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Simbologia Oculta – O 12º Trabalho de Hércules: A morte de Cérbero

Simbologia Oculta – Os 12 Trabalhos de Hércules

Décimo segundo Trabalho: A morte de Cérbero

A elevação da personalidade

Fonte: Tema Nata

cerbero

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A morte de Cérbero: A elevação da personalidade

Valorizar as qualidades da alma. O desafio era descer ao inferno para vencer Cérbero, cão de três cabeças que guardava o Mundo Inferior. O herói agarrou o animal pelo pescoço e não o soltou até que concordasse em acompanhá-lo. “Esse trabalho fala da imortalidade. Ensina que o corpo pode perder o viço, mas a alma deve irradiar cada vez mais a beleza construída ao longo dos anos. É um ensinamento importante para estes tempos, em que o envelhecimento e as transformações do corpo não são aceitas com naturalidade.”

Mitologia

O Mestre disse a Hércules: “Enfrentaste com êxito mil perigos. Hércules, e muitas consquistas foram feitas. A sabedoria e a força pertencem-te. Farás uso delas para salvar alguém em angústia, uma presa de imenso e infindável sofrimento?” e tocando gentimente a fronte de Hércules, diante de seu olho interno, surgiu uma visão.

Um homem jazia sobre uma rocha e gemia como se seu coração fosse partir-se. Suas mãos e pés estavam acorrentados; as fortes correntes que o prendiam estavam ligadas a anéis de ferro. Um abutre, feroz e audacioso, mantinha-se bicando o fígado da vítima; em consequência, uma corrente de sangue jorrava do seu flanco. O homem elevava suas mãos acorrentadas e clamava por socorro; mas suas palavras ecoavam em vão na desolação e eram engolidas pelo vento.

A visão desapareceu e o Mestre falou: “Aquele que viste acorrentado chama-se Prometeu. Ele sofre assim há muito tempo, e contudo, sendo imortal não pode morrer. Do céu ele roubou o fogo; por isso foi punido. O lugar de sua morada é conhecido por Inferno, o reino de Hades. Pede-se que seja o salvador de Prometeu, Hércules. Desce às profundezas e liberta-o do sofrimento.”

Hércules iniciou a sua viagem descendo sempre através das ligações dos mundos da forma. A atmosfera tornava-se cada vez mais pesada, e a escuridão crescia. Contudo, a sua vontade era firme. Essa descida longa demorou muito tempo e sozinho, mas não absolutamente só, ele vagueava, e quando ele procurou no seu íntimo ouviu a voz prateada da deusa da Sabedoria, Athena, e as palavras encorajadas de Hermes.

Por fim, dele chegou a um rio escuro e envenenado que as almas dos mortos tinham que cruzar. Uma moeda tinha de ser dada a Caronte, o barqueiro, para que ele as levasse para o outro lado.

O visitante da terra assustou Caronte que levou Hércules ao outro lado, sem lembrar-se de cobrar-lhe, Hércules penetrou o Hades, uma nevoenta e escura região onde as sombras, ou melhor, as conchas dos que haviam partido esvoaçavam. Quando Hércules percebeu a Medusa, com o seu cabelo encaracolado com serpentes sibilantes, ele tomou a espada e tentou atingi-la, mas não bateu senão no ar vazio.

Ele seguiu por caminhos labirínticos até chegar à corte do rei que governava o mundo subterrâneo, Hades. Este, inflexível, severo e com semblante ameaçador, sentava-se em seu negro trono quando Hércules se aproximou.

“Que procuras, um mortal vivo, em meus reinos?” Interpelou-o Hades.

Hércules disse, “Procuro libertar Prometeu”.

“O caminho está guardado pelo cão Cérbero, um cão com três grandes cabeças, cada uma com serpentes enroladas em torno”, replicou Hades.

“Se puderes derrotá-lo com tuas mãos vazias, um feito que ninguém jamais realizou, poderá libertar o sofredor Prometeu”.

Satisfeito com a resposta, Hércules prosseguiu até deparar-se com o cão de três cabeças e ouviu o seu feroz latido. Ameaçador, avançou para Hércules que agarrou a primeira cabeça e a manteve presa em seus braços enquanto o monstro se debatia. Finalmente a sua força cedeu e Hércules seguiu até encontrar Prometeu numa laje de pedra, em dores atrozes. Hércules partiu as correntes e libertou o sofredor.

Simbologia

Este trabalho está associado ao signo de Capricórnio/Cancer, que é um dos mais difíceis para se escrever e é o mais misterioso de todos os doze. Há dois portões de importância dominante: Cancer, no que erroneamente chamamos a vida, e Capricórnio, o portão para o reino espiritual.

Capricórnio, o portão através do qual nós finalmente passamos quando não mais nos identificamos com o lado forma da existência, mas nos tornamos identificados com o espírito. É isto que significa ser iniciado.

Um iniciado é uma pessoa que não põe mais a sua consciência na sua mente, ou desejos, ou corpo físico. Ele pode usá-los, se quiser; e fá-lo para ajudar toda a humanidade, mas não é neles que focaliza a sua consciência. Ele está focalizado no que chamamos a alma, que é aquele aspecto de nós mesmos que está livre da forma. É na consciência da alma que finalmente funcionamos em Capricórnio, conhecendo-nos como iniciados e entramos nos dois grandes signos universais de serviço à humanidade.

É em Capricórnio, o adulto que existe em nós que Hércules desce às profundezas do inferno, munido da compaixão de Cancer, para conseguir resgatar Prometeu.

O caminho da alma é exatamente o mesmo, é com profundo amor (Cancer) que necessitamos de descer às profundezas dos nossos infernos interiores, amá-los e resgatar em nós a nossa sombra, para podermos depois, escalar a montanha, que caracteriza Capricórnio, com o mesmo determinismo e firmeza com que descemos ao inferno.

Após cumprir a sua tarefa, o héroi regressa ao reino dos vivos e ali reencontra a sua alma e é-lhe mostrado que aquele foi o seu primeiro serviço em prol de um mundo melhor.
Enquanto nos pássaros de Estínfalo, Hércules ainda tinha mergulhado nos pântanos do inferno pessoal, é em Cérbero que o mergulho se dá no inferno coletivo.

Este crescimento na capacidade de prestar serviço é a realização da alma. Não se pode aprender por ‘ouvir dizer’, mas sim através da realização e vivendo as circunstâncias.

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O Ser Humano como Sinfonia das Forças Universais – 7ª conferência

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O Ser Humano como Sinfonia das Forças Universais

7ª conferência – 2 de novembro de 1923

Tradução: Gerard Bannwart

imagem capa

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“Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seus semelhantes.”

Albert Schweitzer

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Capítulo 3

O mundo das plantas das planta

e os espíritos elementares da natureza

7ª Conferência – 2 de novembro de 1923

Traduzido por Gerard Bannwart

Temas:

  • A existência vegetal.
  • Os espíritos da raiz, os seres da água, espíritos do ar e do fogo.
  • Seu trabalho no mundo vegetal.
  • A irradiação do físico espiritualizado para o espaço cósmico.
  • O processo espiritual do crescimento vegetal.
  • A interação da força descendente do amor oferenda e da força ascendente da gravidade.

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Arquivo Rudolf Steiner em português

(Rudolf Steiner´s Archive – portuguese)

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Pequena reflexão de nossa ação na criança

Pequena reflexão de nossa ação na criança

Fonte: Frases de Rudolf Steiner

pequena reflexão

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“A melhor maneira de tornar as crianças boas, é torná-las felizes.”

Oscar Wilde

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“O que faço, como professor, na criança em idade escolar, penetra profundamente na natureza física, psíquica e espiritual. Muitas vezes, por décadas, isso atua de certa forma por baixo da superfície e vem à tona de modo bem peculiar décadas depois, às vezes no fim da vida da pessoa, sendo que foi implantado nela, como germe, no início de sua vida. Só podemos atuar corretamente na criança pequena, quando olhamos não só para ela, mas sim quando consideramos toda a vida humana, num verdadeiro conhecimento do ser humano.”

Rudolf Steiner

Fonte: GA 308, palestra de 8/4/1924, pp. 13-14.

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A Filosofia da Liberdade – A ação consciente

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A Filosofia da Liberdade – parte 1

A ação consciente

Rudolf Steiner

Tradução: Anônima

pensador

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“O Pensar transforma a alma, comum a nós e animais, em Espírito…”

Hegel

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Capítulo 1

A Ciência da Liberdade

1 – A ação consciente

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Simbologia Oculta – O 11º Trabalho de Hércules: Os pomos de ouro do jardim das Hespérides

Simbologia Oculta – Os 12 Trabalhos de Hércules

Décimo primeiro Trabalho: Os pomos de ouro do jardim das Hespérides

A Descoberta dos talentos e potenciais

Fonte: Tema Nata

heracles11

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“Agora como alma consciente é responsável pela sua própria sabedoria…”

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Os pomos de ouro do jardim das Hespérides: A descoberta dos talentos e potenciais

Hércules teve que superar vários percalços para obter os frutos de ouro de uma árvore maravilhosa, que representam a força fecunda e criadora dos homens, protegidos por um dragão imortal. Assim como Hércules teve que ir aos extremos do mundo para descobrir esses frutos, nós também precisamos fazer uma viagem a nosso mundo interior para descobrir nossos talentos e potenciais, que são os pomos de ouro.

