Arquivo mensais:novembro 2013

Simbologia Oculta – O 10º Trabalho de Hércules: A Captura do Gado Vermelho de Gerião

Simbologia Oculta – Os 12 Trabalhos de Hércules

Décimo Trabalho: A Captura do Gado Vermelho de Gerião

A transcendência da animalidade

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O Gado Vermelho de Gerião: A transcendência da animalidade e da matéria

Hércules empreendeu uma grande viagem para derrotar o rei Gerião e se apoderar de seus
bois. Enfrentou também o gigante Anteu, invencível porque, cada vez que tocava a terra, recobrava as forças. Para derrotá-lo, ergueu-o no ar. Essa é uma lição de desapego, sobre derrotar a cobiça e o materialismo. Gerião e os bois simbolizam as posses. A verdadeira riqueza, que é eterna, está dentro de nós. São nossos sentimentos e valores.

Mitologia

O Mestre chamou Hércules e disse-lhe: Vai até aquele lugar sombrio chamado Eritéia, onde a Grande Ilusão está entronizada; onde Gerião, o monstro de três cabeças, três corpos e seis mãos, é rei e senhor. À margem da lei ele mantém um rebanho de gado vermelho escuro. De Eritéia deves trazer até a nossa Sagrada Cidade, este rebanho. Cuidado com Euritião, o pastor, e seu cão de duas cabeças Ortus.” E depois de uma pausa continuou: “Mais um aviso posso dar. Invoca a ajuda de Hélio.”

Hércules partiu e no templo, fez oferendas a Hélio, o deus do fogo e do sol. Por sete dias Hércules meditou, e depois mereceu dele um favor. Um cálice dourado caiu no chão aos seus pés. Ele sentiu no seu íntimo que esse objeto brilhante o capacitaria a cruzar os mares para alcançar o país de Eritéia. E assim foi. Sob a segura proteção do cálice dourado, ele velejou pelos mares agitados até chegar a Eritéia.

Numa praia naquele país distante, Hércules desembarcou. Não muito longe dali ele chegou a um pasto onde o gado vermelho escuro pastava. Era guardado pelo pastor Euritião e o cão de duas cabeças, Ortus.
Quando Hércules se aproximou, o cão lançou-se como uma flecha para ele, rosnando ferozmente, tentando alcançá-lo. Com um golpe decisivo Hércules derrubou o monstro. Então, Euritião amedrontado pelo bravo guerreiro que estava diante dele, suplicou que a sua vida fosse poupada. Hércules concedeu-lhe o pedido. Conduzindo o gado vermelho-sangue adiante dele, Hércules voltou a sua face para a Cidade Sagrada. Ainda não estava muito longe daquelas pastagens quando percebeu que o monstro Gerião vinha em louca perseguição. Logo Gerião e Hércules estavam face-a-face. Exalando fogo e chamas de todas as três cabeças simultaneamente, o monstro avançou sobre ele. Esticando bem o seu arco, Hércules lançou uma flecha que parecia queimar o ar e que atingiu o monstro no seu flanco. Tamanho foi o ímpeto com que fora lançada, que todos os três corpos de Gerião foram perfurados. Com um guincho desesperado, o monstro oscilou, depois caiu, para nunca mais se levantar.

Hércules conduziu, então o lustroso gado para a Cidade Sagrada. Difícil foi a tarefa. Volta e meia alguns bois se desgarravam e Hércules deixava o rebanho para procurar aquelas cabeças que se perdiam. Através dos Alpes ele conduziu o seu rebanho até Halia. Onde quer que o mal tivesse triunfado, ele golpeava as forças do mal com golpes mortais, e corrigia a balança em favor da justiça. Quando Eryx, o lutador, o desafiou, Hércules o derrubou tão vigorosamente que ele permaneceu caído.

Novamente quando o gigante Alcioneu lançou sobre Hércules, uma rocha que pesava uma tonelada, este último a deteve com a sua clava e a mandou de volta, matando o seu agressor.

Às vezes ele perdia o seu rumo, mas sempre se voltava, refazia os seus passos, e prosseguia. Embora exausto por este cansativo trabalho, Hércules por fim voltou. Quando chegou, o Mestre que o esperava, disse-lhe: “A jóia da imortalidade pertence-te. Por este Trabalho tu superaste o humano e te revestiste do divino. No firmamento estrelado o teu nome será inscrito, um símbolo para os batalhadores filhos dos homens, de seu imortal destino. Os trabalhos humanos estão encerrados, tua tarefa Cósmica começa”.

Simbologia

Em Peixes/Virgem, Hércules termina um grande ciclo de realizações que marcam a sua libertação das formas terrestres e da maioria dos apegos que prendem os homens à roda de reencarnações.
É aqui que o homem crítico e rígido do passado aprende a ter fé.

Hércules tem que conduzir o rebanho de gado vermelho-sangue (representa a quinta raça) para fora das terras da ilusão até à Cidade Sagrada. Para desempenhar a sua tarefa, é advertido de que deverá invocar Hélio – Deus do sol, senhor da luz e da consciência, que só se consegue encontrar nos planos interiores do ser.

Aqui ficamos a saber, que a união da consciência cósmica com a terrestre, e o apelo a esse deus interior que existe dentro de todos nós, é imprescindível para enfrentar tarefas que exigem um esforço maior. Hércules medita em consciência, na sua essência repleta de luz, que significa a busca de Peixes, ser que vem ao mundo para compreender a própria essência e para se revelar como fé.

Como resultado da sua meditação, recebe o Santo Graal – cálice dourado – depósito de toda a sabedoria.

É com a frieza de Virgem que Hércules consegue enfrentar Gerião, mas esta frieza levada ao extremo pode revelar-se em tirania, daí que o bom senso demonstra bem o signo de Peixes em equilíbrio. O lutador com que Hércules se debate, mostra a raiva contida de peixes e falta de firmeza na sua própria colocação e ação no mundo; e o ter que abandonar momentaneamente o rebanho para ir apanhar algum boi desgarrado, demonstra também a dificuldade que o signo de peixes sente com os imprevistos.

Quando chega à cidade sagrada e ouve “A jóia da imortalidade pertence-te. Por este Trabalho tu superaste o humano e te revestiste do divino. De volta ao lar viestes, para não mais partires. No firmamento estrelado o teu nome será inscrito, um símbolo para os batalhadores filhos dos homens, de seu imortal destino. Os trabalhos humanos estão encerrados, tua tarefa Cósmica começa”, aprende finalmente que necessitava de ter coragem e fé para ver tudo o que viu, e que estes valores são o seu legado para os seus irmãos. E para o conseguir, o homem tem que tirar o seu Cristo da cruz e caminhar ao seu lado..

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Links para os Trabalhos Anteriores:

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O Ser Humano como Sinfonia das Forças Universais – 1ª conferência

Lançamento de Tradução de Rudolf Steiner gratuita para download:

O Ser Humano como Sinfonia das Forças Universais

1ª conferência – 19 de outubro de 1923

Tradução: Gerard Bannwart

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“A verdade vivenciada em conjunto
É força de vida na aspiração da humanidade.”

Rudolf Steiner

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Capítulo 1

A interconexão das relações cósmicas

Das relações terrestre e dos animais com o Ser Humano

1ª Conferência – 19 de outubro de 1923

 Traduzido por Gerard Bannwart

Temas:

  • O Ser Humano como Microcosmo
  • Forças Plasmadoras
  • A Classe das Aves
  • O Ser Humano como síntese de Águia, Leão e Touro
  • Correspondências do Humano Interior com o que está fora no Cosmo
  • Interpretação Artísticas das configurações
  • O Artístico como Princípio de Conhecimento

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Arquivo Rudolf Steiner em português

(Rudolf Steiner´s Archive – portuguese)

Com apoio de novos colaboradores, estaremos lançando traduções e re-traduções dos textos e conferências de Rudolf Steiner.
Caso queira colaborar e tenha algum conhecimento da Antroposofia e sua linguagem, cadastre-se e ajude com pequenas traduções.

Arquivo Rudolf Steiner – cadastro de colaborador (clique aqui…)

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All work and all play

Vídeo:

All work and all play

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“Viver significa fazer do presente, a lembrança e a beleza do passado e a certeza e a esperança do futuro”..”

André del Roso Guirronda

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Você está fazendo o que ama neste momento?

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Anda logo, não temos tempo!

Anda logo, não temos tempo!

Patrícia L. Paione Grinfeld

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“Alice: Quanto tempo dura o eterno?
Coelho: Às vezes apenas um segundo…”

Alice no País das Maravilhas

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O título, e tema, deste post foi inspirado no texto O dia em que parei de mandar minha filha andar logo, de Rachel Macy Stafford. Seu depoimento, que tem provocado lágrimas, suspiros, desespero e coragem em muitas mães (e pais!), espelha a realidade da grande maioria dos mortais: a infindável maratona de correr contra o tempo para dar conta de todos os compromissos, entre eles, os filhos!

Não é nenhuma novidade dizer que o tempo da criança nem sempre é o mesmo do relógio. Então, o que fazer para que a incompatibilidade destes dois tempos deixe de ser um problema?

