Treinar o intelecto não resulta em inteligência

Treinar o intelecto não resulta em inteligência

Fonte: Página Social do Facebook Brinquedos Waldorf – clique e conheça

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“A mente, o intelecto, fica satisfeito com estas inumeráveis explanações, mas a inteligência não existe, pois para compreender deve haver a completa unidade de mente e coração em ação…”

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Treinar o intelecto não resulta em inteligência. Ao contrário, a inteligência surge quando a pessoa age em perfeita harmonia tanto intelectualmente como emocionalmente. Há uma vasta diferença entre intelecto e inteligência.

Intelecto é meramente pensamento funcionando independente da emoção. Quando o intelecto, sem consideração da emoção, é treinado em alguma direção particular, a pessoa pode ter grande intelecto, mas não deve ter inteligência, porque na inteligência existe a capacidade inerente de sentir assim como de raciocinar; na inteligência as duas capacidades estão igualmente presentes, intensa e harmoniosamente.

Hoje a educação moderna desenvolve o intelecto, oferecendo mais e mais explicações da vida, mais e mais teorias, sem a harmoniosa qualidade da afeição. Assim, desenvolvemos mentes astuciosas para fugir do conflito; por isso ficamos satisfeitos com explicações que cientistas e filósofos nos apresentam.

A mente, o intelecto, fica satisfeito com estas inumeráveis explanações, mas a inteligência não existe, pois para compreender deve haver a completa unidade de mente e coração em ação.

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5 ideias sobre “Treinar o intelecto não resulta em inteligência

  1. Adolfo De Oliveira Melo

    Esperava mais do texto que, em si, parece ser um resumo do pensamento do autor. Estou concorde com ele quanto a educação moderna que nos fornece mais e mais explicações levando-nos ao "conforto" das teorias que filósofos e cientistas nos oferecem! O texto merecia ser desenvolvido de forma mais acurada; profunda, de repente, termina! E concordo com o Vital, texto pobre, esquemático no geral, sem desenvolvimentos dos pontos relevantes destacados. Enfim, um texto incompleto precisando de maior profundidade…

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  2. Angela Peroba

    Senti um tanto como Vital. O autor (a) fez um texto realmente por demais esquemático e sem a profundidade que costuma caracterizar textos e artigos com respaldo na Ciência do Espírito. Ao final da leitura, tive uma impressão que a pessoa que escreveu, sofreu alguma exigência sobre número de linhas e acabou apressando o que o leitor (a) sabe que ela bem sabe o que está dizendo. Mas a mensagem é essa mesma; o que fez falta foi a presença do diferencial da Antroposofia; as águas profundas que Rudolf Steiner nos convida a mergulhar.

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  3. Vital Pasquarelli Junior

    Continuando: é um tipo de texto que é um desserviço às intenções do próprio texto ou autor do texto. Ainda bem que temos filosofia e ciência, é o que concluímos ao ler algo tão prejudicial, preconceituoso e "igrejístico" como este texto.

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