Mitologia

Num longínquo país crescia a árvore sagrada, a árvore da sabedoria, que produzia as maçãs de ouro de Hespérides. Esse frutos eram desejados por todos os filhos dos homens que se reconheciam igualmente como filhos de Deus. Havia duas coisas que Hércules sabia sobre a árvore sagrada: que ela era carinhosamente cuidada por três belas donzelas e que um dragão de cem cabeças protegia as donzelas e a árvore.

Hércules pôs-se a caminho, cheio de confiança, seguro de si, de sua sabedoria e de sua força. Seguiu em direcção ao norte e percorreu a terra à procura da árvore sagrada, mas não a encontrou. Perguntava a todos os homens que encontrava, mas nenhum pode guiá-lo no caminho; nenhum conhecia o lugar.

O tempo passava e ele ainda procurava, vagando de um lado para o outro, frequentemente retornando sobre os próprios passos. Triste e desencorajado, ainda assim procurava por toda a parte. Não encontrando a árvore sagrada no caminho do norte, Hércules partiu para o sul e, no lugar da escuridão, continuou na sua busca. Sonhou com um rápido sucesso, mas Anteu, a serpente, atravessou-lhe o caminho e lutou com ele, vencendo-o a cada investida. “Ela guarda a árvore”, disse Hércules, “isto me disseram, portanto a árvore deve estar por perto. Preciso derrubar sua guarda e assim, destruindo-a, vencê-la e arrancar os frutos.”

Contudo, lutando com todas as forças, ele não as vencia. “Onde está o meu erro?” dizia Hércules. “Por que Anteu pode vencer-me? Mesmo quando criança destruí uma serpente em meu berço. Com as minhas próprias mãos a estrangulei. Porque fracasso agora?”

Lutando novamente com todo o seu poder, ele agarrou a serpente em suas mãos e levantou-a no ar, longe do chão. E conseguiu realizar seu intento. Feliz, confiante, seguro de si e com nova coragem, Hércules continuou em sua busca. Agora se voltou para o ocidente, e tomando essa direcção, encontrou o fracasso. Atirou-se ao grande teste sem pensar e por muito tempo o fracasso atrasou seus passos.

Lá ele encontrou Busiris, o grande arqui-enganador, filho das águas e parente de Poseidon. Seu trabalho é trazer a ilusão aos filhos dos homens através de palavras de aparente sabedoria. Ele afirma conhecer a verdade e rapidamente eles acreditam. Ele diz belas palavras: “Eu sou o mestre. A mim é dado o conhecimento da verdade, aceita o meu modo de vida. Só eu sei, ninguém mais. Minha verdade é correta. Qualquer outra verdade é errónea e falsa. Fica comigo e salva-te.” E Hércules obedeceu: e a cada dia enfraquecia em seu anterior caminho, a sua vontade estava minada. Ele amava Busiris e aceitava tudo o que ele dizia, tornando-se cada vez mais fraco, até que chegou o dia que o seu amado mestre o amarrou a um altar e lá o manteve um ano inteiro.

Repentinamente, um dia, quando lutava por se libertar, e lentamente começava a perceber quem Busiris realmente era, palavras que ouvira há muito tempo vieram-lhe à mente: “A verdade está dentro de ti mesmo. . No teu interior há um poder mais elevado, força e sabedoria. Volta-te para o teu interior e evoca a força que existe, o poder que é a herança de todos os homens que são filhos de Deus.”

Com a força que é a força de todos os filhos de Deus, ele rompeu as amarras, agarrou o falso mestre e prendeu-o no altar em seu lugar.

Não disse uma palavra, apenas deixou-o lá para que aprendesse. Mais contido, embora cheio de indagações Hércules percorreu longas distâncias sem rumo certo, prosseguindo em sua busca.

Aprendera muito durante o ano que passara preso ao altar e agora percorria o Caminho com maior sabedoria. Por todos os caminhos a busca prosseguiu; de norte a sul e de leste a oeste foi procurada a árvore, mas não encontrada. Até que um dia, esgotado pelo medo e pela longa viagem, ele ouviu, de um peregrino que passava no caminho, rumores de que, perto de uma montanha distante a árvore seria encontrada, a primeira afirmação verdadeira que lhe fora feita até então.

Assim, ele retrocedeu sobre seus passos em direção às altas montanhas do leste, e num certo dia, brilhante e ensolarado, ele viu o objeto da sua busca e então apressou o passo. “Agora tocarei a árvore sagrada”, gritou alegre, “montarei o dragão que a guarda; e verei as belas renomadas virgens, e colherei as maçãs.”

Mas novamente foi detido por um sentimento de profunda tristeza. À sua frente estava Atlas, cambaleante sob o peso do mundo às suas costas. Sua face estava vincada pelo sofrimento; seus membros vergados pela dor; seus olhos cerrados em agonia; ele não pedia auxílio; ele não viu Hércules; apenas lá estava, curvado pela dor, pelo peso do mundo. Trémulo, Hércules observava e avaliava o quanto havia de peso e de dor. E esqueceu sua busca.

A árvore sagrada e as maçãs desapareceram de sua mente; ele só pensava em como ajudar o gigante rapidamente. Correu para ele e animadamente retirou a carga dos ombros de seu irmão, passou-a para suas próprias costas, aguentando ele mesmo a carga dos mundos.

Cerrou os olhos, enrijecendo os músculos sob o esforço e então eis que a carga se desprendeu e lá estava ele livre, como Atlas.

Diante dele, as mãos estendidas num gesto de amor, o gigante ofereceu a Hércules as maçãs de ouro. Era o fim da busca. As virgens trouxeram mais maçãs de ouro e também as depositaram em suas mãos e Aegle, a bela virgem que é a glória do sol poente, disse-lhe:

“O Caminho que traz a nós é sempre marcado pelo serviço. Atos de amor são sinalizações do Caminho.”

Então Eritéia, a guardiã do portão que todos devem atravessar antes de se apresentarem diante do Criador, deu-lhe uma maçã na qual estava inscrita em luz a palavra de ouro: SERVIÇO.

“Lembra-te disto” disse ela “jamais te esqueças.” Por ultimo veio Héspero, a maravilha da estrela vespertina, que com clareza e amor disse: “Vai e serve, e a partir de hoje e para sempre, palmilha o caminho de todos os servidores do mundo.”

“Então eu devolvo estas maçãs para aqueles que virão”, disse Hércules, e retomou ao lugar de onde viera. Então ele ouviu a voz de seu Mestre, que lhe falava pela primeira vez desde que iniciara o Caminho: “Não houve retardamento. A regra que acelera todo o sucesso na senda escolhida é Aprender a servir”.

Simbologia

Em Peixes/Virgem, Hércules termina um grande ciclo de realizações que marcam a sua Este trabalho, no signo de Gêmeos e Sagitário, é relacionado com o trabalho ativo do aspirante no plano físico à proporção que ele chega a uma compreensão de si mesmo.

Antes que este trabalho ativo se torne possível, deve haver um ciclo de pensamento interior e anseio místico; a aspiração à visão é um processo subjetivo desenvolvido, talvez por longo tempo, antes que o homem, no plano físico, comece o trabalho de unificação da alma e corpo. Este é o tema deste trabalho. É neste plano físico de realização, e no trabalho de obter as maçãs de ouro da sabedoria, que a prova real da sinceridade do aspirante tem lugar.

Um anseio de ser bom, um profundo desejo de averiguar os fatos da vida espiritual, esforços para auto-disciplina, oração e meditação, precedem quase que inevitavelmente, este real e tenaz esforço. O visionário (Sagitário) precisa tornar-se um homem de ação; o desejo tem que ser trazido para o mundo da concretização, e é nisto que consiste a prova de Gêmeos.

O plano físico é o lugar onde se obtém a experiência e onde as causas, que foram iniciadas no mundo do esforço mental, têm que se manifestar e alcançar objetividade. É também o lugar onde o mecanismo de contato se desenvolve, onde, pouco a pouco, os cinco sentidos abrem ao ser humano, novos campos de percepção e lhe oferecem novas esferas de conquistas e realização. É o lugar, portanto, onde conhecimento é obtido, e onde esse conhecimento tem que ser transmutado em sabedoria.

Conhecimento é a busca do sentido, enquanto que sabedoria é o onisciente e sintético conhecimento da alma. Contudo, sem compreensão na aplicação do conhecimento, nós perecemos; pois compreensão é a aplicação do conhecimento sob a luz da sabedoria aos problemas da vida e à conquista da meta.