Em seu relato, a autora conta como fez para que seu próprio tempo, cravado no tempo do relógio, não assolasse o tempo da filha, lembrando, inclusive, que é bem mais fácil banir o “anda logo” do vocabulário do que adquirir a paciência para esperar pela vagarosa criança. O grifo, aqui, é meu.

Quando não conquistamos este olhar, o ritmo da criança imprime a indelével marca do ser menos (rápida, capaz, esperta e por aí vai), anulando o extraordinário sentido da vagarosidade infantil: a genuína capacidade de observar, se interessar, explorar, questionar, descobrir, desfrutar.

Isto me faz lembrar a expressão de surpresa de um menino ao ouvir sua mãe contando que quando ela era pequena via anjos entre as nuvens.  Penso que pela pressa, pelos tetos que nos cobrem, pelos muros que nos cercam, pelos processos que já vêm prontos, este menino talvez não tenha olhado – ou podido olhar – para o céu.

As crianças estão inscritas no mesmo ritmo frenético dos adultos. Mesmo brincar acaba, muitas vezes, entrando no pacote onde habitam as atividades extraescolares e as telas: o ter que se ocupar pela impossibilidade de viver a ociosidade do tempo, o não fazer nada, a falta. Se o tempo todo somos ou estamos “preenchidos”, não sobra espaço para imaginar, sonhar, criar, aprender, correr atrás. Assim estão crescendo nossas crianças.

Para ver anjos nas nuvens é preciso parar. Então, anda logo, não temos tempo!

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Eu Maior

Filme: Eu Maior

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“A verdade não pode ser trazida para baixo; é o individuo que deve fazer o esforço de ascender até ela.”

Jiddu Krishnamurti

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EU MAIOR traz uma reflexão contemporânea sobre autoconhecimento e busca da felicidade, por meio de entrevistas com expoentes de diferentes áreas, incluindo líderes espirituais, intelectuais, artistas e esportistas. Pessoas tão distintas como o surfista Carlos Burle, a Monja Coen, o físico Marcelo Gleiser, e a ex-senadora Marina Silva.

Assista o Trailer:

COMO FUNCIONA

Cada contribuição de R$20,00 dá direito a um ingresso para a exibição, que como projeto precisa captar um valor mínimo de R$3.000,00. Caso esse valor seja atingido com antecedência, novas contribuições serão possíveis desde que ainda haja ingressos disponíveis.

Você pode fazer a sua contribuição por meio de cartão de crédito, débito, boleto bancário e/ou Paypal. O ingresso você receberá no dia da exibição, no próprio cinema. Caso o valor mínimo do projeto não seja atingido a tempo e a exibição seja cancelada, você receberá de volta o valor que contribuiu.

Então, quer ver o EU MAIOR no cinema? Imagine a sala lotada de pessoas ligadas em autoconhecimento e busca da felicidade, como você!

Saiba mais sobre o filme: www.eumaior.com.br
Cidades com exibição programada: http://eumaior.catarse.me/
Acompanhe as novidades: www.facebook.com/eumaior
Contato: canaleumaior@catarse.me

Apoio: Cinemark NET
Deduzidos os custos operacionais, os rendimentos obtidos com este projeto serão doados para a Associação Dobem, cuja missão é fomentar uma cultura de desenvolvimento humano integral.

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Apostila: O Desenvolvimento da Humanidade através da Arte

Lançamento de apostila para download gratuito:

O Desenvolvimento da Humanidade através da Arte

Do Egito ao Renascimento

Desenvolvida por Milene Mizuta

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“A arte traz como um espelho o desenvolvimento do ser humano através da linha do tempo, é como se ao passo que entendemos a realidade do homem de 5000 anos atrás encontramos na arte uma cópia fiel de seus valores, suas crenças e pensamentos.”

Caso tenha cadastro na Biblioteca – acesse a apostila, clique aqui…

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Participe de um curso sobre a História da Arte em São Paulo

com Clara Passchier – uma das maiores pesquisadoras do tema e da Antroposofia

História da arte

Informações: contato@liderdesi.com.br ou (48) 3207-9102

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Biografia e Alquimia do Encontro

Biografia e Alquimia do Encontro

Os Campos Integrados de Ordenação

Josef David Yaari

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“Meditar é levar o homem em mim ao encontro de sua máxima revelação humana!”

Josef David Yarri

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Os processos para a liberação do “princípio ativo” das substâncias foram desenvolvidos na Alquimia que deu os fundamentos para a química moderna. Eram formas variadas de dinamização que se iniciavam pela maceração, continuando com a diluição, decantação, cozimento, destilação, fermentação, infinitas possibilidades de misturas, reações químicas que criam novos materiais e, finalmente pelas formas de dinamização desenvolvidas na Homeopatia e na Medicina Antroposófica, com diferentes modos de agitação.

Falava-se na Alquimia, da busca da “Pedra Filosofal”, a fórmula mágica capaz de transformar tudo em ouro!

Processos semelhantes são feitos pelos agricultores que com a enxada revolvem a terra, colocam adubos, produtos orgânicos vegetais e animais que fermentam e tudo o mais para que ocorra a produção mais ampla no plantio de diversas espécies e criação de novas espécies vegetais. Na Agricultura Biodinâmica, pelos preparados sugeridos, ocorre uma modificação substancial na configuração do ambiente com resultados surpreendentes na produção.

Na educação também se usam estas “dinamizações” e, então o uso das diferentes linguagens artísticas vão preparando o educando para o efetivo aprendizado e a conquista de sua emancipação.

Nas atividades da Pedagogia Clínica Biográfica, o encontro entre os participantes e os coordenadores é orientado pelo que acabou sendo chamado de Alquimia do Encontro, pois estes procedimentos alquímicos são conscientemente realizados pela prioridade do encontro entre todos, no sentido de que este encontro seja de fato a oportunidade de crescimento e liberação das muitas amarras que, em geral, nós mesmos estabelecemos. Mas também a alquimia se realiza pelas diferentes atividades artísticas que fundamentam estes encontros.

O único ser capaz de transformar tudo em ouro é o Si Mesmo, Princípio Ativo de qualquer pessoa!

O trabalho pela Pedagogia Clínica Biográfica tem a função de provocação e facilitação para que as pessoas sempre cresçam, podendo acessar seu Si Mesmo ou Princípio Ativo indo de um patamar para outro mais amplo, não se mantendo restritas a significados, normas, diretrizes e padrões.

Em termos bem práticos, o trabalho visa o exercício permanente com as muitas narrativas possíveis da história, da biografia de cada pessoa. Cada vida é tecida por muitas e muitas histórias que se entrelaçam constituindo, quase todos os dias, diferentes representações, formatos e ordenações que podem ser interpretados das mais diferentes maneiras.

Porque a realidade é multifacetada e já agora preciso dizer que pode ser compreendida por diferentes campos integrados de ordenação.

O que é isso?

Cada fenômeno ou pessoa vive em muitos mundos ao mesmo tempo e nossa compreensão em geral se fixa numa só estrutura. Isso acontece porque não nos abrimos para a percepção mais ampla que pode observar que é possível ordenar os fatos de muitas maneiras ao mesmo tempo. São estruturas ou feições que se movem continuamente. E, então, para pessoas experientes fica claro que estes fatos podem justamente ser compreendidos dessas muitas maneiras diferentes. Por isso dizemos que temos a compreensão por diferentes campos integrados de ordenação.  Laurel Richardson, uma socióloga, pesquisadora universitária, em seu livro “Fields of Play – Constructing an academic life” (Rutgers University Press, 1997) escreve que a realidade se configura por diferentes formas cristalinas que tem infinitos números de superfícies, dimensões e ângulos. Dessa maneira ela mostra que a realidade se revela por diferentes prismas e superfícies, desconstruindo assim a validade tradicional das explicações.

Porque as pessoas experientes sabem que não há uma só explicação para um fenômeno ou, como já foi dito, uma única história que caracterize a biografia de uma pessoa.

Sempre na vida, em qualquer fenômeno ou ocorrência, convergem muitas vertentes que nossa consciência, por mais sofisticada que seja, não consegue abarcar. E isso não quer dizer que sejamos incapazes.

O fato é que estamos em processo. Em outras palavras não somos seres prontos que chegaram ao ponto final de sua expressão. Somos seres incompletos, fato que, deste modo, garante nossa possibilidade de contínuo crescimento e criatividade. Ser perfeito é assumir o compromisso de se perfazer constantemente. Errar é nossa garantia de liberdade!

Meditar é levar o homem em mim ao encontro de sua máxima revelação humana!

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Participe de um Trabalho fundamentado na Pedagogia Clínica Biográfica:

SAGRES

Temas

  • O ritmo dinâmico entre setênios e nonênios
  • Os Campos Emocionais (Constelações Familiares e Profissionais)
  • Os “núcleos parasitas” nos níveis físico, psicológico e espiritual
  • Os caminhos para a Superação
Local: Associação Sagres
End: Rua da Macela nº 80, Rio Tavares – Florianópolis/SC
Data: 6, 7 e 8 de dezembro
Valor: R$ 580,00
Inscrições e Informações: (48) 3338-3604 ou  secretaria@asssagres.org.br
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Lançamento de Traduções de Rudolf Steiner gratuitas para download

Aos amigos da Biblioteca – Lançamento:

Traduções de Rudolf Steiner gratuitas para download

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“Alguém pode estar impossibilitado de aprender a arte de escrever, em razão da sua pobreza ou das condições culturais em que nasceu, mas para o alcance do saber e do ser capaz nos mundos superiores não há obstáculos aos que seriamente o procuram…”

Rudolf Steiner

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A Biblioteca Virtual da Antroposofia inicia a disponibilizações dos textos e conferências feitos por Rudolf Steiner. Será criado um Arquivo Rudolf Steiner em português, como o Rudolf Steiner Archive – site que disponibiliza os textos em inglês.

