinos da natureza:

TERRA – Corpo físico em seu aspecto substancial, reino mineral.
ÁGUA – Corpo vital, ou corpo de forças formativas. Reino vegetal.
AR – Corpo anímico ou corpo astral. Reino animal.
FOGO – Individualidade, EU, autoconsciência. Reino humano.


1- CORPO FÍSICO

Relacionado ao elemento terra e ao reino mineral, ou seja, é a parte do ser humano que possui a mesma natureza do mundo mineral: o universo sólido, a substância material, a dimensão espacial. É determinado pela hereditariedade e sofre transformações devidos ao processos de individualização. Sozinho, está sujeito às leis físicas e deterioração/desintegração – que é impedida pelo corpo etérico ou vital: por isso ao falecer, nosso corpo se desfaz em grande velocidade. O Pulmão é considerado o órgão relacionado. O corpo físico é a base para a manifestação humana na Terra.

2- CORPO ETÉRICO OU VITAL

Relacionado ao elemento água e ao reino vegetal. É a substância viva, o veículo da vida. Ele opõe à morte, à desintegração. A integração corpo físico e vital/etérico são como a planta, realizando processos vitais como crescimento, aquecimento, manutenção, geração e etc… ou seja, os processos fisiológicos com uma consciência de sono profundo, não desperta. Pessoas em estado vegetativo têm apenas estes 2 corpos atuando. Sua dimensão é o tempo e está intimamente ligada ao ritmo. Seu órgão relacionado é o fígado, considerado o órgão água na Antroposofia, o órgão da regeneração. Sem o corpo etérico/vital, o ser humano está morto.

3- CORPO ANÍMICO OU ASTRAL

Relacionado ao elemento ar e ao reino animal. É o veículo da alma, da sensibilidade e do movimento próprio – aspecto que compartilhamos com os animais. Também conhecido por corpo das sensações. Responsável pelos instintos e sensibilidade diante dos estímulos: prazer e dor, simpatia e antipatia, sono e vigília. Sua dimensão é a do relacionamentos e a consciência é a de sonho, abaixo da consciência de vigília. Seu órgão relacionado são os rins (animais marcam seus territórios com a urina, sua marca “anímica”). Sem o corpo anímico/astral o ser humano estaria dormindo apenas, em estado de sono, vegetativo.

4- ESPÍRITO, INDIVIDUALIDADE OU ORGANIZAÇÃO DO EU

Relacionado ao elemento fogo e ao reino humano (segundo a Antroposofia o homem não pertence ao reino animal). O reino humano traz a capacidade de andar ereto, falar e pensar o que possibilita a autoconsciência e a autorreflexão: que permite, através do autocontrole, domínio sobre os instintos, impulsividade e de nossos aspectos mais animalescos. Quando estou consciente, estou em mim, com “presença de Espírito”, tenho domínio sobre os impulsos e liberdade de escolha. Seu órgão relacionado é o coração e sua dimensão é a da Consciência. Ainda é um aspecto em desenvolvimento no ser humano, por isso ainda nos identificamos fortemente com aspectos animalescos de nossa natureza. O EU é o caminho de liberdade, que nos torna senhores de nossos destinos.

Resumo:

TERRA – Corpo físico em seu aspecto substancial, reino mineral.

ÁGUA – Corpo vital ou etérico, ou corpo de forças formativas. Reino vegetal.

AR – Corpo anímico, corpo das sensações ou corpo astral. Reino animal.

FOGO – Individualidade humana, EU, autoconsciência. Reino humano.

COMENTÁRIOS EM VÍDEO:

Poe Leonardo Maia


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“Reflexões à luz da Antroposofia”

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A verdadeira superação do racismo só acontece na consciência humana. Como percorrer este caminho numa sociedade com racismo estrutural e desigualdade social?

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– Como separar o racismo estrutural do individual e qual a influência de um sobre o outro?
– O intrincado caminho do capital: o labirinto inconsciente
– Meritocracia?
– O desenvolvimento moral do ser humano e seu caminho gradual em direção ao Homem Ideal – o símbolo de Irmandade Universal
– Ferramentas do Espírito: reencarnação e carma
– Influências de Lúcifer e Ahriman como dissolução e cristalização
– O dragão da polarização: a atuação oculta no embate e intolerância inconscientes
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Valor Social / Estudante / Professor: R$ 30,00
Valor intermediário: R$ 45,00
Valor Integral: R$ 60,00
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