Neste trabalho, Hércules defronta-se com a tremenda tarefa de aproximar os dois pólos do seu ser e de coordenar, ou unificar, alma e corpo, de modo que a dualidade de lugar à unidade e os pares de oposto se mesclem. É através das virgens que o serviço altruísta é cumprido, pois foi este mesmo que o conduziu até elas, pois elas representavam o seu alinhamento na tridimensionalidade.

Agora como alma consciente é responsável pela sua própria sabedoria…

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Infância não é carreira e filho não é troféu

 Infância não é carreira e filho não é troféu

Alicia Bayer

Fonte: todacriancapodeaprender.org.br

criança trofeu

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“O segredo da genialidade é carregar o espírito da infância na maturidade…”

Thomas Huxley

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Nesse mundo contemporâneo, ter, ser, saber, parecem fazer parte de uma competição. Nesse mundo, alguns pais e algumas mães acabam acreditando que é preciso que seus filhos saibam sempre mais que os filhos de outros. E isso sim seria então sinal de adequação e o mais importante: de sucesso.

O que uma criança deve saber aos 4 anos de idade? Essa foi a pergunta feita por uma mãe, em um fórum de discussão sobre educação de filhos, preocupada em saber se seu filho sabia o suficiente para a sua idade.

O que não só a entristeceu mas também a irritou foram as respostas, pois ao invés de ajudarem a diminuir a angústia dessa mãe, outras mães indicavam o que seus filhos faziam, numa clara expressão de competição para ver quem tinha o filho que sabia mais coisas com 4 anos. Só algumas poucas indicavam que cada criança possuía um ritmo próprio e que não precisava se preocupar.

Para contrapor às listas indicadas pelas mães, em que constavam itens como: saber o nome dos planetas, escrever o nome e sobrenome, saber contar até 100, Bayer organizou uma lista bem mais interessante para que pais e mães considerem que uma criança deve saber.

Veja alguns exemplos abaixo:

  • Deve saber que a querem por completo, incondicionalmente e em todos os momentos.
  • Deve saber que está segura e deve saber como manter-se a salvo em lugares públicos, com outras pessoas e em distintas situações.
  • Deve saber seus direitos e que sua família sempre a apoiará.
  • Deve saber rir, fazer-se de boba, ser vilão e utilizar sua imaginação.
  • Deve saber que nunca acontecerá nada se pintar o céu de laranja ou desenhar gatos com seis patas.
  • Deve saber que o mundo é mágico e ela também.
  • Deve saber que é fantástica, inteligente, criativa, compassiva e maravilhosa.
  • Deve saber que passar o dia ao ar livre fazendo colares de flores, bolos de barro e casinhas de contos de fadas é tão importante como praticar fonética. Melhor dizendo, muito mais importante.

E ainda acrescenta uma lista que considera mais importante. A lista do que os pais devem saber:

  • Que cada criança aprende a andar, falar, ler e fazer cálculos a seu próprio ritmo, e que isso não tem qualquer influência na forma como irá andar, falar, ler ou fazer cálculos posteriormente.
  • Que o fator de maior impacto no bom desempenho escolar e boas notas no futuro é que se leia às crianças desde pequenas. Sem tecnologias modernas, nem creches elegantes, nem jogos e computadores chamativos, se não que a mãe ou o pai dediquem um tempo a cada dia ou a cada noite (ou ambos) para sentar-se e ler com ela bons livros.
  • Que ser a criança mais inteligente ou a mais estudiosa da turma nunca significou ser a mais feliz. Estamos tão obstinados em garantir a nossos filhos todas as “oportunidades” que o que estamos dando são vidas com múltiplas atividades e cheias de tensão como as nossas. Uma das melhores coisas que podemos oferecer a nossos filhos é uma infância simples e despreocupada.
  • Que nossas crianças merecem viver rodeadas de livros, natureza, materiais artísticos e a liberdade para explorá-los. A maioria de nós poderia se desfazer de 90% dos brinquedos de nossos filhos e eles nem sentiriam falta.
  • Que nossos filhos necessitam nos ter mais. Vivemos em uma época em que as revistas para pais recomendam que tratemos de dedicar 10 minutos diários a cada filho e prever um sábado ao mês dedicado à família. Que horror! Nossos filhos necessitam do Nintendo, dos computadores, das atividades extraescolares, das aulas de balé, do grupo para jogar futebol muito menos do que necessitam de nós. Necessitam de pais que se sentem para escutar seus relatos do que fizeram durante o dia, de mães que se sentem e façam trabalhos manuais com eles. Necessitam que passeiem com eles nas noites de primavera sem se importar que se ande a 150 metros por hora. Têm direito a ajudar-nos a fazer o jantar mesmo que tardemos o dobro de tempo e tenhamos o dobro de trabalho. Têm o direito de saber que para nós são uma prioridade e que nos encanta verdadeiramente estar com eles.

Então, o que precisa mesmo – de verdade – uma criança de 4 anos?

Muito menos do que pensamos e muito mais!

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O Ser Humano como Sinfonia das Forças Universais – 6ª conferência

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O Ser Humano como Sinfonia das Forças Universais

6ª conferência – 28 de outubro de 1923

Tradução: Gerard Bannwart

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“No meu pensar vivem pensamentos cósmicos,
Em meu sentir tecem potências cósmicas,
Em meu querer atuam seres do querer.”

Rudolf Steiner

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Capítulo 2

A interconexão das relações cósmicas

A conexão interna dos fenômenos e dos seres do mundo

4ª Conferência – 21 de outubro de 1923

Traduzido por Gerard Bannwart

Temas:

  • A diferença entre a formação cósmica do ser humano e a dos animais superiores.
  • Simultaneamente ao crescimento do ser humano, formam-se em sentido descendente as diversas classes de animais.
  • A co-vivência da vida cósmica pela Terra.
  • Répteis e peixes.
  • O ser humano em relação aos animais.
  • A ponte para o reino das plantas.
  • O significado do mineral.

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Arquivo Rudolf Steiner em português

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A Música como Impulso para a Liberdade – A Música como ponte

A Música como Impulso para a Liberdade – parte 2

A Música como ponte

Bettina Irene Happ Dietrich

musica como ponte

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“Não morre aquele que deixou na terra a melodia de seu cântico na música de seus versos…”

Cora Coralina

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Segundo Schopenhauer a música tem uma atuação diferenciada das outras artes. Ele diz que todas as artes precisam atuar através da representação, precisam se formar sendo imagens da vontade. A música não. O tom já é a expressão da própria vontade. Se ouvimos o tom, ouvimos a vontade da natureza, percebemos o ser do cosmos que se encontra na natureza e dentro de cada um. A música atinge diretamente a alma, a nossa vontade, não há filtro. A luz e os conceitos passam pelo filtro da razão, o som não, ele nos penetra, preenche totalmente e sobe também das próprias profundezas. O som está diretamente ligado a nossa essência e a essência do mundo. Rudolf Steiner coloca que o som é a alma das coisas mesmas, que estremece e nos fala em forma sonora. Em todas as coisas, nos metais, na madeira, nas minerais, nas plantas, em tudo que existe no mundo vive algo de música que se calou.

“Uma lembrança que o mundo foi feito da palavra e do som”. – Karl von Baltz “Rudolf Steiners musikalische Impulse”

Rudolf Steiner parte da premissa que, como diz o prólogo do evangelho segundo João, “No princípio era o verbo…” Tudo no mundo físico tem como essência um Tom espiritual, o próprio homem nas profundezas do seu ser é um Tom. Esta premissa encontra-se nos mitos, epopeias e gênesis de muitos povos. A criação do mundo segundo a tradição oral Guarani termina assim:

” …e sons andantes cantarão vida, cada qual em seu tom.” Eles falam da “linhagem-linguagem-humana”.

Paracelsus expressa isto da seguinte forma: “Os reinos da natureza são as letras e o ser humano é a palavra…”

Portanto podemos dizer que, através do tom, da música, o ser humano pode se conectar, ou se religar com a sua própria essência. Existe uma história que eu gostaria contar em relação a isto:

“A Canção do Homem”

Quando uma mulher, de certa tribo da África, sabe que está grávida, segue para a selva com outras mulheres e juntas rezam e meditam até que aparece a “canção da criança”. Quando nasce a criança, a comunidade se junta e lhe cantam a sua canção.

Logo, quando a criança começa sua educação, o povo se junta e lhe cantam a sua canção.
Quando se torna adulto, a gente se junta novamente e canta. Quando chega o momento do seu casamento a pessoa escuta a sua canção. Finalmente, quando a sua alma está para ir-se deste mundo, a família e amigos aproximam- se e, igual como em seu nascimento, cantam a sua canção para acompanhá-lo na ‘viagem’.

Nesta tribo da África há outra ocasião na qual os homens cantam a canção. Se em algum momento da vida a pessoa comete um crime ou um ato social aberrante, o levam até o centro do povoado e a gente da comunidade forma um círculo ao seu redor.