Teremos algumas obras disponibilizadas por seus tradutores originais e outras retraduzidas por colaboradores. Abaixo temos o convite para o grupo de colaboradores.

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 Texto de Lançamento:

TEOSOFIA – parte 1

(Traduzido da Rudolf Steiner Archive por Jefferson Rupel)

Conteúdos:

  • Introdução
  • A Natureza Essencial do Homem
  • A Natureza Corpórea do Homem
  • A Natureza Anímica do Homem
  • A Natureza Espiritual do Homem
  • Corpo, Alma e Espírito

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Arquivo Rudolf Steiner em português

(Rudolf Steiner´s Archive – portuguese)

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Os 12 Apóstolos e o Zodíaco

Os 12 Apóstolos e o Zodíaco

The Last Supper Restored, Leonardo Da Vinic

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“Tudo o que a sua mão encontrar para fazer, faça-o com todo o seu coração.”

Jesus Cristo

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Jesus sentado no centro representa o centro do universo, caracterizando as qualidades de todos os doze signos. Da direita para a esquerda:

  • O apóstolo Simão (o Zelote) representa Áries;
  • Judas Tadeu, Touro;
  • Mateus, Gêmeos;
  • Filipe, Caranguejo;
  • Tiago (o Menor), Leão;
  • Tomé, Virgem;
  • João, Libra;
  • Judas, Escorpião;
  • Pedro, Sagitário;
  • André, Capricórnio;
  • Tiago (o Maior), Aquário
  • Bartolomeu, Peixes.

Leonardo esquematizou a disposição dos apóstolos de acordo com a posição astronômica, da direita para a esquerda de quem vê o quadro.

Simão – Áries

Na cabeceira da mesa é Simão, que corresponde ao signo de Áries. Signo de fogo e de ação, Simão indica com as mãos a direção a tomar. Áries rege a cabeça na anatomia astrológica, e a testa de Simão é bem realçada na pintura. Sua prontidão ariana também é mostrada pelas mãos desembaraçadas, para agirem conforme a vontade e coragem cardeal de Áries.

Judas Tadeu – Touro

Ao seu lado, está Judas Tadeu, o taurino. Seu semblante é sereno enquanto escuta Simão (Áries/cérebro) vai digerindo lentamente suas impressões, acolhendo-as com uma das mãos, revelando a possessividade de Touro (que é terra/receptivo). No corpo humano, Touro rege o pescoço e a garganta, e o de Judas Tadeu está bem destacado.

Mateus – Gêmeos

Mateus vem em seguida, correspondendo à Gêmeos, signo duplo que necessita de interação com as pessoas e de colher informações. Mateus tem as mãos dispostas para um lado e o rosto para o outro, revelando a dinâmica geminiana de querer falar e ouvir a todos ao mesmo tempo. Mateus era repórter e historiador da vida de Jesus e Gêmeos rege a casa III, setor de comunicação e conhecimento.

Filipe – Caranguejo

Logo após está Filipe, o caranguejo. Suas mãos em direção ao peito mostram a tendência canceriana para acolher, proteger e cuidar das coisas. Regido pela Lua, Câncer trabalha com o sentir; Filipe está inclinado, como se estivesse se oferecendo para alguma tarefa.

Tiago Menor – Leão

Ao lado de Filipe está Tiago Menor, o leonino, de braços abertos, revelando nesse gesto largo o poder de irradiar amor (Leão rege o coração e o chacra cardíaco), ele se impõe nesse gesto confiante, centralizando atenções.

Tomé – Virgem

Atrás de Tiago Menor, quase que escondido, está Tomé, o virginiano, que, apesar de modesto, não deixa de expressar o lado crítico e inquisitivo de Virgem – com o dedo em riste ele contesta diante de Cristo; foi Tomé quem quis o ver para crer.

João – Libra

Libra é simbolizada por João, o discípulo amado de Jesus. Com as mãos entrelaçadas, ele pondera e considera todas as opiniões antes de tomar posições – Libra rege a casa VII, é o setor do outro e isso requer imparcialidade e diplomacia.

Judas Iscariotes – Escorpião

Ao lado de Judas, está Judas Iscariotes, representando Escorpião. Com uma das mãos ele segura um saco de dinheiro, pois era o organizador das finanças da comunidade dos apóstolos (Escorpião rege a casa VIII, que trata dos bens e valores dos outros) e com a outra mão ele bate na mesa, protestando.

Pedro – Sagitário

Sagitário é representado por Pedro, o Pescador de Almas. Foi ele quem fez o dogma e instituiu a lei da Igreja – Sagitário rege a casa IX, setor das leis, religiões e filosofia. Seu dedo aponta para Jesus – a meta de Sagitário é espiritual – e na outra mão ele segura uma faca, representando o lado instintivo nos homens. Ele se eleva entre outros dois apóstolos, trazendo esclarecimentos (luz) à discussão.

André – Capricórnio

Ao lado de Pedro está André, que representa Capricórnio. Conhecedor das responsabilidades, com seu gesto restritivo impõem limites. Seu rosto magro e ossos salientes revelam o biótipo capricorniano. Seus cabelos e barbas brancas e seu semblante sério mostram a relação de Capricórnio com o tempo e a sabedoria.

Tiago Maior – Aquário

Os temores de André são apaziguados por Tiago Maior, aquariano, que debruça uma de suas mãos sobre seus ombros, num gesto amigável, enquanto a outra se estende aos demais. Ele visualiza o conjunto, percebendo ali o trabalho em grupo liderado pelo Mestre. Aquário rege a casa XI, que é o setor dos grupos, amigos e esperanças.

Bartolomeu – Peixes

O último da mesa é Bartolomeu, que representa Peixes. Seus pés estão em destaque (que são regidos por Peixes na anatomia astrológica). Ele parece absorvido pelo que acontece à mesa, e, com as mãos apoiado, quase debruçado, revela devoção envolvido pelo clima desse último encontro entre os apóstolos e Jesus Cristo, já que numa determinada hora as coisas ficaram um pouco confusas, pois Jesus revelou que “a mão do que me trai está comigo à mesa”.

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Mundos internos, Mundos externos – Além do Pensamento

Vídeo: Mundos internos, Mundos externos – parte IV

Além do Pensamento

PENSAMENTO EXATO

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“Tudo o que somos nasce com nossos pensamentos. Em nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo.”

Buddha

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Mundos internos, Mundos externos – A Serpente e a Lótus

Vídeo: Mundos internos, Mundos externos – parte III

A Serpente e a Lótus

Buddha[1]

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“Não se combate ódio com ódio, mas sim com amor.”

Buddha

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Mundos internos, Mundos externos – Akasha

Vídeo: Mundos internos, Mundos externos – parte I

Akasha

akasha

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“Torna-te aquilo que és.”

Friedrich Nietzsche

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Simbologia Oculta – O 9º Trabalho de Hércules: A Tomada do Cinturão de Hipólita

Simbologia Oculta – Os 12 Trabalhos de Hércules

Nono Trabalho: A Tomada do Cinturão de Hipólita

A Coragem de Ser Autêntico

HHracles 0015 www.templodeapolo.net

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O Cinturão de Hipólita: A Coragem de Ser Autêntico

A missão do herói era conseguir o cinturão da rainha das amazonas, mulheres conhecidas por sua bravura. Mas não poderia obtê-lo pela força: precisaria ganhá-lo conquistando o coração da guerreira. Esse trabalho fala sobre a importância de construirmos laços afetivos duradouros. Ensina que a arte de conquistar uma pessoa não se faz pela força nem criando ilusões e falsas aparências, mas pelo respeito ao outro e pela coragem de mostrar quem verdadeiramente somos.

Mitologia

Este trabalho leva Hércules até às praias onde vivia a grande rainha, que reinava sobre todas as mulheres do mundo conhecido. Elas eram suas vassalas e guerreiras ousadas. Nesse reino não havia homens, só as mulheres reunidas em torno da sua rainha, Hipólita.

A ela pertencia o cinturão que lhe fora dado por Vénus, a rainha do Amor. Aquele cinturão era um símbolo da unidade conquistada através da luta, do conflito, da aspiração, da maternidade e da sagrada Criança para quem toda a vida humana está verdadeiramente voltada.

“Ouvi dizer”, disse Hipólita às guerreiras, “que está a caminho um guerreiro cujo nome é Hércules, um filho do homem e no entanto um filho de Deus; a ele eu devo entregar este cinturão que eu uso. Deverei obedecer a ordem, oh Amazonas, ou deveremos combater a palavra de Deus?” Enquanto as Amazonas reflectiam sobre o problema, foi passada uma informação, dizendo que ele se havia adiantado e estava lá, esperando para tomar o sagrado cinturão da rainha guerreira.

Hipólita dirigiu-se ao encontro de Hércules. Ele lutou com ela, combateu-a, e não ouviu as palavras sensatas que ela procurava dizer. Arrancou-lhe o cinturão, somente para deparar-se com as mãos dela estendidas e lhe oferecendo a dádiva, oferecendo o símbolo da unidade e amor, de sacríficio e fé.

Entretanto, tomando-o, ele, matou quem lhe dera o que ele exigira. E enquanto estava ao lado da rainha agonizante, consternado pelo que fizera, ele ouviu a voz do mestre que dizia: “Meu filho, por que matar aquilo que é necessário, próximo e caro? Por que matar a quem você ama, a doadora das boas dádivas, guardiã do que é possível? Por que matar a mãe da Criança sagrada?

Novamente registamos um fracasso. Novamente você não compreendeu. Ou redimirá este momento, ou não mais verá a minha face.”

Hércules partiu em silêncio deixando as mulheres lamentando a perda da liderança e do amor. Quando ele chegou às costas do grande mar, perto da praia rochosa, ele viu um monstro das profundezas trazendo presa em suas mandíbulas a pobre Hesione. Os seus gritos e suspiros elevavam-se aos céus e feriram os ouvidos de Hércules, perdido em remorsos e sem saber que caminho seguir. Dirigiu-se prontamente em sua ajuda quando ela desapareceu nas cavernosas entranhas da serpente marinha.

Esquecendo-se de si mesmo, Hércules nadou até o monstro e desceu até o fundo do seu estômago onde encontrou Hesione. Com a sua mão esquerda ele agarrou-a e segurou-a junto a si, enquanto com a sua espada se esforçou para abrir caminho para fora do ventre da serpente até a luz do dia. E assim ele salvou-a, equilibrando seu feito anterior de morte.
Pois assim é a vida: um ato de morte, um ato de vida, e assim os filhos dos homens, que são filhos de Deus, aprendem a sabedoria, o equilíbrio e o caminho para andar com Deus.

Simbologia

Este trabalho está associado à Virgem, signo onde a consciência de Cristo é concebida e nutrida através do período de gestação até que por fim em Peixes, o signo oposto, o salvador mundial nasce.

Note-se que nos dois Trabalhos onde Hércules vence, na verdade, são os dois onde ele se saiu mal justamente com os seus opostos, femininos (as éguas bravias e a rainha das Amazonas).

Assim a guerra entre os sexos é de origem antiga, na verdade, está inerente na dualidade da humanidade. O Leão é o rei dos animais. Nele alcançamos a personalidade integrada; mas em Virgem é dado o primeiro passo para a espiritualidade, a alma é chamada de filho da mente, e Virgem é regida por Mercúrio, que leva a energia da mente.

É em virgem que, o mau uso da matéria representa o maior erro de toda a peregrinação de Hércules: atentar contra o Espírito Santo; quando ele não compreendeu que a rainha das Amazonas devia ser redimida pela unidade, e não morta, e foi aí que ele sentiu a dor do signo de Peixes, diante do sofrimento humano provocado pela violência e pela agressividade, criada muitas vezes pela falta de diálogo ou até mesmo de compreensão.

O cinto é o símbolo da união e do amor, e ele mata quem lho quisera entregar por amor a Deus. Aqui o herói é abatido pela depressão e pena que sente de si mesmo, característica de Peixes.

Ao salvar Hesione da boca do monstro, Hércules compreende que tudo o que se faz, se reflecte no universo eternamente, e que para que o ser pare de sofrer, deve compreender que a dor é uma forma de redenção e aprendizagem que nos conduz ao crescimento. Que a aceitação da imperfeição do mundo é um caminho para atingir a perfeição.

Enquanto nos martirizamos com a culpa do mal feito, não assumimos a responsabilidade dos erros, mas quando aceitamos esta responsabilidade, transformamos esta dor em atitude, fazemos o bem e libertamo-nos das amarras do sofrimento. É neste momento e com esta tomada de consciência que passamos do trabalho ao serviço à humanidade.

Caminho de Iniciação

Na Mitologia Esotérica, o Nono Trabalho de Hércules corresponde à conquista do Cinto de Ouro de Hipólita – a Raimnha das Amazonas – viva alegoria do aspecto psíquico feminino oculto e mais delicado de nossa íntima natureza.

Durante este trabalho, o Iniciado é atacado naquilo que ele tem de mais fraco: o sexo. As Amazonas, suscitadas por Hera (um dos aspectos de nossa Mãe Divina), assediam com seus encantos femininos o caminhante que adentra seus domínios; usam de todas as artimanhas da sedução para infligir fatal derrota ao nobre e valente guerreiro que está prestes a conquistar sua rainha com seu precioso cinto, uma vez que o cinto sem a rainha não possui nenhuma beleza…

Mas infeliz do Hércules que se deixa cair ou seduzir por essas beldades dotadas de beleza enfeitiçadora. Apoderar-se do Cinto de Hipólita consiste, justamente, em não se deixar seduzir ou cair sob o hipnotismo de tais provocações sexuais femininas; significa dominar totalmente os sentidos, a mente e as sensações físicas e psíquicas. O Hércules que tem total domínio sobre si acaba conquistando a Rainha das Amazonas, não pela força, mas pelo amor, pelo respeito e pela veneração ao Feminino Cósmico.

Netuno é o Senhor da Magia. Portanto, torna-se evidente que o inferno de Netuno é habitado pelos magos negros mais terríveis e pela magas tenebrosas de beleza fatal e maligna.

Durante este Trabalho, o alegórico Castelo do tenebroso Klingsor, autêntico templo de magia negra, deve ser totalmente destruído. Quando o castelo cair em pedaços, o Iniciado, vencedor da terrível batalha contra si mesmo, ganha o direito de ingressar no  Céu do Senhor Netuno, o Empíreo, a região dos Serafins, criaturas do amor e expressões diretas da Unidade Divina.

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Links para os Trabalhos Anteriores:

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Menos computadores, mais brincadeiras ao ar livre

Menos computadores, mais brincadeiras ao ar livre

natureza

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Quanto mais olhamos para a tela, menos observamos a natureza e quem está presente ao meu redor, absorvo excesso de informações desnecessárias ao meu desenvolvimento e deixo de absorver a vida que emana ao meu redor…

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A maior iniciativa já realizada na Inglaterra para reaproximar as crianças da natureza. Assim pode ser definido o ambicioso projeto da “The Wild Network”, uma colaboração que reúne 400 organizações, entre escolas, grupos de escoteiros, empresas, ativistas e ambientalistas. Todos em torno do mesmo objetivo: convidar as crianças a trocar as telas do computador e da TV por brincadeiras ao ar livre.

Lançada no mês passado, a campanha estimula a adoção de atividades tradicionais, mas cada vez menos praticadas pelas novas gerações, como acampamentos.

- A trágica verdade é que bastou apenas uma geração para que as crianças perdessem o contato com a natureza e o ar livre – disse à “BBC” Andy Simpson, presidente da associação. – O tempo que se gasta ao ar livre está diminuindo cada vez mais, as brincadeiras estão em declínio e a habilidade de identificar as espécies foi perdida.

Pais também contribuem

Para as autoridades inglesas, sobram evidências sobre os efeitos negativos de uma infância sedentária. Um relatório do National Trust (organização dedicada a preservar as riquezas culturais e ambientais do país) indica que o “déficit de natureza” é “dramático” para a saúde e a educação delas. Segundo a associação, o tráfego cada vez mais intenso e a atração por telas digitais são fatores decisivos. Mas o nível de estresse e ansiedade dos próprios pais também contribuem. Há indícios de que este déficit seria pior no Reino Unido do que em outros países europeus, explicando assim os baixíssimos índices das crianças britânicas em pesquisas de satisfação.

“Isso está mudando a maneira como as crianças crescem e veem o mundo”, escreveu o naturalista Stephen Moss, um dos autores do relatório do National Trust.

A distância percorrida pelas crianças em brincadeiras fora de casa diminuiu 90% em 30 anos, e o tempo gasto teve uma queda de 50% em apenas uma geração. Por outro lado, estudos nos últimos anos mostram que o tempo na natureza aumenta a felicidade, saúde e qualidade de vida dos seres humanos. Nesse caso, as gerações futuras têm tudo para se tornarem adultos ainda mais sedentários – e insatisfeitos – que os de hoje.

Para a “The Wild Network” bastariam 30 minutos diários de brincadeiras para os menores de 12 anos aumentarem seus níveis de aptidão física e melhorarem seu bem-estar. É o que eles chamam de “pausa selvagem”. A campanha foi lançada junto com um documentário, que conta a história de um pai preocupado que as horas de vigília de seus filhos estão sendo “dominadas por uma cacofonia de marketing, e uma dependência por computadores que ameaça transformá-los em zumbis”.

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Desaceleração da rotina das crianças

Desaceleração da rotina das crianças

Juliana Vines

desaceleração

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A infância se transformou em uma corrida rumo à perfeição, e as crianças, em miniexecutivos com agenda cheia de atividades. É o que argumentam os partidários do “slow parenting” (pais sem pressa), movimento que prega justamente o contrário: que as crianças tenham menos compromissos e mais tempo para fazer nada.

A ideia, que tomou corpo na Europa e EUA, ganha força aqui. Na semana passada, a primeira edição do “SlowKids”, evento em prol da desaceleração da rotina das crianças, levou 1.500 pessoas ao parque da Água Branca, em São Paulo.