Então lhe cantam a sua canção. A tribo reconhece que a correção para as condutas anti-sociais não é o castigo; é o amor e a lembrança de sua verdadeira identidade. Quando reconhecemos nossa própria canção já não temos desejos nem necessidade de prejudicar ninguém.

Teus amigos conhecem a ‘tua canção’ e a cantam quando a esqueces. Aqueles que te amam não podem ser enganados pelos erros que cometes, ou as escuras imagens que mostras aos demais. Eles recordam tua beleza quando te sentes feio, tua totalidade quando estás quebrado, tua inocência quando te sentes culpado e teu propósito quando estás confuso.

Esta simples e bonita história retrata bem como podemos nos lembrar do nosso propósito através da música, ela pode nos lembrar porque razão estamos na Terra, qual é a nossa verdadeira intenção. Quantas vezes a música certa na hora certa nos ajudou a voltar no nosso caminho? Muitos devem ter tido esta vivência, e muitos já devem ter sentido o quanto isso toca no mais íntimo da nossa alma.

Isto é possível, por que, segundo Rudolf Steiner, a música tem a sua origem no mesmo lugar que o ser humano tem a sua pátria. A verdadeira música é espiritual, ela abrange tudo, desde a criação do mundo até o futuro desenvolvimento da Terra, e a música terrena é somente uma imagem, uma sombra desta verdadeira música que preenche o mundo espiritual.

Sempre quando o homem vive no elemento musical ele se lembra da sua verdadeira pátria, se percebe como um ser espiritual, ele percebe que existe na Terra. No âmbito do som, da música, somos todos iguais, somos todos irmãos, somos todos seres espirituais em desenvolvimento. A música une, supera fronteiras e diferenças, ajuda-nos a superar a nos mesmos, a música é a relação do homem como um ser anímico-espiritual consigo mesmo. O meu Eu, que é mera aparência se conecta ao verdadeiro ser e fala com ele. Podemos nos lembrar que o outro sou Eu também, mas que aqui na Terra cada um mergulhou em um ponto, cada um “em seu Tom”.

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A criança rica e a criança pobre em fantasia

 A criança rica e a criança pobre em fantasia

Fonte: www.waldorfflautamagica.org.br

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“Mas os poços da fantasia acabam sempre por secar e o contador de histórias, cansado, tentou escapar como podia…”

Lewis Carroll

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As crianças pobres em fantasia são aquelas que têm dificuldade de chamar imagens e ideias à mente. Ao passo que as ricas em fantasia são crianças que têm o problema de se fixar em algo, uma vez que entrou em sua consciência.

A criança rica em fantasia deve ser entendida aqui no sentido mais amplo como o de se fixar no conteúdo do pensamento e da consciência, também como na lembrança e na memória.

A autoconsciência depende em grande medida, das experiências e memórias, e se essas podem ser conscientemente tratadas.

A saúde emocional da criança depende de conseguirmos criar as bases para uma experiência saudável do eu e da autoconsciência. Esta é a tarefa para o tratamento destes dois tipos de crianças.

A criança rica em fantasia não se fixa às ideias e imagens, pois está em uma situação em que mais forças de crescimento são liberadas do que as que ela consegue lidar.

Quando o professor diz algo, a criança rica em fantasia fica a pensar nisso até o fim da aula e não está mais aberta a qualquer outra coisa durante a aula. Em vez da integração, temos a manifestação de um isolamento e fixação. Ou a situação oposta, onde o professor diz alguma coisa, e entra por um ouvido e sai pelo outro.

No caso da criança pobre em fantasia, o professor deve concentrar todo o seu amor e atenção em ajudar a criança a aprender e a fazer uso de seus sentidos. Atividades que estimulam os sentidos e trazem vida ao pensamento, assim a criança pobre em fantasia consegue recuperar suas ideias e imagens.

Rudolf Steiner incentiva as crianças a cantarem e tocarem na mesma aula, de modo a alternarem o tocar e o ouvir a música.

As crianças ricas em fantasia devem tocar uma música e as pobres em fantasia devem ouvir, alternando.

A euritmia desempenha um papel especial no tratamento destes dois tipos de crianças.

Em vários estágios da aula são as crianças capazes de compreender as coisas e depois deixá-los ir? Ou elas ficam presas em certas coisas?

Um processo de respiração deve ser introduzido, momentos que se concentram e outros que liberam, de modo que criamos a possibilidade de se abrirem para algo novo, trazendo um novo equilíbrio.

Se movimentar é um remédio para as crianças. Devemos levá-las a realizarem trabalhos aonde elas possam se movimentar. A música e o canto trazem movimento.

Quando se tem medo e insegurança, algumas pessoas começam a cantar, e com isso se sentem livres. Cantar pode ser de grande ajuda para a criança rica em fantasia, pois seu corpo inteiro é permeado com as vibrações da própria atividade, permitindo que as ideias em sua mente fluam sem obstruções.

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10 coisas que não devemos dizer para as crianças

10 coisas que não devemos dizer para as crianças

10 coisas

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“O bom exemplo constitui o melhor e mais eficaz sistema de educar os filhos.”

Textos Judaicos

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1 – Não rotule seu filho de pestinha, chato, lerdo ou outro adjetivo agressivo, mesmo que de brincadeira. Isso pode fazer com que ele se torne realmente isso.

2 – Não diga apenas sim. Os nãos e porquês são essenciais para o desenvolvimento da criança.

3 – Não pergunte à criança se ela quer fazer uma atividade obrigatória ou ir a um evento indispensável. Diga apenas que agora é a hora de fazer.

4 – Não mande a criança parar de chorar. Se for o caso, pergunte o motivo do choro ou apenas peça que mantenha a calma.

5 – Não diga que a injeção não vai doer, porque você sabe que vai doer. A menos que seja gotinha, diga que será rápido ou apenas uma picadinha, mas não engane.

6 – Não diga palavrões. Seu filho vai repetir as palavras de baixo calão que ouvir.

7 – Não ria do erro da criança. Fazer piada com mau comportamento ou erros na troca de letras pode inibir o desenvolvimento saudável.

8 – Não diga mentiras. Todos os comportamentos dos pais são aprendidos pelos filhos e servem de espelho.

9 – Não diga que foi apenas um pesadelo e mande voltar para a cama. As crianças têm dificuldade de separar o mundo real do imaginário. Quando acontecer um sonho ruim, acalme seu filho e leve-o para a cama, fazendo companhia até dormir.

10 – Nunca diga que vai embora se não for obedecido. Ameaças e chantagens nunca são saudáveis.

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Artistas da Alma

Artistas da Alma

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“O mundo não será feliz a não ser quando todos os homens tiverem alma de artista.”

Auguste Rodin

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Quando as pessoas expressam verdadeiramente o que sentem, se tornam grandes  artistas. Você não precisa saber desenhar, ou cantar ou isso ou aquilo  pra ser artista. Isso é coisa que o mundo daqui entende como artista  apenas. Aqui só é artista quem aparece em televisão e tem isso e aquilo.

Meus filhos, artista é aquele que levanta a bandeira do bem com as  próprias mãos. Que sofre pelo irmão, que ajuda o irmão nas horas de  aperto. Artista são os que se entregam ao amor de verdade e usam a  sabedoria para o bem. Artistas são os mansos de espírito, aqueles que  não buscam aparecer mas fazer o que tem que ser feito sem buscar  recompensa mas sim, um mundo melhor e mais feliz.

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Educar para a celebração da vida e da Terra

Educar para a celebração da vida e da Terra

Leonardo Boff

Fonte: leonardoboff..com

educar

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“A segunda excelência do cuidado como atitude ética e forma de amor é o encantamento que irrompe em nós pela  emergência mais espetacular e bela que jamais existiu no mundo que é o milagre, melhor, o mistério da existência de cada pessoa humana individual.”

Leonardo Boff

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Dada a crise generalizada que vivemos atualmente, toda e qualquer educação deve incluir o cuidado para com tudo o que existe e vive. Sem o cuidado, não garantiremos uma sustentabilidade que permita o planeta manter sua vitalidade, os ecossistemas, seu equilíbrio e a nossa civilização, seu futuro. Somos educados para o pensamento crítico e criativo, visando uma profissão e um  bom nivel de vida, mas nos olvidamos de educar para a responsabilidade e o cuidado para com o futuro comum da Terra e da Humanidade. Uma educação que não incluir o cuidado se mostra alienada e até irresponsável. Os analistas mais sérios da pegada ecológica da Terra nos advertem que se não cuidarmos, podemos conhecer catástrofes piores do que aquelas vividas em 2011 no Brasil e no Japão. Para se garantir, a Terra poderá, talvez, ter que reduzir sua biosfera, eliminando  espécies e milhões de seres humanos.