Na programação, atividades nada tecnológicas: oficina de jardinagem, brincadeiras antigas e piquenique. “As crianças precisam desligar os eletrônicos e interagir mais com os pais”, diz Tatiana Weberman, uma das criadoras do projeto e diretora da agência Respire Cultura.

Segundo o jornalista britânico Carl Honoré, autor de “Sob Pressão”, muitas crianças têm todos os momentos da vida agendados e monitorados.

“Elas têm dificuldades de serem independentes, ficam sob estresse e são menos criativas”, disse Honoré.

Ele foi o primeiro a usar o termo “slow parenting”. “Tudo começou quando a professora do meu filho disse que ele ‘era um jovem artista talentoso’. Na hora, a visão de criar o novo Picasso passou pela minha cabeça”, conta.

No mesmo dia, ele começou a procurar cursos de arte para o filho de sete anos, até que o menino disse: “Pai, não quero ter um professor, só quero desenhar. Por que os adultos querem sempre cuidar de tudo?”.

O puxão de orelha fez com que ele voltasse atrás e começasse a pesquisar o superagendamento da infância. Segundo ele, tudo começa com a boa intenção dos pais. Mas a vontade de ser o pai perfeito transforma a educação em um jogo de tudo ou nada.

VIDA DE EXECUTIVO

Para a psicanalista Belinda Mandelbaum, professora do Instituto de Psicologia da USP, a educação de resultados antecipa o ensino de ferramentas para competir no mundo corporativo. “Vejo crianças aprendendo mandarim porque os pais acham ser importante para o futuro.”

Quando o empresário Marcelo Cesana, 38, diz não ter pressa de que o filho Caio, 1, aprenda a falar, a ler e a escrever, questionam se ele não vai ter dificuldade para trabalhar. “Me acham bicho do mato, mas não quero antecipar as coisas”, diz ele, que levou a família ao “SlowKids”.

A gerente de supermercado Vanessa Sheila Dias, 36, também foi ao evento com a filha Anne, 8. O domingo no parque faz parte da ideia de reservar um dia para fazer nada. “A rotina da semana é maluca, passo a ansiedade para a Anne”, diz ela, que já se pegou pedindo que a filha comesse um lanche de fast food mais rápido.

Anne não faz atividades extraescolares. Já os filhos da psicóloga Patrícia Paione Grinfeld, 41, fazem natação, mas só aos sábados.

“Outros pais me perguntam: ‘Eles não fazem nada durante a semana?’ Como se fosse algo errado!”, conta Patrícia. “Quero que crianças venham brincar com meus filhos, mas todas são ocupadas, tem que marcar antes.”

As atividades extras não garantem que a criança vá aprender mais, diz Mandelbaum. “Muitas vezes, elas só aprendem a se adaptar a esse ritmo louco.”

O primeiro efeito da correria é a ansiedade, diz a neuropsicóloga Adriana Fóz, coordenadora do projeto Cuca Legal, da Unifesp. “A criança fica frustrada pelo excesso de atividades e pela falta [quando se acostuma à agenda cheia]. Fica entediada com mais facilidade.”

Não que toda atividade extra deva ser evitada, mas é preciso respeitar o tempo da criança. “Até os cinco anos os estímulos têm que ser mais naturais”, afirma Fóz.

De seis a 12 anos, é hora de aprender de forma mais sistematizada, diz ela. Aí é preciso conciliar o que os pais consideram ser importante com o desejo e as habilidades da criança, cuidando para que ela tenha tempo livre.

“O ócio estimula a criatividade e a curiosidade por temas e experiências diversas”, afirma a educadora e antropóloga Adriana Friedmann.

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Lançamento de palestras em vídeo: O Trabalho Biográfico na Atualidade

Lançamento de palestras em vídeo:

O Trabalho Biográfico na Atualidade

com Milene Mizuta

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“Explicar sua obra, elevando a própria vida à categoria de Arte,

eis o que busca”

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A Biblioteca Virtual da Antroposofia disponibilizará vídeos de palestras e entrevistas sobre temas específicos relacionados ao Trabalho da Biblioteca.
Para lançamento da seção, trazemos a palestra “O Trabalho Biográfico na Atualidade” com Milene Mizuta. Veja o trailer abaixo:

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Assista a palestra completa:

Caso tenha cadastro, clique aqui e acesse – ou cadastre-se aqui!!! – é gratuito

Após cadastrar-se, seguir para seção de vídeos no menu principal e clicar no vídeo desejado

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A Geometria Sagrada

A Geometria Sagrada

Ivan Maia Fernandes

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“Deus é o grande geômetra. Deus geometriza sem cessar. Por toda a parte, existe Geometria”

Platão

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Você já reparou que na natureza, em todos os reinos, tudo parece ter sido desenhado de forma perfeita! Para quem gosta de matemática e geometria, os números e os desenhos geométricos estão presentes em tudo. Perceba o olho humano, de um animal ou do furacão, o casco da tartaruga, as conchas na praia, as asas das aves, as estruturas dos cristais, uma gota d’água, as folhas das plantas, as frutas, as teias das aranhas, a colmeia com seus favos, o desenho da pele das cobras, o formato dos planetas e o desenho que formam suas órbitas em torno do Sol, uma galáxia, enfim, observando a natureza, não tem como não notar a presença da geometria na criação divina.

O estudo aprofundado das relações geométricas nas formas fez com que o homem as usasse de uma maneira que extrapola o meramente humano e prático, se tornando uma ferramenta de contato com o que é sobre-humano, com o divino e até com o extraterrestre.

Estudiosos observaram que o mapa da planície de Gizé, no Egito, propõe o desenho duma espiral áurea, unindo-se a localização das pirâmides e algumas câmaras ou salas ainda não descobertas. A espiral áurea também está presente no formato do crescimento do caramujo conhecido por Nautilus Marinho, e na flor do girassol. Ela nos remete a um número áureo 1, 61764… da sequência de Fibonacci, 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55… em que cada número é obtido pela soma dos dois outros que o antecedem. O número áureo 1, 6… aparece como resultado da divisão do maior pelo seu antecedente na maioria das vezes. A espiral áurea é uma forma geométrica obtida pela união de vários semicírculos inscritos em quadrados de lados cujas medidas seguem a sequência de Fibonacci. Supõe-se que os antigos egípcios, com suas pirâmides, e outros povos, como os Maias, queriam entrar em contato com civilizações estelares. Além da disposição referida, ocupando pontos específicos da malha magnética da Terra, a geometria das pirâmides, tetraédrica, seria outra chave fundamental para se estabelecer o contato.

Outro elemento importante da Geometria Sagrada é a Vesica Piscis (Bexiga do Peixe). Forma geométrica resultante do encontro de dois círculos, conhecida também como o “Olho de Deus”. O desenho de linhas retas, tangentes aos 2 círculos, marcam 4 pontos que unidos apresentam medidas com as 3 raízes quadradas sagradas: de 2, cuja qualidade é a geração; de 3, cuja qualidade é a formação de 3 espaços dimensionais; e de 5, cuja qualidade é a regeneração e é vista como representando as qualidades férteis do Cristo, ou os órgãos genitais da Deusa Mãe. Deu origem também à Flor da Vida, um padrão geométrico presente no DNA e nas células de todos os seres.

Os sólidos platônicos são objetos tridimensionais primários completamente simétricos. São os únicos poliedros compostos de polígonos regulares. São tidos como símbolos visíveis e demonstrativos da Orgânica do Universo e conhecidos desde a Antiguidade por Platão, e a eles foram atribuídos vários significados místicos. Eles são o tetraedro (4 faces, elemento Fogo, cor vermelha), o cubo (6 faces, elemento Terra, cor Verde), o octaedro (8 faces, elemento Ar, cor Amarela), o dodecaedro (12 faces, elemento Éter, Cor Violeta, Força Universal da Vida) e o icosasedro (20 faces, elemento Água, cor Azul, Força Biológica da Vida). Mas, por que apenas cinco? Repararam que o icosaedro se aproxima da forma geométrica mais perfeita que existe, a esfera?

A Geometria Sagrada está presente nas pinturas de Leonardo Da Vinci, nas catedrais antigas, na Cabala, na Árvore da Vida, no Zodíaco, nas Mandalas, nos Merkabahs, nos símbolos da Cura Quântica e dos Reikis, na Radiônica, nos gráficos radiestésicos, nos diversos amuletos de poder, nas figuras religiosas e até nos desenhos que aparecem em campos de plantação de milho ou canaviais – chamados “Crop Circles” a que se atribuem mensagens extraterrestres.

Também é usada de maneira inconsciente e inocente nas tatuagens. Toda forma possui um campo vibracional e energético. Que tipo de energia poderá resultar de símbolos demoníacos? E quando sobrepostos a órgãos do corpo? Carece que as pessoas tomem mais cuidado ao usarem adornos e imagens.

A Geometria Sagrada tem ajudado muito o ser humano quando usada com sabedoria, discernimento e ética. É inegável o benefício que trazem as mandalas, símbolos radiestésicos, o uso do baguá no feng shui, formas harmônicas de edificações, móveis e determinados objetos artísticos.

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Como nos tornamos humanos?

Como nos tornamos humanos?

Pilar Tetilla Manzano Borba

como nos tornamos humanos

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É conhecida por nós todos a história do menino lobo que ao ser criado longe do contato com seres humanos foi acolhido na floresta por uma loba e acabou se portando como um ser daquela espécie.

Muitos outros casos como esse ocorreram e vieram para afirmar que durante a infância imitamos o nosso meio e nos tornamos fiéis a ele.

Embora nasçamos com todo o potencial para sermos Homem necessitamos conviver com modelos humanos para nos tornarmos humanos.

É nos três primeiros anos de vida da criança que ocorre a mais pura e perfeita imitação. A criança necessita portanto de uma pessoa a quem se vincule para que possa imitar e confiar.

No mundo atual, onde as mães, avós e tias saíram de casa para trabalhar, suas crianças vão cada vez mais cedo para berçários, maternais e jardins de infância.

A pergunta que fazemos é: existirão nessas ‘escolinhas’ adultos coerentes, confiáveis, responsáveis e (comprometidos com a educação) dignos para servirem como exemplos que possam ser imitados? Adultos comprometidos com o importante e verdadeiro significado da infância? Adultos que se vinculem profundamente à criança com respeito e dignidade?

“VINCULO: alimento e promotor de saúde integral – como desenvolvê-lo nas creches” (tema de minha monografia do curso de pós-graduação em Antroposofia na Saúde na Universidade de Sorocaba) é um assunto que há muito tempo observo, estudo, trabalho e ensino nas inúmeras creches que conheci, trabalhei e orientei desde que me formei em terapia ocupacional.

A pedagogia Waldorf fundamentada na antroposofia me deu suporte aumentando meus conhecimentos a respeito do ser humano e reafirmando o enorme cuidado que devemos ter na presença e no trabalho junto de crianças pequeninas.

Como a criança é um ser que aprende através da imitação, ela necessita se vincular a alguém que esteja (permaneça) constantemente, especialmente nos seus três primeiros anos de vida. Uma pessoa constante que a possa acolher, alimentar, cuidar de seu sono, de sua higiene, que converse e brinque com ela com respeito, amor, carinho e, sobretudo que possua todas as qualidades positivas que um educador e ser humano precisa ter. Desta maneira há uma grande chance dela crescer com confiança, amor e esperança.

Nossa memória nos primeiros três anos de vida é principalmente emocional e comportamental. De como fomos cuidados e educados na primeira infância dependerá, em grande parte, nosso comportamento na vida adulta. Muitas condutas negativas vivenciadas na primeira infância poderão ser repetidas na adolescência e idade adulta, necessitando muitos anos de terapia para se conscientizar e mudar esse estado.

Hoje há registros de indivíduos que fazem o mal por pura repetição do que fizeram com eles na infância.

Vários fatores colaboram para a nossa formação, entre eles a genética, o ambiente, a cultura e a individualidade de cada um mas, para olhos atentos, muitas das nossas atitudes demonstram a maneira como fomos criados e conduzidos sobretudo na infância.

É triste a realidade de que poucos profissionais da educação conheçam e valorizem o desenvolvimento motor, emocional e cognitivo nos três primeiros anos de vida. Tudo que captamos através dos olhos, da boca, do ouvido, do olfato e do tato é registrado nesse período em que a consciência ainda não despertou e onde não temos a possibilidade de filtrar o bom ou o ruim. Tanto os estímulos bons como os não tão bons ficarão para sempre registrados em nossa memória.

É lamentável que se invista tão pouco em educação infantil. A qualidade e a constância do pessoal que trabalha em berçários e creches também deve ser levada a sério, pois é na constância que se forma o vínculo, pré-requisito para o cultivo da confiança.

A criança pequenina, embora ainda não fale, espera chegar no berçário, creche ou jardim-de-infância e encontrar a mesma pessoa que a cuidou no dia anterior. Assim como ela espera encontrar a mesma caminha, o mesmo carrinho, a mesma bonequinha,etc. Sua memória afetiva e sensitiva lhe trará um grande bem estar se tudo estiver igual e tão bem cuidado como foi no dia anterior. Essa atitude de constância por parte dos educadores irá desenvolver o sentimento de confiança em relação ao outro, sentimento tão escasso nos dias de hoje.

Uma pesquisa feita pela ong Fight Crime: Invest in Kids (Combata o crime: Invista na Criança) conclui que US$ 1 gasto em atendimento de qualidade na infância economiza no futuro US$ 7 em gastos no sistema policial e prisional. “Investir num atendimento de qualidade para as crianças de zero a seis anos custa caro mas, a pergunta que deve ser feita é se a sociedade pretende gastar esse dinheiro antes ou depois. É o que disse Thomas B. Brazelton, professor de pediatria de Harvard, conhecido mundialmente e autor de 38 livros traduzidos em 18 idiomas, numa entrevista ao jornal Folha de São Paulo em 22/11/2004.

Já existe um movimento mundial através da ALIANÇA PELA INFÂNCIA, UNICEF, UNESCO e outros órgãos preocupados em quebrar a cadeia de violência que assola o mundo. Todos estão procurando maneiras de alertar o ser humano do valor da educação infantil principalmente nos três primeiros anos de vida.

A criança necessita de calor para sobreviver. O calor do ambiente já não existe mais. Nas creches e escolas de educação infantil todo chão é frio, os brinquedos de plástico, a grama sintética, o pátio cimentado; a televisão substitui as brincadeiras de corpo. Resta então aumentar o calor humano. E é desse calor que o ser humano está carente. Pelo número excessivo de crianças para uma só educadora fica impossível dar colinho e atenção individualizada. Esta já é uma forma de violência pois as crianças já desde muito cedo se sentem abandonadas.

A quantidade se sobrepõe à qualidade. A televisão é ligada para ‘distrair’ a criança que hipnotizada a olha sem ter nenhuma possibilidade de escolha. Isto também é violência.

A Pedagogia Waldorf, fundamentada na Antroposofia, através da auto-educação constante do educador, do estudo do desenvolvimento da criança e de suas necessidades, procura diminuir cada vez mais esse “educar em massa”. Ela propõe que se perceba individualmente cada ser. Que possamos enxergar o único e precioso ser que habita cada corpinho que nos é entregue a cada dia para cuidar e educar. Que tenhamos reverência diante de cada criança, mesmo porque ela é nosso maior mestre.

Rudolf Steiner (1861-1925), fundador da antroposofia, deixou-nos uma imensa contribuição para a compreensão das necessidades básicas do Homem. Nos fez crer que tudo que fazemos, pensamos e sentimos diante da criança está sendo impresso em sua alma e em seu corpo para toda sua vida; e, que todos esses registros positivos e negativos irão colaborar na sua forma adulta de ser e ainda mais, que sua saúde física, emocional e mental irá depender em grande escala da maneira como essa criança foi por nós acolhida, tratada, educada e amada principalmente nos seus três primeiros anos de vida.

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A urgência urgentíssima de compreender as coisas

A urgência urgentíssima de compreender as coisas

Josef David Yaari

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“A ilusão trabalha, impenetrável, tecendo trama de expressão inumerável;
suas vistosas imagens, incessantes, véu sobre véu acumulam, constantes;
feiticeira, sempre acreditada pela pessoa sedenta de ser enganada.”

Emerson

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Há um crime que se repete diariamente diante de nossos olhos, ouvidos e de nossa consciência!

A forma normal das pessoas pensarem a realidade é derivada de um caminho equivocado do que se chama o “ato de conhecer” ou “epistemologia”. Esta forma está baseada numa lógica racional que vai ao encontro da ansiedade por explicações simplórias que atinge a maioria das pessoas e, por incrível que pareça, a maioria das teses universitárias.

Hoje os cientistas sérios sabem que a teoria atômica não explica o átomo e que a fórmula H2O não indica que a molécula da água é formada por dois átomos de hidrogênio e um átomo de oxigênio! Porque as fórmulas químicas expressam relações de volumes e não de átomos!

Os médicos sérios também sabem que a maioria dos “medicamentos” usados na alopatia são supressores de sintomas e que estes sintomas são, em geral, resultados de múltiplos processos físicos e psicológicos que precisam ser trabalhados.

Os educadores sérios sabem que a educação não é apenas transmitir informações e obrigar as crianças a ficarem sentadas ouvindo discursos que em nada acrescentam à vitalidade e ao efetivo conhecimento.

E os engenheiros sérios sabem que muitas obras são feitas com materiais que apenas enganam os olhos e não garantem a qualidade e a segurança exigidas para as necessidades das pessoas.

Assim, como sempre estou repetindo, os “vendedores de crenças” perceberam que uma “explicação” simplória agrada muito mais à grande maioria e por isso, dá muito poder. Atendem deste modo os medrosos, preguiçosos ou omissos e vendem ideologias e doutrinas que propõem a felicidade desde que as pessoas se mantenham devidamente “comportadas” e consumidoras fiéis do mercado instituído por estes poderosos.

Mas isso acontece muito até nas universidades que, como disse Paulo Freire, se ocupa mais em dar rigor ao senso comum do que ao bom senso!