Entre tantas excelências, próprias do conceito do cuidado, quero enfatizar duas que interessam à nova educação: a integração do globo terrestre em nosso imaginário cotidiano e o encantamento pelo mistério da existência. Quando contemplamos o planeta Terra a partir do espaço exterior, surge em nós um sentimento de reverência diante de nossa única Casa Comum. Somos insepráveis da Terra, formamos um todo com ela. Sentimos que devemos amá-la e cuidá-la para que nos possa oferecer tudo o que precisamos para continuar a viver.

A segunda excelência do cuidado como atitude ética e forma de amor é o encantamento que irrompe em nós pela  emergência mais espetacular e bela que jamais existiu no mundo que é o milagre, melhor, o mistério da existência de cada pessoa humana individual. Os sistemas, as instituições, as ciências, as técnicas e as escolas não possuem o que cada pessoa humana possui: consciência, amorosidade, cuidado, criatividade, solidariedade, compaixão e sentimento de pertença a um Todo maior que nos sustenta e anima, realidades que constituem o nosso Profundo.

Seguramente não somos o centro do universo. Mas somos aqueles seres, portadores de consciência e de inteligência. pelos quais o próprio Universo se pensa, se conscientiza e se vê a si mesmo em  sua esplêndida complexidade e  beleza. Somos o universo e a Terra que chegaram a sentir, a pensar, a amar e a venerar. Essa é nossa dignidade que deve ser interiorizada e que deve imbuir cada pessoa da nova era planetária.

Devemos nos sentir orgulhosos de poder desempenhar essa missão para a Terra e para todo  o universo. Somente cumprimos com esta missão se cuidarmos de nós mesmos, dos  outros e de cada ser que aqui habita.

Talvez poucos expressaram melhor estes nobres sentimentos do que o exímio músico e também poeta Pablo Casals. Num discurso na ONU nos idos dos  anos 80 dirigia-se à Assembléia Geral pensando nas crianças como o futuro da nova humanidade. Essa mensagem vale também para todos nós, os adultos. Dizia ele:

A criança precisa saber que ela própria é um milagre, saber, que desde o início do mundo, jamais houve uma criança igual a ela e que, em todo o futuro, jamais aparecerá outra criança como ela. Cada criança é algo único, do início ao final dos tempos. E assim a criança assume uma responsabilidade ao confessar: é verdade, sou um milagre. Sou um milagre do mesmo modo que uma árvore é um milagre. E sendo um milagre, poderia eu fazer o mal? Não. Pois sou um milagre. Posso dizer Deus ou a Natureza, ou Deus-Natureza. Pouco importa. O que importa é que eu sou um milagre feito por Deus e feito pela Natureza. Poderia eu matar alguém? Não. Não posso. Ou então, um outro ser humano que também é um milagre como eu,  poderia ele me matar? Acredito que o que estou dizendo às crianças, pode ajudar a fazer surgir um outro modo de pensar o mundo e a vida. O mundo de hoje é mau; sim, é um mundo mau. E o mundo é mau porque não falamos assim às crianças do jeito que estou falando agora e do jeito que elas precisam que lhes falemos. Então o mundo não terá mais razões para ser mau.

Aqui se revela grande realismo: cada realidade, especialmente, a humana é única e preciosa mas, ao mesmo tempo, vivemos num mundo conflitivo, contraditório e com aspectos terrificantes. Mesmo assim, há que se confiar na força da semente. Ela é cheia de vida. Cada criança que nasce é uma semente de um mundo que pode ser melhor. Por isso, vale ter esperança. Um paciente de um hospital psiquiátricoque visitei, escreveu, em pirografia, numa tabuleta que ma deu de presente:”Sempre que nasce uma criança é sinal de que Deus ainda acredita no ser humano”.

Nada mais é necessário dizer, pois nestas palavras se encerra todo o sentido de nossa esperança face aos males e às tragédias  deste mundo.

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Síntese das antíteses

Síntese das antíteses

Lao Tsé

antítese

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“A alma não tem segredo que o comportamento não revele.”

Lao Tsé

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Só temos consciência do belo,
Quando conhecemos o feio.
Só temos consciência do bom,
Quando conhecemos o mau.
Porquanto, o Ser e o Existir,
Se engendram mutuamente.
O fácil e o difícil se completam.
O grande e o pequeno são complementares.
O alto e o baixo formam a harmonia.
O passado e o futuro geram o tempo.
Eis porque o sábio age
Pelo não-agir.
E ensina sem falar.
Aceita tudo que lhe acontece.
Produz tudo e não fica com nada.
O sábio tudo opera – e nada considera seu.
Tudo faz – e não se apega à sua obra.
Não se prende aos frutos da sua atividade.
Termina a sua obra,
E está sempre no princípio.
E por isto a sua obra prospera.

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Resumo dos temas sobre a educação infantil

Resumo dos temas sobre a educação infantil

Maria Chantal Amarante

resumo

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“A busca da verdade e da beleza são domínios em que nos é consentido ficar crianças toda a vida.”

Albert Einstein

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O 1º Setênio, de zero à 7 anos

  • A criança está aberta ao mundo;
  • Tem confiança ilimitada;
  • Recebe impressões sensoriais;
  • Não elabora julgamento ou análise;
  • Está na fase do desenvolvimento motor;
  • Suas percepções inadequadas são armazenadas no inconsciente (não compreende o pensamento dos adultos);
  • Seu aprendizado é por imitação e através dos movimentos, do fazer;
  • O brincar livre é a expressão da criança e a sua interação com o mundo;
  • Sua memória está em construção, ela começa a fixar as imagens que se repetem, depois vai se situando no tempo, o que foi ontem, é hoje e amanhã;
  • O educador Waldorf deve ser digno de ser imitado, pois nessa imitação inconsciente estará fundamentando sua moralidade futura;

A característica predominante é que “O mundo é bom”, a criança deve vivenciar nesse período que o mundo é Bom, por isso a importância de ser cuidada e amparada.

Os Sete Processos Vitais

Os processos vitais são processos orgânicos e a base para os processos anímicos. Os processos orgânico-físicos influenciam os processos anímico-emocionais, e vice-versa. Por isso podemos dizer que as doenças do corpo físico são psicossomáticas.

Pela respiração e alimentação as substâncias entram em nosso organismo. Tudo que entra deve ser aquecido e destruído para que seja assimilado, ou eliminado. Em seguida o que é assimilado é usado para construir novas substâncias, propiciando crescimento e amadurecimento, ampliando a vida. Assim nos tornamos capazes de reproduzir um novo organismo.

Do ponto de vista do anímico da alma temos o mesmo caminho. Tudo que sentimos também deve se digerido, transformado e depois assimilado, para tomarmos posse e amadurecermos.

Processos físicos:

1 - Na Respiração: o homem inspira e expira;
2 - No Aquecimento: o homem equilibra a temperatura, o mudo externo e interno;
3 - A Alimentação: é o processo que nos liga com a vida na terra e nos dá vida.
4 - Na Segregação: nos apropriamos das coisas que recebemos como alimento, fazemos disso algo próprio, pessoal e único e na excreção o eliminamos o que é necessário. Cada alimento deve ser transformado para ser assimilado.
5 - A Manutenção: pela circulação fazemos que o que foi conquistado não se perca. O que foi transformado e conquistado é apropriado e mantém a vida;
6 - O Crescimento: é a multiplicação, ampliamos a vida. Multiplicação das células, crescimento do corpo.
7 - Na Reprodução: finalmente podemos doar ao mundo aquilo que processamos. Reproduzimos outro ser humano.

Processos anímicos:

 1 – Na respiração: captamos um fenômeno pelos sentidos;
2 - No Aquecimento: precisamos nos ligar ao que percebemos. Percepção externa e interna.
3 - Na Alimentação: digerimos as informações, separarmos o que é a essência do supérfluo, e digerimos.
4 - Na Segregação: individualizamos, quebramos o que digerimos das impressões e nos apossamos do conhecimento.
5 - Na Manutenção: precisamos da manutenção constante e rítmica dos conhecimentos e do corpo físico. Exercitar e repetir os processos.
6 - O Crescimento: precisamos nos exercitar, nos movimentar para crescer;
7 – Na Reprodução: necessitamos dos processos saudáveis para sermos capazes de reproduzir e criar uma coisa nova a partir de nós mesmos.

 CONCLUSÃO

Quando olhamos para a criança de cabeça grande ou de cabeça pequena, estamos lidando com o corpo físico. Por esta razão, o tratamento é através do físico. Pela alimentação, atividades físicas e o sono.

No caso da criança terrena e da criança cósmica, estamos lidando como esta forma foi originada e o funcionamento do corpo etérico. Por isso atuamos no etérico pelo ritmo, pela respiração no dia a dia, na expansão e contração das atividades.

Com a criança rica ou pobre em fantasia, nossa atenção está focada no conteúdo da consciência, em como lidamos com o corpo astral. Aqui, os nossos esforços terapêuticos devem ajudar a criança a desenvolver seu sistema do meio, um sentimento de sua própria humanidade, pelas atividades artísticas, lúdicas e criativas que alimentam o sistema respiratório/circulatório.

Mais uma e outra vez Rudolf Steiner chama a atenção do professor para a tarefa de aprender a respirar corretamente. Aprender a respirar corretamente significa em termos da visão antroposófica do ser humano: Aprender a viver no nosso organismo e a encontrar a esfera do meio. Ele indica para todos os tipos constitucionais a música a Euritmia. Em termos de sala de aula/ na escola e em casa, aprender a respirar corretamente significa receber o assunto do dia a dia com interesse, o manipulando e o tornando próprio, com alegria, leveza.

Claro, onde há amor, há sempre a dor. Receber algo com interesse ou amor não significa necessariamente que sempre é fácil, pois pode também envolver um esforço. Mas se o professor está imbuído em seu tema e o apresenta de maneira a fazer uma conexão com a criança, então até mesmo uma criança com grandes dificuldades de aprendizagem pode ser tocada de tal forma que sua simpatia é despertada. Assim, para fazer o tratamento para esses tipos opostos de crianças, o professor deve aprender a respirar corretamente em suas aulas.

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O Ser Humano como Sinfonia das Forças Universais – 5ª conferência

Lançamento de Tradução de Rudolf Steiner gratuita para download:

O Ser Humano como Sinfonia das Forças Universais

5ª conferência – 27 de outubro de 1923

Tradução: Gerard Bannwart

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“Com clareza, o ser humano só vê no mundo exterior,
O que consegue irradiar com a luz de seu interior.”

Rudolf Steiner

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Capítulo 2

A interconexão das relações cósmicas

A conexão interna dos fenômenos e dos seres do mundo

4ª Conferência – 21 de outubro de 1923

Traduzido por Gerard Bannwart

Temas:

  • Espiritualização da matéria por borboletas e pássaros.
  • Economia cósmica.
  • A luz espiritual das borboletas e dos pássaros.
  • A leveza do calor dos pássaros e o peso do crepúsculo dos morcegos.
  • Seu medo cósmico.
  • Sua matéria espiritual excretada: alimento do dragão.
  • A proteção do ser humano contra isso no impulso micaélico.

Caso tenha cadastro na Biblioteca – acesse o texto, clique aqui…

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Arquivo Rudolf Steiner em português

(Rudolf Steiner´s Archive – portuguese)

Com apoio de novos colaboradores, estaremos lançando traduções e re-traduções dos textos e conferências de Rudolf Steiner.
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Encontrando seu próprio caminho

Encontrando seu próprio caminho

Elisabeth Cavalcante

Seu proprio caminho

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“O homem é sempre original, autêntico. Ele não é uma réplica, não é uma repetição. Ele é uma nova música, uma nova dança, um novo começo, sempre e sempre.”

Osho

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Todo ser humano tem dentro de si a resposta sobre o que necessita para ser profundamente feliz. Entretanto, o ego nos leva a olhar sempre para fora, para longe, comparando-nos com os demais e cultivando o sentimento de que o que o outro alcançou é sempre melhor do que o que somos capazes de conseguir….

Enquanto seguirmos o modelo alheio, por melhores que sejam as pessoas nas quais nos inspiramos, ainda assim, estaremos sendo inautênticos. Porque a autenticidade consiste em seguir a nossa própria verdade interior, e expressar no mundo nossos dons, aqueles com que a existência nos dotou.

Aceitar que somos seres únicos, especiais, constitui a grande conquista no caminho da autoestima. Quando somos preenchidos pela certeza de que nossa natureza é individual e não pode ser comparada a ninguém mais, iniciamos finalmente a caminhada rumo a uma vida verdadeira.

E, na medida em que vamos fazendo nossas próprias escolhas, confiando cada vez mais em nosso coração e nas diretrizes que ele nos aponta, a verdade se torna clara: temos um poder intrínseco que não pertence a mais ninguém.

Chegamos, enfim, ao segredo da autêntica felicidade. “Você é um indivíduo único em seu próprio direito. Você tem que encontrar a verdade sozinho e não por seguir os passos de outra pessoa. O mundo da verdade é algo como o céu, onde os pássaros voam, mas não deixam pegadas. O mundo da verdade também não tem pegadas de Jesus ou Gautama Buda ou Lao Tzu.

É o mundo da consciência. Onde você pode deixar as pegadas?

Todos os seguidores, sem exceção, estão errados. Eles estão seguindo alguém, porque eles não são corajosos o suficiente para procurar e pesquisar por conta própria. Eles estão com medo de que “Sozinho eu posso não ser capaz de encontrar qualquer coisa. E o que é necessário quando Gautama Buda encontrou?”

Mas você nunca pensa que, quando Gautama Buda bebe, a sede dele é saciada. Mas isso não vai ajudar a sua sede. Jesus comeu, sua fome se foi. Mas isso não vai fazer você nutrido. Você tem que comer, você tem que beber. Você não pode simplesmente depender de que tantas grandes pessoas amaram, qual é a necessidade de que você ame? Você pode simplesmente segui-los. Mas isso não vai ser amor, vai ser apenas uma cópia carbono. E ser uma cópia carbono neste mundo é a maneira mais feia de ser.

“O homem é sempre original, autêntico. Ele não é uma réplica, não é uma repetição. Ele é uma nova música, uma nova dança, um novo começo, sempre e sempre”.  – Osho

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Déficit de atenção: doença fictícia?

Déficit de atenção – doença fictícia?

Tradução: Luis Gustavo Gentil

Fonte: WND.com

deficit

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“Por que algum pai iria submeter seus filhos a drogas com efeitos colaterais tão perigosos?”

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“TDAH é o principal exemplo de uma doença fictícia”.

Essas foram as palavras de Leon Eisenberg, o “pai científico do TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade)”, em sua última entrevista antes de falecer.

Leon Eisenberg teve uma vida luxuosa com sua “doença fictícia”, graças às vendas de medicamentos. Coincidentemente, ele recebeu o “Prêmio Ruane para Pesquisas Psiquiátricas com Crianças e Adolescentes” (Ruane Prize for Child and Adolescent Psychiatry Research). Ele foi um líder na psiquiatria infantil por mais de 40 anos com seu trabalho em experimentos, pesquisas, aulas e políticas sociais na área da farmacologia, e por suas teorias sobre autismo e medicina social”, segundo o jornal Psychiatric News.

Pois é, até admitiram que são TEORIAS. A indústria médica está utilizando o pretexto de ajudar crianças para despersonalizar nossos filhos e desconectá-los de uma criação saudável e normal. Pais estão expondo seus filhos a essas drogas e sujeitando-os ao que o mundo tem a oferecer, quando na verdade tudo o que essas crianças buscam é seus pais, na esperança de ser a bênção que Deus quer que eles sejam.

Nos Estados Unidos, um em cada 10 meninos na faixa de 10 anos toma medicação para TDAH diariamente… e a tendência é de aumento. E com a ajuda das pesquisas do programa Teen Screen nas escolas públicas, estão tentando preparar o estudante para o fracasso.

A psicóloga americana Lisa Cosgrove e outros profissionais revelam os fatos em seu estudo Financial Ties between DSM-IV Panel Members and the Pharmaceutical Industry (Ligações Financeiras entre os Grupos de Trabalho do DSM-IV e a Indústria Farmacêutica) [DSM-IV é a 4º revisão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais da Associação Americana de Psiquiatria]. Eles descobriram que “Dos 170 membros do comitê, 95 (56%) tinham uma ou mais ligações financeiras com empresas da indústria farmacêutica. Cem por cento dos membros dos grupos de trabalho para ‘transtornos de humor’ e ‘esquizofrenia e outros distúrbios psicóticos’ tinham ligações financeiras com empresas farmacêuticas”.

E eles estão colhendo enormes benefícios dessa “doença fictícia”. Por exemplo, o diretor assistente da Unidade de Psicofarmacologia Pediátrica do Hospital Geral de Massachusetts e professor associado de psiquiatria na Faculdade de Medicina de Harvard recebeu “um milhão de dólares em rendimentos de empresas farmacêuticas entre 2000 e 2007”.

Marc-André Gagnon e Joel Lexchin, que há algum tempo pesquisam sobre publicidade farmacêutica, realizaram um estudo que mostra que a indústria farmacêutica americana gastou 24,4% das vendas em dólar em publicidade, contra 13,4% em pesquisa e desenvolvimento no ano de 2004. Isso é quase duas vezes mais dinheiro para empurrar suas drogas nas pessoas que para pesquisar e garantir que são seguras!

Isso levanta a seguinte questão: Será que essas drogas são seguras?

Veja você mesmo os alertas contidos nos remédios de tarja preta, e irá se impressionar com os efeitos colaterais listados na bula:

  • Confusão
  • Despersonalização
  • Hostilidade
  • Alucinações
  • Reações maníacas
  • Pensamentos suicidas
  • Perda de consciência
  • Delírios
  • Sensação de embriaguez
  • Abuso de álcool
  • Pensamentos homicidas

Por que algum pai iria submeter seus filhos a drogas com efeitos colaterais tão perigosos?