Vivemos então a ditadura mercantilista que propõe o consumo de quinquilharias para atender as sensações primárias que visam apenas a sobrevivência física que escolhe como orientação o poder e os resultados imediatos ligados a este poder, em detrimento do respeito à sensibilidade, à arte e a plena expressão das diversidades culturais existentes.

São então valorizados resultados simplórios que nos acomodam na escravidão e na subserviência, abrindo as portas amplamente para a superficialidade e banalidade que dominam as escolhas sociais. E isso, ainda tem como conseqüência o fato de que sendo a maioria orientada por estas escolhas, dá ao conhecimento obtido desta forma uma legitimidade também equivocada, já que estas escolhas foram determinadas não por um acordo social amplo, mas por imposição dos muitos fatores sócio econômicos e políticos que, assim, se mantêm hegemônicos.

A conseqüência é que, tanto no ambiente da universidade quanto no ambiente social, percebemos uma crise na educação, saúde, nas oportunidades econômicas e em todas as atividades culturais.

Os financiamentos bancários atendem mais as iniciativas que vendem produtos falsos que enganam a sede e a fome em vez de nutrientes saudáveis ou formações profissionais sérias.

Este é o crime: os bancos tomam seu dinheiro provindo de trabalho sério e lhe pagam no máximo 0,6% de juros ao mês, vendendo este seu dinheiro por uma média dez vezes maior para produtores que sabotam sua iniciativa!

Todas as práticas antroposóficas têm como base a Antropologia Geral elaborada por Rudolf Steiner e enriquecida por um grande número de profissionais de diferentes áreas de atuação, constituindo-se como uma abordagem fenomenológica meditativa que se inicia pela contemplação.

E o eixo comum da Pedagogia Waldorf, da Pedagogia Clínica Biográfica, da Medicina Antroposófica e das tantas outras iniciativas antroposóficas é, então, uma abordagem antropológica de respeito ao desenvolvimento de cada indivíduo, desde a formação embrionária até a compreensão dos fatores físicos, psicológicos e culturais atuantes.

É um movimento que acalma a ansiedade que se satisfaz provisoriamente com alguma forma de explicação mesmo quando as pessoas sentem que esta “explicação” não é suficiente ou é falsa. É uma proposta que vai muito além da “realidade” do “fast-food”, da ansiedade, da pressa…

Porque as pessoas experientes sabem que não há uma só explicação para um fenômeno ou, como já foi dito, uma única história que caracterize a biografia de uma pessoa.

Somos assim chamados a ter o cuidado e a reverência que tornam o “ato de conhecer” um verdadeiro “ato amoroso”!

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Participe de um Workshop Biográfico com Josef Yaari

SAGRES

Local: Associação Sagres
End: Rua da Macela nº 80, Rio Tavares – Florianópolis/SC
Data: 6, 7 e 8 de dezembro
Valor: R$ 580,00
Inscrições e Informações: (48) 3338-3604 ou secretaria@asssagres.org.br

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Temas

  • O ritmo dinâmico entre setênios e nonênios
  • Os Campos Emocionais (Constelações Familiares e Profissionais)
  • Os “núcleos parasitas” nos níveis físico, psicológico e espiritual
  • Os caminhos para a Superação

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Simbologia Oculta – O 8º Trabalho de Hércules: Captura das Éguas Antropofágicas de Diomedes

Simbologia Oculta – Os 12 Trabalhos de Hércules

Oitavo Trabalho: Captura das Éguas Antropofágicas de Diomedes

O Controle da Mente e a Arte de Amar

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As Éguas de Diomedes: A Arte de Amar

Hércules teve de enfrentar quatro éguas que se alimentavam de náufragos estrangeiros. Como no trabalho anterior, esse é mais um passo para o herói se aperfeiçoar na arte de amar. “Essa é uma iniciação: aprender a entregar o coração com sinceridade, não se deixar levar pela tentação, movido apenas pela atração física”.

Mitologia

Diomedes, filho de Marte, governava uma terra de pântanos onde criava os cavalos e as éguas para a guerra. Os cavalos eram selvagens e as éguas eram ferozes, diante dos quais os homens tremiam, pois elas matavam todos os que cruzassem seu caminho e procriavam sem cessar cavalos extremamente selvagens e perversos.

Hércules recebeu a tarefa de capturar as malignas éguas e dar um fim às suas atrocidades. Por isso, Hércules chamou seu inseparável amigo, Abderis.
Após planear seus actos cuidadosamente, os dois seguiram os cavalos soltos pelos pântanos da região e, finalmente, encurralaram as éguas bravias num campo onde não havia espaço para que se movessem. Lá ele agarrou-as e acorrentou-as e deu gritos de alegria pelo sucesso alcançado.

Tão feliz se sentia que julgou indigno de si conduzir as éguas até Diodemes e para isso chamou Abderis, deu-lhe a tarefa e seguiu adiante. Mas Abderis era fraco e teve medo. Não conseguiu conter as éguas que se voltaram contra ele e mataram-no, fugindo em seguida.
Hércules retornou à sua tarefa, mais sábio, presa da dor, humilde e abatido. Procurou os cavalos por toda a parte, deixando o amigo morto no chão. Prendeu novamente os cavalos e conduziu-os ele mesmo. Mas Abderis estava morto. Os cavalos foram conduzidos para um lugar de paz para serem domesticados e adestrados e o povo aclamava Hércules como seu libertador e salvador de sua terra. Mas seu amigo estava morto e Hércules sabia que o Trabalho estava feito, mas mal feito.
Sabia que havia uma importante lição a aprender dessa tarefa antes de prosseguir.

Simbologia

Este Trabalho está associado ao signo de Áries. Áries governa a cabeça, portanto é um signo mental. Todos os começos se originam no plano mental e na mente do criador. Consequentemente, está claro que em Áries começam a correcta direcção e a correcta orientação de Hércules.

O alvo simboliza a atividade intelectual: o cavalo branco representa a mente iluminada do homem espiritual e cavalos negros, representam a mente inferior com as suas ideias falsas e errôneos conceitos humanos.

O significado desta prova está agora muito mais evidente. Hércules tinha que começar no mundo do pensamento para obter o controle mental. As éguas do pensamento vinham produzindo cavalos guerreiros e, através do pensamento errado, da palavra errada e de ideias errôneas, devastavam os campos.

Uma das primeiras lições que todo o principiante tem que aprender é o tremendo poder que ele exerce mentalmente, e a extensão do mal que ele pode causar no meio que o circunda, através das “éguas reprodutoras da mente”. Por isso ele tem que aprender o correco uso da sua mente e a primeira coisa a fazer é capturar as éguas e providenciar para que não gerem mais cavalos guerreiros.

Para aquele que pretende seguir o Caminho, basta que dedique um único dia a observar o pensamento e perceberá que quase todo o tempo, a maldade, o amor, a fofoca e a crítica estão a ser fertilizadas pelo egoísmo e ilusão.

Hércules compreendeu o mal que as éguas estavam causando e correu em socorro das pessoas, determinado a capturá-las; porém ele superestimou-se quando não percebeu a potência e a força que elas possuíam, tanto que as entregou a Abderis, o símbolo do eu inferior pessoal.

Hércules, a alma, e Abderis, a personalidade, juntos eram necessários para guardar as éguas. Sozinho, Abderis não tinha força suficiente e por isso foi morto.

Abderis, incapaz de contrariar quem ama, tal como no signo da Balança, não teve coragem de enfrentar o seu amigo, mostrando o seu medo, temendo perder o seu Amor.

Com a morte de Abderis, e a necessidade de tratar do seu corpo, após o cumprimento da sua tarefa (apanhar as éguas), Hércules defronta-se com o seu orgulho e vaidade e com a aprendizagem dos limites entre o eu e o outro. Enquanto na Libra, o respeito por si próprio ao assumir que não seria capaz de tal tarefa, espelha-se no Áries, destemido, que na sua ânsia e coragem de guerreiro, nem compreende a incapacidade do outro.

Assim funciona a grande lei: pagamos em nossas próprias naturezas o preço das palavras incorretamente proferidas e pelas ações mal julgadas. Assim, uma vez mais, a alma da pessoa de Hércules teve que lidar com o problema do pensamento errôneo, e somente mais tarde ele consegue realmente atingir o controlo total dos processos de pensamento e de sua natureza.

Caminho de Iniciação

Capturar as Éguas Antropófagas de Diomedes, foi o próximo Trabalho de Hércules.
As Éguas de Diomedes (um rei cruel da Trácia) devem ser eliminadas dos infernos
do planeta Saturno para que a Consciência, liberada desses átomos, possa subir
ao Céu desse planeta, morada dos Tronos. O céu de Saturno é o Para-Nirvana.

O Trabalho nos Infernos de Saturno é penoso. Basta dizer que na Mitologia as
Éguas do Rei Diomedes eram alimentadas com carne humana. Essas éguas representam
novos elementos infra-humanos de natureza passional; evidentemente, são simbólicos
animais que vivem junto às águas espermáticas (sexo) sempre dispostas a devorar
os fracassados (os que deixam cair no sexo).

Prender as éguas (cavalos) é a tarefa principal, porém, existem muitos outros trabalhos
a serem realizados nos infernos de Saturno. “Hércules limpou a terra e os mares
de toda a classe de mostruosidades, que não de monstros, vencendo o mago negro Briarco,
o dos cem braços, num dos célebres trabalhos de magia negra atlante que havia se apoderado de toda a Terra”, diz um texto histórico antigo.

Portanto, todo classe de tentações e guerras são travados pelo Iniciado contra as hostes
tenebrosas que vivem nos infernos do planeta Saturno. São ataques de bruxaria e de
magia negra; são tentações sexuais sublimes e bestiais; são seduções maravilhosas e
perigosas.

Saturno é o Senhor da Verdade e da Justiça. Nenhum Adepto poderá ingressar no Céu de Saturno sem haver sido declarado totalmente “morto” (em si mesmo) no Palácio da Verdade e da Justiça (o Tribunal do Karma, regido por Saturno ou Deus Kronos).

Quando uma pessoa, um Iniciado, morre em si mesmo, se converte em criança inocente. Os Deuses, por mais poderosos que sejam, são crianças; possuem mente infantil, inocente, porém com a experiência das Idades…

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Adeus…

Adeus…

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“Adeus = A-Deus”

Não é uma despedida, é entregar nas mãos de Deus aquilo que você não pode mais cuidar.”

Caio Fernando Abreu

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O Lápis e o Bisturi – Um encontro da ciência e da arte

O Lápis e o Bisturi – Um encontro da ciência e da arte

Cláudio Mubarac

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“Com o auxílio do desenho se tem a expressão máxima
do pensamento humano através das mãos”

José Luiz Pistelli

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Quando artistas como Leonardo da Vinci, Andrea Del Verrocchio, Michelangelo Buonarroti, Benvenuto Cellini, entre outros, expandiram seus conhecimentos e decifraram segredos da anatomia humana para a execução de suas obras, transformaram arte em ciência, abrindo o caminho para o futuro desenvolvimento artístico e científico.

O desenho anatômico é o ponto de confluência entre a ciência e a arte. A ciência na execução de seus protocolos, e a arte, na demonstração da arquitetura da natureza, constituem uma prática e uma unidade indissociável.

Nos séculos XV e XVI, artífices, artistas, médicos e anatomistas, através do desenho e da gravura, deram contribuições essenciais às então emergentes ciências naturais, instrumentalizando os desenhistas na construção de um corpo que busca a majestade do físico, numa espécie de resistência às classificações protocolares. O corpo e a anatomia passam a ser assunto central nas nascentes academias, escolas de medicina e arte em toda a Europa, constituindo-se num modelo recorrente, até meados do século XIX.

Mas, desde o Renascimento, a insistência na maestria sobre o desenho do vivo e do morto tinha como eixo a visão do corpo como  um sistema funcional que não separa moção de emoção, movimento de deslocamento; como se pudéssemos concluir, através dessas caudalosas aferições, que sobre o corpo somos todos videntes obsessivos e fisionomistas instintivos.

A visão dos internos do corpo só recentemente pôde dar-se sem a utlização de métodos violentos e invasivos. Antes, as figuras ocultas, intestinas, constituíam um conjunto secreto de obras. Além da comunidade médica e científica, somente alguns artistas e intelectuais tinham acesso aos manuais anatômicos. A visão do corpo anatomizado não era informação de fácil acesso.

Hoje, a TV, a internet, as publicações de toda ordem, invadem nossas casas com cenas cirúrgicas, de corpos dilacerados por acidentes, guerras, crimes, e há uma normalidade um tanto assustadora nessas exposições, em seu despudor, em sua aparente normalidade.

O desenho do corpo nos convida a experimentar, como móvel da ação, como prática efetiva, como atividade especulativa, pelo sabor da linha e a aventurado traçado, o corpo do desenho.

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 Participe de um Workshop:

workshop_lapis_bisturi

Local: Associação Sagres
End: Rua da Macela nº 80, Rio Tavares – Florianópolis/SC
Data: 8 e 9 de dezembro
Valor: R$ 175,00
Inscrições e Informações: (48) 3338-3604 ou secretaria@asssagres.org.br

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As 20 Leis dos Sioux

As 20 Leis dos índios Sioux

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1. Levante com o Sol para orar. Ore sozinho. Ore com freqüência. O Grande Espírito o escutará você, ao menos, falar.

2. Seja tolerante com aqueles que estão perdidos no caminho. A ignorância, o convencimento, a raiva, o ciúme e avareza, originam-se de uma alma perdida. Ore para que eles encontrem o caminho do Grande Espírito.

3. Procure conhecer-se, por si próprio. Não permita que outros façam seu caminho por você. É sua estrada, e somente sua. Outros podem andar ao seu lado, mas ninguém pode andar por você.

4. Trate os convidados em seu lar com muita consideração. Sirva-os o melhor alimento, a melhor cama e trate-os com respeito e honra.

5. Não tome o que não é seu. Seja de uma pessoa, da comunidade, da natureza, ou da cultura. Se não foi ganhado nem foi dado, não é seu.

6. Respeite todas as coisas que foram colocadas sobre a Terra. Sejam elas pessoas, plantas ou animais.

7. Respeite os pensamentos, desejos e palavras das pessoas. Nunca interrompa os outros nem ridicularize, nem rudemente os imite. Permita a cada pessoa o direito da expressão pessoal.

8. Nunca fale dos outros de uma maneira má. A energia negativa que você colocar para fora no universo, voltará multiplicada a você.

9. Todas as pessoas cometem erros. E todos os erros podem ser perdoados.

10. Pensamentos maus causam doenças da mente, do corpo e do espírito. Pratique o otimismo.

11. A natureza não é para nós, ela é uma parte de nós. Toda a natureza faz parte da nossa família Terrena.

12. As crianças são as sementes do nosso futuro. Plante amor nos seus corações e ágüe com sabedoria e lições da vida. Quando forem crescidos, dê-lhes espaço para que cresçam.

13. Evite machucar os corações das pessoas. O veneno da dor causada a outros, retornará a você.

14. Seja sincero e verdadeiro em todas as situações. A honestidade é o grande teste para a nossa herança do universo.

15. Mantenha-se equilibrado. Seu Mental, seu Espiritual, seu Emocional, e seu Físico, todos necessitam ser fortes, puros e saudáveis.Trabalhe o seu Físico para fortalecer o seu Mental. Enriqueça o seu Espiritual para curar o seu Emocional.

16. Tome decisões conscientes de como você será e como reagirá. Seja responsável por suas próprias ações.

17. Respeite a privacidade e o espaço pessoal dos outros. Não toque as propriedades pessoais de outras pessoas, especialmente objetos religiosos e sagrados. Isto é proibido.

18. Comece sendo verdadeiro consigo mesmo. Se você não puder nutrir e ajudar a si mesmo, você não poderá nutrir e ajudar os outros.

19. Respeite outras crenças religiosas. Não force suas crenças sobre os outros.

20. Compartilhe sua boa fortuna com os outros. Participe com caridade.

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Lançamento: Biografia de Johann Wolfgang Von Goethe

Biografia de Johann Wolfgang Von Goethe

Martha Azevedo Barreto

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“Explicar sua obra, elevando a própria vida à categoria de Arte – eis o que busca”

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O cérebro é um olho que percebe pensamentos

O cérebro é um olho que percebe pensamentos

Jonas Bach Junior

Olho e o cérebro

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Percebemos pensamentos como percebemos cores e formas, para isto, temos um órgão de percepção muito especial. Podemos falar então no objeto percebido pelo cérebro, os pensamentos. Além do objeto percebido, há a ação de perceber, o olhar do cérebro.

Quando em alguma forma de interpretar o mundo impera uma unilateralidade, este é um olhar monótono, mono tom, um cérebro que percebe-vê-pensa apenas uma cor.

A racionalidade instrumental é cinza, apenas faz perceber pensamentos que secam a vivacidade da realidade. O olhar do cérebro é o ato espiritual humano. Há espíritos escravizados, o olhar é fixo, redundante. Até provoca reações agressivas quando confrontado com outras matizes, outras cores, olhares distintos.

A capacidade de perceber pensamentos de diferentes qualidades é questão do olhar do espírito.

Há condicionamentos do olhar. A educação é em parte responsável por isso, ao lado da cultura, dos processos sociais. Há espíritos que lutam para libertar seu olhar e perceber pensamentos que mostram novas perspectivas.

A vida é rica e abundante e o seu enriquecimento começa no desenvolvimento da capacidade de se ter muitos olhares. Seu enriquecimento inicia nesta atitude interna que dirige o foco da intenção de sua consciência.

Um diálogo é uma troca de olhares, um intercâmbio de percepções que o cérebro realiza ao externalizá-las em linguagem. O espírito humano livre é o direcionador dos olhares e o criador de linguagens. Cria encadeamento de palavras para expressar as amplidões do que percebe.

O espírito é filósofo e artista, num amálgama de cientista pesquisante por palavras plenas de alma que movam o humano. Aqui o espírito percebe os pensamentos que cria, como o pintor que vê o quadro que pinta. As tintas do espírito, os conceitos, são plasmados conforme a paisagem que o espírito se torna.

O espírito que não gosta da paisagem ativa seus pincéis transmutando conceitos-formas. Neste ato, o autoconhecimento se torna puro cuidado de si. Cada momento vivente é oportunidade, é dádiva deste ato sagrado. O científico-filosófico, que funda-se no espírito, e o artístico que extravasa-se com alma, erigem o religioso, o que religa.

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