O Dr. Edward C. Hamlyn, membro fundador do Colégio Real de Clínicos Gerais da Grã-Bretanha, afirmou em 1998 que “o TDAH é uma fraude cuja intenção é justificar a iniciação das crianças a uma vida de vício em drogas”.

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A televisão e o déficit de atenção

A televisão e o déficit de atenção

Estudo comprova malefícios da TV no cérebro de crianças

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“A concepção da normalidade é moldada pelos pensamentos…
mas quem molda nossos pensamentos?”

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Tirem as crianças da frente da TV. Pesquisadores descobriram que cada hora passada diante da televisão faz com que crianças em idade pré-escolar aumentem suas chances de desenvolver problemas de déficit  de atenção mais tarde.
Os resultados atestam que a TV pode diminuir os níveis de atenção das crianças e apóiam a recomendação da Academia  Americana de Pediatria, segundo a qual crianças com menos de dois anos  não devem assistir a programas de televisão.

“Existem milhares  de motivos para que as crianças não vejam TV. Estudos anteriores  mostraram que o hábito está associado a obesidade e agressividade  infantil”, afirma Dimitri Christakis, pesquisador do Centro Médico  Regional de Seattle. O resultado do estudo conduzido pelo doutor  Christakis foi divulgado na edição de abril da revista Pediatrics,  publicada pela Academia Americana de Pediatria.

Foram  pesquisadas 1.345 crianças de um a três anos de idade. De acordo com  informações fornecidas pelos pais, aproximadamente 36% das crianças de  um ano não assistiam nunca à TV, enquanto 37% assistiam de uma a duas  horas por dia e por isso possuiam um aumento de 10 a 20% de chances de  desenvolverem problemas de atenção. Nas crianças de três anos, apenas 7% não viam TV e 44% assistiam de uma a duas horas por dia. O resultado da pesquisa sugere que o hábito de ver TV superestimula e modifica o  desenvolvimento normal do cérebro de uma criança. Entre os riscos  encontrados estão dificuldade de concentração, impulsividade,  impaciência e confusão mental.

Os pesquisadores não se  preocuparam em saber que programas as crianças assistiam, pois, segundo  Christakis, o conteúdo não é o culpado pelos danos causados ao cérebro. O problema é a rápida superposição de elementos visuais, típica dos  programas de TV. “O cérebro de uma criança se desenvolve muito  rapidamente durante os primeiros três anos de vida. Ele está realmente  sendo ‘conectado’ neste tempo”, diz o pesquisador. O estímulo excessivo  durante este período em particular pode criar mecanismos danosos à mente da criança.

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Os 6 tipos constitucionais da criança

Os 6 tipos constitucionais da criança

Fonte: waldorfflautamagica.org.br

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“Só é possível ensinar uma criança a amar, amando-a.”

Johann Goethe

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Na observação da criança pequena estudamos diferentes aspectos, entre eles, os seis tipos constitucionais, que são apresentados em duplas: Criança de cabeça grande e cabeça pequena, crianças terrena e cósmica, c…riança rica em fantasia e pobre em fantasia.
O ser humano pode se conectar com o mundo de três maneiras: através do corpo, da alma e do espírito.

Primeiro, temos a ligação com o mundo através dos sentidos da audição, paladar, olfato, tato e visão. Ligado com os sentidos é o nosso pensamento, que traz a experiência dos sentidos para a consciência. Esta conexão do nervo e do sentido com o mundo é tanto melhor o quanto mais os nossos nervos e os órgãos dos sentidos percebem e retratam a realidade dentro das mentes de uma forma mais fiel e verdadeira e com menos interferências. Isso é um processo bem difícil e ocorre no brincar livre das crianças na natureza.

Na percepção e no pensamento, nos apropriamos do mundo, e cuidadosamente nos adaptamos ao que está lá, e tentamos compreender a sua verdadeira natureza. Se por exemplo, alguém com quem eu estou falando viu uma flor e eu decido olhar para a flor também, então vimos à mesma coisa e visualizamos uma verdade objetiva.
Temos a capacidade de tomar o mundo e deixá-lo nos impressionar. A riqueza de nossa vida da alma é formada a partir dessas impressões, que são particulares e individuais. Possuímos três sistemas no corpo:

O sistema neurológico ligado ao pensar, na cabeça;
O sistema circulatório-respiratório ligado ao sentir, no tronco;
E o sistema digestivo-motor ligado aos membros, pernas e braços e a digestão.

Há crianças nas quais um sistema está mais fraco do que o outro. Rudolf Steiner fala que não há ninguém em quem os três sistemas interagem em harmonia total. Estamos sempre inclinados para um ou para outro lado, seja para o sistema neurológico ou ao sistema digestivo-motor. O caminho do equilíbrio está no meio, através do sistema respiratório-circulatório, o sentir que permeia tudo.

Por esta razão, é importante olhar para cada criança com uma pergunta em silêncio: Como estão esses sistemas inter-relacionados? Como posso ajudá-la a reforçar a sua esfera do meio, no sistema respiratório-circulatório?

Juntamente com os quatro temperamentos a tipologia dos seis tipos constitucionais são características fundamentais na constituição, que irá ajudar que uma criança aprenda a se expressar nas mais variadas formas e revelar seu interior.

A Pedagogia deve ajudar a criança, durante seus anos escolares, no processo de individualização, necessário para a sua plena expressão e realização.

Rudolf Steiner diz que a descrição da natureza de uma criança não é uma análise dos defeitos, indicando que a criança não tem ou o que não está em ordem. É uma descrição dos dons, características e relações de todo o ser da criança.

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O Ser Humano como Sinfonia das Forças Universais – 4ª conferência

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O Ser Humano como Sinfonia das Forças Universais

4ª conferência – 26 de outubro de 1923

Tradução: Gerard Bannwart

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“A arte diz o indizível; exprime o inexprimível, traduz o intraduzível.”

Leonardo da Vinci

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Capítulo 2

A interconexão das relações cósmicas

A conexão interna dos fenômenos e dos seres do mundo

4ª Conferência – 21 de outubro de 1923

Traduzido por Gerard Bannwart

Temas:

  • As metamorfoses da evolução da Terra e suas consequências para a condição atual da Terra.
  • As forças cósmicas atuantes no mundo dos insetos.
  • A natureza da borboleta e a entidade vegetal.
  • A necessidade da metamorfose dos pensamentos abstratos para o senso artístico.
  • Os pensamentos abstratos precisam ser permeados pelo movimento artístico

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Arquivo Rudolf Steiner em português

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Dia de Reis – Sobre a descida do Cristo para a Terra

Dia de Reis – Sobre a descida do Cristo para a Terra

Fonte: Festas Cristãs

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“Não Eu, mas Cristo em mim.”

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Na passagem dos tempos, deu-se a descida do Cristo ao Sol  para a Terra.
Cristo uniu-se profundamente à Terra, permanecendo após a ressurreição , como ser espiritual, unido à esfera etérica da Terra. Nessa esfera, para o final do milênio, cada vez mais pessoas poderão vivenciá-lo.

A Terra preencheu-se de luz divina, porém os anjos perderam a luz nas esferas celestiais, e a partir do mistério de Gólgota dependem dos homens, que abarcam o Cristo no seu ser espiritual e começam a brilhar para os cosmos.
As hierarquias celestes, olhando para a Terra, enxergarão os que terão acolhido a luz em si, como estrelas brilhantes.

As palavras “Não Eu, mas Cristo em mim” se tornarão cada vez mais realidade.
Essa luminosidade será cada vez mais a luz que irradia para o cosmos.
Acolhemo-la pois cada vez mais dentro de nós!

“No templo do ano semelhante a duas colunas majestosas erguem-se as duas festas – O Natal e o Ano Novo, e entre elas se estendem as 12 Noites Santas, como uma escada cósmica unindo a humanidade com a esfera mais elevada da espiritualidade.”

Sergej Prokofieff

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As Doze Noites Santas – 12ª Noite Santa

As Doze Noites Santas

12ª Noite Santa

Texto: Edna Andrade / Narração: Mirna Grzich

Agradecimento especial a Gabriel Lehto

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“Como um eco longínquo, é feito o Reconhecimento, a síntese de todo o caminho, unindo o Natal ao Batismo. O Natal como o nascimento da criança natural e o Batismo como o posterior nascimento da criança divina, o Cristo, como uma luz brilhando no interior, como um Sol interno na alma livre e plenamente consciente.”

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Décima-segunda Noite Santa

ouça a narrativa

Um novo Sol e um novo dia, e a última noite desta Ascenção através das hierarquias espirituais. Alcançamos o último degrau desta escada, que nos transporta para as fronteiras do universo.

Este é o portal por onde o filho de Deus, o Eu cósmico, adentrou da esfera macrocósmica, da esfera de Brahman, Javé, de Alá, da esfera do divino, para a nossa existência. Através deste portal ressoa no nosso Cosmos, vindo das regiões macrocósmicas além do Zodíaco, a voz  do Pai:

“Este é o meu filho muito amado, hoje eu o engendrei.”

Como um eco longínquo, é feito o Reconhecimento, a síntese de todo o caminho, unindo o Natal ao Batismo. O Natal como o nascimento da criança natural e o Batismo como o posterior nascimento da criança divina, o Cristo, como uma luz brilhando no interior, como um Sol interno na alma livre e plenamente consciente.

A voz de Deus é a voz da consciência humana que eleva o Eu de uma condição terrena, inferior,  a uma condição cósmica, superior, trazendo para o ser humano a possibilidade  de se tornar o Ser da Liberdade e do Amor – o ápice da hierarquia espiritual.

Nesta noite, pense em uma Graça que você quer alcançar.

Da Região de Áries, o Cristo, o próprio Filho de Deus, lhe traz a liberdade de ser você mesmo!

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As Doze Noites Santas – 11ª Noite Santa

As Doze Noites Santas

11ª Noite Santa

Texto: Edna Andrade / Narração: Mirna Grzich

Agradecimento especial a Gabriel Lehto

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“Na décima Noite Santa através do portal do Touro o Espírito Santo emana a plenitude do amor divino inspirada como persistência  em relação ao que se pretende alcançar.”

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Décima-primeira Noite Santa

ouça a narrativa

De novo vem o Sol e um novo dia, e ao cair da noite uma estrela brilha no céu, emanando seu brilho da Constelação de Touro, portal por onde adentra à esfera do Zodíaco, vindo das regiões macrocósmicas, o sopro do Espírito Santo.

Os Reis Magos estavam próximos ao lugar onde se encontrava a Criança, e iluminando a noite,  o brilho da estrela que os precedia  ampliava enormemente a dimensão do deserto. A alma se eleva, tocando outra dimensão que não é terrena, e o Espírito Santo adentra a dimensão humana, manifestado sob a forma de uma pomba, no  Batismo de João.

É uma noite de grande expansão da alma, os horizontes se ampliam e a nossa alma pode se elevar, alcançando a dimensão da alma do Cosmos, da Sofia divina, e sentir a presença do Espírito . No Antigo Egito isso era representado nas esculturas que portavam os chifres do Touro com o espaço entre eles preenchido por um disco solar coroando a cabeça do faraó, considerado o descendente direto de Deus.

Foram as forças do Touro que configuraram a laringe, o órgão da fala, que segundo Steiner está em transformação,  e ele diz que nos estágios evolutivos futuros do ser humano, a palavra terá de novo a força plasmadora referida  na Gênesis de todas as religiões: No princípio era o verbo e o verbo estava em Deus.

A palavra será como uma lança sagrada de expressão do amor divino.

Na décima Noite Santa através do portal do Touro o Espírito Santo emana a plenitude do amor divino inspirada como persistência  em relação ao que se pretende alcançar.

Nesta noite, deixe seu olhar buscar novos horizontes para a sua vida. Da região de Touro, o Espírito Santo  traz a você a força da persistência que leva ao progresso.

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As Doze Noites Santas – 10ª Noite Santa

 

As Doze Noites Santas

10ª Noite Santa

Texto: Edna Andrade / Narração: Mirna Grzich

Agradecimento especial a Gabriel Lehto

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“Da região de Gêmeos, os Serafins, Espíritos do Amor, lhe trazem impulsos para vencer a barreira do individualismo e da solidão e encontrar sentido na união e na fraternidade.”

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Décima Noite Santa

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De novo sai o sol, atravessamos um novo dia e vem o cair da noite. Uma estrela brilha no céu, emanando seu brilho da Constelação de Gêmeos, o portal através do qual emanam as forças espirituais dos Serafins, os Seres do Amor.  Amor que não está mais assentado nos laços físicos, nos laços da paixão, mas em laços espirituais. O amor fraterno.

O mito grego de Kastor e de Polydeukes, irmãos que eram filhos da mesma mãe com pais diferentes, sendo que Kastor era mortal e  Polydeukes imortal. Ocorreu que Kastor morre e o seu irmão vai até Zeus e pede que a sua imortalidade seja retirada e concedida a Kastor;  Zeus comovido, tornou ambos imortais e os colocou no céu na forma de uma constelação, a constelação de Gemeos!

Ele os eleva à condição macrocósmica, e o que os torna imortais não são os laços de sangue, mas o abrir mão de si mesmo,  que é a forma ainda mais elevada de Amor!

No Evangelho temos a expressão dessa forma de amor: “onde dois estiverem reunidos em meu nome eu estarei no meio deles” – abre-se mão do próprio Eu, e ganha-se um outro Eu que é eterno.

A fraternidade é o mais poderoso impulso para a vida social, porque ela pode quebrar as barreiras de status, etnia e crenças.

Na décima Noite Santa, através do portal de Gêmeos, os impulsos espirituais dos Serafins  ajudam a  vencer a barreira do individualismo e da solidão.

Nesta noite abra o seu coração, reconheça o bem em si e nos outros. Da região de Gêmeos, os Serafins, Espíritos do Amor, lhe trazem impulsos para vencer a barreira do individualismo e da solidão e encontrar sentido na união e na fraternidade.

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As Doze Noites Santas – 9ª Noite Santa

As Doze Noites Santas

9ª Noite Santa

Texto: Edna Andrade / Narração: Mirna Grzich

Agradecimento especial a Gabriel Lehto

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“Os Querubins trazem o impulso para que as transições de um ciclo para  outro ocorram de forma harmoniosa. Eles atuam na forma da espiral cujas forças  vêm do ciclo anterior, criam um invólucro e se direcionam para o próximo ciclo –  em uma seqüência repetitiva, harmoniosa.”

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Nona Noite Santa

ouça a narrativa

De novo sai o Sol, atravessamos um novo dia e vem o cair da noite.

Uma estrela brilha no céu, emanando o seu brilho da Constelação de Câncer, o portal do qual emanam as forças espirituais dos Querubins, os Seres da Harmonia.

Foi a ação dos Querubins no início da evolução que criou o cinturão protetor de estrelas  em volta do nosso sistema separando-o da totalidade macrocósmica.

Esta ação está expressa na própria configuração do tórax: as forças de Câncer configuram os doze pares de costelas, o invólucro protetor físico do coração, o órgão da vida.

Os Querubins trazem o impulso para que as transições de um ciclo para  outro ocorram de forma harmoniosa. Eles atuam na forma da espiral cujas forças  vêm do ciclo anterior, criam um invólucro e se direcionam para o próximo ciclo –  em uma seqüência repetitiva, harmoniosa. Podemos observar essas espirais cósmicas  também em ciclos menores da natureza . São os Querubins que cuidam por exemplo que a semente do outono renasça como uma nova planta na primavera.

Essas transições no nosso desenvolvimento  às vezes se apresentam de forma dramática, como crises .

Na nona Noite Santa, através do portal de Câncer, recebemos os impulsos espirituais dos Querubins, que nos  trazem  força para nos harmonizarmos com o novo e cria aconchego para que os momentos de transição ocorram de forma harmoniosa.

Nesta noite, deixe de lado a apreensão pelo que está em transição na sua vida. Da região de Câncer , os Querubins, Espíritos da Harmonia, trazem a você a força da harmonia com o novo e aconchego para os momentos de transição.

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As Doze Noites Santas – 8ª Noite Santa

As Doze Noites Santas

8ª Noite Santa

Texto: Edna Andrade / Narração: Mirna Grzich

Agradecimento especial a Gabriel Lehto

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“Nesta noite, abandone o medo dos desafios que você tem pela frente. Da região de Leão, os Tronos, Espíritos da Vontade, lhe trazem poderosas forças para vencer as provas que as suas escolhas lhe trazem.”

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Oitava Noite Santa

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Nasce um novo Sol, atravessamos mais um dia e vem o cair da noite. Uma nova estrela brilha no céu, emanando luz da Constelação de Leão, portal do qual emanam as forças dos Tronos, os Seres da Vontade.

Alcançamos a primeira hierarquia, de seres espirituais muito evoluídos que manifestam as intenções divinas atuando da esfera macrocósmica para dentro do nosso sistema solar.

Na evolução, os Tronos eram seres tão completamente conscientes de si que seu querer era sua própria substância, e este querer é tão exaltado que estes seres produziam calor e doaram sua própria substância.

As forças de Leão configuraram o coração humano e os dirigentes da Antiguidade e os reis da Idade Média associavam sua realeza com este signo, que era relacionado com a coragem e a prontidão de realizar no exterior o que é determinado a partir de dentro: da voz do coração.

Na oitava Noite Santa, a partir do portal do Leão, recebemos os impulsos de entusiasmo e coragem para enfrentar as provas que o destino nos traz.

Nesta noite, abandone o medo dos desafios que você tem pela frente. Da região de Leão, os Tronos, Espíritos da Vontade, lhe trazem poderosas forças para vencer as provas que as suas escolhas lhe trazem.

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